21 de fevereiro de 2026

Brasil registra 48 casos de mpox nos primeiros meses de 2026

Foram confirmados 48 casos de mpox no Brasil em 2026, segundo dados atualizados do Ministério da Saúde. A maior parte está concentrada em São Paulo, com 41 ocorrências, seguido de Rio de Janeiro (3), Distrito Federal (1), Rondônia (1), Santa Catarina (1) e Rio Grande do Sul (1). Não há registro de mortes.De acordo com a pasta, predominam quadros leves ou moderados. Durante todo o ano de 2025, o país contabilizou 1.079 casos e dois óbitos.O Ministério da Saúde afirma que o país mantém vigilância ativa e que o SUS (Sistema Único de Saúde) está preparado para diagnóstico e manejo clínico dos pacientes, com rastreamento de contatos por 14 dias para interromper cadeias de transmissão.A recomendação é que pessoas com erupções cutâneas, febre e linfonodos inchados procurem atendimento médico e, se possível, mantenham isolamento social até avaliaçãoA recomendação é que pessoas com erupções cutâneas, febre e linfonodos inchados procurem atendimento médico e, se possível, mantenham isolamento social até avaliação.A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo afirma, em nota, que "monitora de forma contínua o cenário epidemiológico da mpox no estado e mantém articulação permanente com as secretarias municipais de saúde e com a rede assistencial. Os serviços de saúde realizam a identificação precoce, a notificação e a investigação de casos suspeitos, com testagem e acompanhamento clínico, além do A pasta diz que, neste ano, foram registrados 44 casos da doença até quinta-feira (19), comparado a 126 casos nos meses de janeiro e fevereiro de 2025. e monitoramento de contactantes O QUE É A MPOX? conforme protocolos técnicos."A mpox era anteriormente conhecida como "monkeypox" (varíola dos macacos, em português). Segundo a infectologista Flávia Falci, do Grupo Santa Joana, é uma infecção causada pelo vírus Mpox, que pertence à família do gênero orthopoxvirus, o mesmo da varíolaOs sintomas iniciais são febre, dor de cabeça, dor no corpo, cansaço e aumento dos linfonodos. Depois, pode evoluir para a chamada fase eruptiva, explica a médica, que é quando apresentam-se lesões na pele que são progressivas: começam avermelhadas, viram uma vesícula, mais amareladas e depois se tornam crustas. Elas podem ocorrer em face, região genital, perianal, palmas de mão e do pé e mucosa; casos graves podem evoluir com manifestações neurológicas e oculares. Folhapress


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