13 de outubro de 2015

Governo tem que ser criativo para sair desta crise

Como as crises política, moral e econômica abafam responsabilidades, desviam atenção, enfraquecem até a pressão dos mandatários, que se dizem representantes do povo, cabe aos gestores a incumbência de arregaçar as mangas, cair em campo, e com os poucos recursos disponíveis aliviar a tensão dos baixíssimos indicadores sociais. Coisa alarmante em todos estados brasileiros. Embora muitos queiram enganar, mas, as questões de saúde, educação, segurança e de infraestrutura permanecem como o ponto fraco dos governos. Saída para os estados conseguirem verbas para investir nas necessidades prioritárias, existem. Alternativas para encontrar solução para os problemas mais imediatos têm de montão. Basta enxugar a máquina administrativa, geralmente inchada, rever contratos com vista a reduzir custos, ocasionalmente inflacionários.  O que não vale é ver os governos ficarem de braços cruzados, culpando a crise pelo crescente desemprego. Foto: Compesa. Carlos Ivan. Olinda/PE