O ano de 2026 tende a ser especialmente exigente para quem pretende ingressar no serviço público. A confirmação de que não haverá uma nova edição do Concurso Nacional Unificado
, anunciada pela ministra da Gestão, Esther Dweck, muda significativamente o panorama para os candidatos. Sem o chamado “Enem dos Concursos”, as seleções devem voltar a se concentrar em editais tradicionais, o que pode elevar a concorrência, principalmente em órgãos já consolidados e carreiras mais disputadas.Apesar disso, o volume de oportunidades previsto é expressivo. Um levantamento da Associação de Apoio aos Concursos Públicos e Exames (Aconexa) aponta a expectativa de mais de 230 mil vagas em concursos federais, estaduais e municipais ao longo do ano. Esse cenário é impulsionado pelo déficit de servidores, pelo aumento das aposentadorias e pela necessidade de recomposição de quadros em áreas estratégicas da administração pública.Entre os certames mais aguardados estão os de órgãos federais como AGU, IBGE, Banco Central, CGU e a Câmara dos Deputados, que já publicou edital. Nos âmbitos estadual e municipal, a maior concentração de vagas deve ocorrer nos setores de educação, saúde, segurança pública e administração Mesmo sendo um ano eleitoral, a legislação permite a publicação de editais, aplicação de provas e homologação de resultados. A restrição se limita à nomeação e posse nos três meses anteriores ao pleito, que em 2026 vai de 4 de julho a 5 de janeiro de 2027. Por isso, a tendência é que muitos órgãos acelerem etapas no primeiro semestre,Especialistas avaliam que 2026 será um período importante de preparação, sobretudo para concursos de médio e grande porte, já que a preparação costuma levar de seis meses a um ano. A recomendação é iniciar os estudos o quanto antes.
, anunciada pela ministra da Gestão, Esther Dweck, muda significativamente o panorama para os candidatos. Sem o chamado “Enem dos Concursos”, as seleções devem voltar a se concentrar em editais tradicionais, o que pode elevar a concorrência, principalmente em órgãos já consolidados e carreiras mais disputadas.Apesar disso, o volume de oportunidades previsto é expressivo. Um levantamento da Associação de Apoio aos Concursos Públicos e Exames (Aconexa) aponta a expectativa de mais de 230 mil vagas em concursos federais, estaduais e municipais ao longo do ano. Esse cenário é impulsionado pelo déficit de servidores, pelo aumento das aposentadorias e pela necessidade de recomposição de quadros em áreas estratégicas da administração pública.Entre os certames mais aguardados estão os de órgãos federais como AGU, IBGE, Banco Central, CGU e a Câmara dos Deputados, que já publicou edital. Nos âmbitos estadual e municipal, a maior concentração de vagas deve ocorrer nos setores de educação, saúde, segurança pública e administração Mesmo sendo um ano eleitoral, a legislação permite a publicação de editais, aplicação de provas e homologação de resultados. A restrição se limita à nomeação e posse nos três meses anteriores ao pleito, que em 2026 vai de 4 de julho a 5 de janeiro de 2027. Por isso, a tendência é que muitos órgãos acelerem etapas no primeiro semestre,Especialistas avaliam que 2026 será um período importante de preparação, sobretudo para concursos de médio e grande porte, já que a preparação costuma levar de seis meses a um ano. A recomendação é iniciar os estudos o quanto antes.

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