Foram confirmados 48 casos de mpox no Brasil em 2026, segundo dados atualizados do Ministério da Saúde. A maior parte está concentrada em São Paulo, com 41 ocorrências, seguido de Rio de Janeiro (3), Distrito Federal (1), Rondônia (1), Santa Catarina (1) e Rio Grande do Sul (1). Não há registro de mortes.De acordo com a pasta, predominam quadros leves ou moderados. Durante todo o ano de 2025, o país contabilizou 1.079 casos e dois óbitos.O Ministério da Saúde afirma que o país mantém vigilância ativa e que o SUS (Sistema Único de Saúde) está preparado para diagnóstico e manejo clínico dos pacientes, com rastreamento de contatos por 14 dias para interromper cadeias de transmissão.A recomendação é que pessoas com erupções cutâneas, febre e linfonodos inchados procurem atendimento médico e, se possível, mantenham isolamento social até avaliaçãoA recomendação é que pessoas com erupções cutâneas, febre e linfonodos inchados procurem atendimento médico e, se possível, mantenham isolamento social até avaliação.A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo afirma, em nota, que "monitora de forma contínua o cenário epidemiológico da mpox no estado e mantém articulação permanente com as secretarias municipais de saúde e com a rede assistencial. Os serviços de saúde realizam a identificação precoce, a notificação e a investigação de casos suspeitos, com testagem e acompanhamento clínico, além do A pasta diz que, neste ano, foram registrados 44 casos da doença até quinta-feira (19), comparado a 126 casos nos meses de janeiro e fevereiro de 2025. e monitoramento de contactantes O QUE É A MPOX? conforme protocolos técnicos."A mpox era anteriormente conhecida como "monkeypox" (varíola dos macacos, em português). Segundo a infectologista Flávia Falci, do Grupo Santa Joana, é uma infecção causada pelo vírus Mpox, que pertence à família do gênero orthopoxvirus, o mesmo da varíolaOs sintomas iniciais são febre, dor de cabeça, dor no corpo, cansaço e aumento dos linfonodos. Depois, pode evoluir para a chamada fase eruptiva, explica a médica, que é quando apresentam-se lesões na pele que são progressivas: começam avermelhadas, viram uma vesícula, mais amareladas e depois se tornam crustas. Elas podem ocorrer em face, região genital, perianal, palmas de mão e do pé e mucosa; casos graves podem evoluir com manifestações neurológicas e oculares. Folhapress
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