11 de julho de 2015

Crise passa longe da "Indústria da doença"

Culturalmente, vivemos numa sociedade onde médicos é um ser divino e suas prescrições são uma ordem. Como se não bastasse, nem sempre as pessoas que frequentam as farmácias adquirem medicamentos prescritos, resolvem comprar por conta própria ansiolíticos, analgésicos e antipiréticos. antigripais e outros. O que deveria ser proibido, já que isso afeta gravemente a saúde de muita gente. Mas tudo com o que a indústria farmacêutica não se importa é com a saúde dos indivíduos. Querem mesmo é lucrar e muito. Trata-se de um mercado em plena expansão, mesmo com a crise. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, o mercado de medicamentos no Brasil movimentos R$ 125,07 bilhões em 2014 e a expectativa para este ano é atingir 132,15 bilhões em vendas. Assim, o País está entre os seis maiores mercados farmacêuticos do mundo e até 2018 devemos subir mais duas posições. O que é uma lástima. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Jornalista