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3 de outubro de 2013

Obra inacabável e haja descaso da prefeitura

Faz mais de 20 dias que a obra de revestimento do Canal Guarulhos que fica no bairro de Jardim São Paulo, na cidade do Recife, estado de Pernambuco, está parada e ninguém sabe o porque, em razão das obras vinham sendo realizadas pela Prefeitura da cidade do Recife no início deste ano. O descaso é muito grande para com os moradores que residem as margens deste canal, pois essa obra é importante para eles, que diga de passagem, quando chove as casas são invadidas pela água das chuvas e com perdas de bens matérias para todo mundo e não tem ninguém que pague os prejuízos que são muitos. O dinheiro desta obra inacabável já foi liberada deste junho do ano de 2012 no valor de R$ 22 milhões através do governo federal e diante do fato o povo quer saber onde foi parar este dinheiro. Queremos que a obra avance e que seja concluída no prazo combinado que que seria em julho deste ano, pois não queremos além das perdas continuar ilhados, sem poder sair de nossas casas, impedidos de estudar, trabalhar, ir para médicos e o mais grave: Correndo o risco de morte quando o inverno chegar. Afinal, o que está havendo? O que os moradores fizeram de tão grave para merecer este desprezo por parte da Prefeitura da cidade do Recife. Foto: Firmino Caetano Junior. Renata Martins. 
A URB RESPONDE: As obras no Canal Guarulhos, não estão paralisadas. Algumas frentes de trabalho estão sendo readequadas ao no vo projeto desenvolvido pela Prefeitura. Atualmente a URB está efetuando a instalação das placas de revestimento do equipamento eo prazo estipulado pela empresa está mantido. Assessoria de comunicação.

24 de julho de 2010

Situação de Palmares no domingo dia 18/07/2010





Domingo (18/07/10) em visita à Palmares pudemos ver de perto os estragos provocados pelas fortes chuvas que caíram sobre a região, e também o descaso governamental. No bairro de São Sebastião (conhecido por Pedreiras)encontramos moradores que até o momento nada haviam recebido das mãos do exército.De acordo com depoimento de diversos habitantes, o exército havia passado no sábado e deixado apenas 26 cestas básicas, e estas só chegaram às mãos dos que estavam nas proximidades, portanto quem consegue pegar alguma coisa, ótimo, quem não consegue espera pela solidariedade de vizinhos. Distribui-se apenas 1 colchonete por família mesmo assim, nem todas foram beneficiadas. O povo busca informações mas, não há a quem recorrer, muitos afirmaram que, no centro de arrecadação e distribuição que funciona na FAMASUL (Faculdade da Mata Sul) não há critérios, pessoas que não foram afetadas conseguem receber doações principalmente colchões e lençóis novos, e cestas básicas, outros que estão cadastrados não recebem donativos. De tanto ouvir as queixas da população nos dirigimos até a FAMASUL, onde o exército está coordenando os trabalhos, mas para a nossa surpresa as atividades estavam suspensas , o domingo é descanso para os soldados e voluntários.Um absurdo. Vimos pessoas famintas, mães sem nada para alimentar seus filhos, pessoas vagando desorientados pelas ruas observando os escombros em que haviam se transformado muitas construções. Tentamos falar com alguém que pudesse nos trazer esclarecimentos, mas fomos informados que só o ' tenente' é autorizado a falar e o mesmo não podia nos atender.Compreendemos que as pessoas envolvidas nos trabalhos precisam e merecem descanso, porém é urgente um sistema organizado de revezamento, o povo necessitado não pode esperar. A mídia tem divulga que, o governo do Estado enviou 300 pessoas para fazer mapeamento dos locais que foram afetados pelas chuvas. Ora, por anda anda essa equipe que não chega a determinados locais? Porque o governo não busca ajuda do pessoal dos correios e dos agentes de saúde, uma vez que estes são os profissionais que bem conhecem as localidades e o povo ? Para o governo a situação que precisa ser resolvida urgente em Palmares é a questão eleitoral de seus habitantes.O povo de Palmares espera por alimentos, água, roupas, remédios e, entre outras coisas, respeito e apoio para que possam reconstruir suas vidas com um mínimo de dignidade.
Albênia Silva/ Camaragibe
Fone(81) 9213-6271
Fotos: Claudinha Ribeiro e Luiza Lira.