24 de dezembro de 2014

Hora de recomeçar a reconstrução da adutora do agreste e outras obras

Em 2014, Pernambuco e o Recife pararam importantes obras por falta de repasse de verbas federais. No Estado, a Adutora do Agreste parou a construção. Com 1,3 mil quilômetros, levaria água do Rio São Francisco para abastecer várias cidades pernambucanas sofredoras da seca. Mas, sem verba demitiu, suspendeu contratos.  Arco Metropolitano, importante via de escoamento da produção da Fiat, de Goiana, com 77 km de extensão e custo de R$ 1 bilhão, foi projetada para ligar as cidades das zonas Norte e Sul da Região Metropolitana do Recife, desafogando o trânsito do perímetro urbano. Mas, não saiu do papel. O Hospital da Mulher, obra da Prefeitura do Recife, orçada em R$ 58 milhões, projetada para realizar 400 partos e 250 cirurgias mensais, sob a alegação de chuvas e de paralisações de funcionários, teve a inauguração adiada de agosto passado para não se sabe quando. Projeto de Navegabilidade do Rio Capibaribe, com dois ramais de navegação e custo de R$ 289 milhões, para drenar o rio e servir de modal no transporte público, parece que também morreu. Motivo, o de sempre. Caixa vazio. Foto: Arquivo. Carlos Ivan. Olinda/PE