13 de julho de 2014

Recife, cadê as praças?

As praças, bem cuidadas, eram ambiente público destinado a passeios, lazer e paqueras.  Recebiam bom tratamento. Atualmente com a mudança de costumes, as praças foram abandonadas e desprezadas. Em vez de serem locais de curtição, esses logradouros, degradados, são locais perigosos. Esses locais foram transformadas em pontos de encontros para venda de sexo, drogas e armas, afastando a sociedade que trocou a curtição do passado pelos shoppings. Recife já chegou a ter onze fontes de iluminação nas praças. Atualmente somente a Praça do Rosarinho mantem a fonte funcionando. As demais deixaram as fontes secarem, virarem depósitos de lama e criadouros de mosquitos. Para os moradores de rua, vândalos e flanelinhas as praças ainda tem utilidade, pois veem servindo de banheiro público e outras necessidades como lavar louças e roupas por exemplo. Quem usa o metrô, diariamente se decepciona com o desprezo dado à Praça Visconde de Mauá, que fica bem em frente, no bairro de São José. Em vez de água, a praça apresenta um lamaçal desgraçado para desgosto dos resistentes peixes. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
EMLURB RESPONDE: As fontes da cidade estão sendo recuperadas neste segundo semestre. Sobre a reforma de praças informamos que a Praça Mauá está com a intervenção em andamento. Assessoria de Comunicação