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1 de dezembro de 2014

Vagas de estacionamento demarcadas

Apesar de medidas para evitar oficializadas pela Secon-Secretaria Executiva de Controle Urbano do Recife adotar severas medidas de combate, os abusos, aqui e ali ainda se encontra flanelinhas e até lojas usando cadeiras e cones para demarcar vagas de estacionamento nas ruas do Recife. Nos finais de semana, por falta de fiscalização, é comum espaços da orla serem reservados para determinados clientes que pagarem mais pelo especial lugar. O curioso é que, segundo a legislação, é proibido cobrar taxas em espaço público. No entanto, como é comum a Guarda Civil e policiais militares passarem pela orla do Grande Recife sem parar, a não ser em casos especiais, é rotina a população flagrar irregularidades. Sofrer abusos autoritários de flanelinhas que costumam agir de maneira desleal. Aí vem a saudade do ano de 2013, quando foram apreendidos 400 cones, cavaletes e outros objetos colocados em pontos estratégicos da cidade para reservar vagas de estacionamento. Na ânsia de cobrar mais caro pela vaga especial disponível em local público. Sob as vistas das autoridades que costumam fazer vista grossa para as irregularidades. Foto: Julio Ferreira. Carlos Ivan. Olinda/PE

25 de novembro de 2014

Flanelinhas x Agentes de Trânsito

O levantamento feito pelo Ministério Público de Pernambuco na Zona Azul apontando possíveis envolvimentos entre agentes da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano com flanelinhas é grave. A denúncia sobre esquemas de cobrança na Zona Azul é surpreendente, principalmente para os motoristas do Recife que são vítimas de extorsão. A CTTU alega que o agente de trânsito não pode impedir a presença de flanelinhas nas ruas. A Policia Militar argumenta que para atuar no problema é preciso haver flagrante de extorsão. Enquanto isso, o povo é quem paga o pato, sofrendo ameaças, agressões, cobranças antecipadas pela guarda do carro nas ruas, sob pena de sofrer avarias no bem, e isso quando não se manda com a grana no bolso, sem guardar coisa nenhuma. Mas tudo isso só está acontecendo por incompetência do poder público. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE