Uma estatística diz que 13% dos favelados cariocas são das classes A/B.
Na
minha opinião um dos motivos pode advir do código de conduta, imposto
aos malandros, proibindo eles de assaltarem moradores, comércio e bancos
do local. A tranquilidade só é quebrada pelos tiroteios aleatórios. A
natureza gentil dos seus moradores também conta. Meu carro quebrou na
favela do Coque em Recife e eu nunca tinha visto tanta gente querendo
ajudar, sem pedir nada em troca. Ruim mesmo só o foco de muriçocas que o
governo ainda não procurou exterminar. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo
Silva. Olinda/PE.
Secretaria de saúde da prefeitura da cidade do Recife responde: Está
sendo feito trabalho de controle do Aedes Aegypti na localizadade de
Joana Bezerra por uma equipe de agentes desta secretaria, no intuíto de
eliminar os focos com o tratamento adequado, como também monitoramento
de canais e possíveis criatórios. Ouvidoria da Secretaria de Saúde da
Prefeitura da cidade do Recife.

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