19 de setembro de 2016

Mais um transtorno em ônibus da Borborema

Dia 16.09 tomei o coletivo de número 105, da linha 910-Piedade-Rio Doce, da Empresa de Transporte Borborema, as 8h30, em uma das paradas da Avenida Agamenon Magalhães, bairro do Derby,  no Recife, em Pernambuco, com destino a cidade de Olinda, junto com filha especial. Ao tentar passar para trás do veículo e minha filha ao colar a impressão digitar na leitura biométrica (por três vezes) não foi reconhecida. Ficamos na parte dianteira do ônibus, pois não havia outra solução. Ao chegar ao destino e pedir parada, simplesmente o motorista não abriu a porta. O ônibus ficou parado e ele só esperando que pagássemos as duas passagem. Como não paguei, ele só abriu a porta dianteira, depois que lhe mostrei a carteira de Jornalista. Fica a pergunta: porque só nesta linha a leitura biométrica não funciona, já que esta não é a primeira vez que acontece? Afinal, que tipo de motoristas é esse, que deixa entrar no coletivo pedintes, vendedores, cantores etc, e não deixar viajar pessoas quem de fato tem direito? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE