17 de setembro de 2010

Não venda seu voto



Sou funcionário público, pobre, porém decente. Por isso não vendo, nunca vendi e jamais venderei o meu voto. O eleitor precisa ter consciência que o corruto que compra o seu voto depois de eleito vai sangrar o pobre do contribuinte. Ou seja, o povo será prejuldicado uma vez que todo mundo é contribuinte no pagamento dos tributos aos estados, aos municípios e à união. Comprou alguma coisa paga imposto, mesmo que seja alimentos como o feijão e o arroz, que já traz o imposto embutido no preço. Quem se elege gastando uma fortuna, muito mais do que vai receber no exercício dos quatro anos de mandato, vai querer tirar o prejuízo nas costas do otário que voltou nele. É lógico, claro e evidente. Não custa relembrar que temos o parlamento mais caro do mundo, cheio de mordomias e também de maracutais. Tenho 46 anos de trabalho, sendo 28 anos no serviço público, conquistado com muita luta mediante concurso público, para o qual estudei muito e preparei-me para o exercício do cargo, trabalhando o dia todo e estudando em colégios públicos e depois na UFPE, onde colei grau em direito. Como compensação temos arrojo de salários e a pecha de vagabundos contumazes e exploradores do povo. Mas os vagabundos e exploradores do povo são os políticos, com rara exceções, e seus apadrinhados, os que entram no serviço público como paraquedistas, por indicação para exercício de cargos comissionados em detrimento dos funcionários do quadro efetivo. Entra e sai partido do poder, Arena , PDS, PFL, Democratas, PMDB, PT, e nada muda. Ninguém liga para os servidores públicos, não há uma plano de valorização das carreiras. Contudo, quero gritar que tenho orgulho de ser cidadão pernambucano e não permitirei que nossa nação seja destruída pelos corruptos. fotos: web. Ubirajara Lopes Carvalho. Recife-Pe

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