21 de outubro de 2015

Ação conjunta da Polícia Federal e Marinha do Brasil

A Polícia Federal em Pernambuco, do Rio Grande do Norte em operação conjunta com a Marinha do Brasil, prendeu no dia 18/10/2015, Paul Anthony Coe (nacionalidade inglesa) e Georgios Stefenis (nacionalidade grega) As prisões aconteceram em virtude de investigações de rotina contra o tráfico internacional de drogas num navio de nome River Baby de bandeira inglesa com dois tripulantes, os quais haviam saído de Recife no dia 15/10/2015, com destino à África, porém tinha tomado outra direção com destino a Europa, logo depois de ter passado por Fernando de Noronha. Diante do fato a Marinha do Brasil destacou o Navio Patrulha “Grauna”, para interceptar o referido veleiro, isso acontecendo na cidade de Natal no dia 17/10/2015. Dentro da embarcação policiais federais e militares procederam uma busca nos cômodos, tanque de água e combustível não tendo sido nada encontrado. O veleiro porém foi trazido para o porto mais próximo que era o de Recife. Durante o percurso percebeu-se que uma janela estava aberta entrando água em um dos lados da embarcação já inundando o porão. Tentativas foram feitas no sentido de retirada da água através da bomba, e de baldes, porém esta não funcionou e foi percebido também um furo no caso provocado por uma quebra de conexão do canos. Após algum tempo o estrangeiro grego Georgios Stefanis, ligou os motores, alegando diminuição da profundidade por causa das ondas, momento em que começou a sair muita fumaça do compartimento dos motores. Extintores foram usados sem contudo apagar as chamas e diante da gravidade da situação todos foram retirados de dentro do veleiro e levados para bordo do navio patrulha, tendo o veleiro, após algum tempo, explodido em seguida. A Polícia Federal acredita que no momento em que os suspeitos perceberam a abordagem até o momento dos policiais e militares adentrarem a embarcação eles aproveitaram para sabotar a embarcação e provocar o seu naufrágio com o objetivo de livrarem-se do flagrante de droga que estava prestes a ser constatado. Mas, vão ser enquadrados por se livrar de provas provocando o incêndio. Foto: Divulgação