Quantas vezes não desejamos ganhar prêmios de loteria, achando que o dinheiro poderia resolver todos os problemas da nossa vida? O relato de Larry Ross, um vencedor da lotaria australiana, porém, pode vir a desmistificar essa ideia. Em 2004, o homem concedeu uma entrevista ao programa '60 minutos', onde revelou como a sua vida mudou - para pior - após vencer um chorudo prémio de 181 milhões de dólares (cerca de 940 milhões de reais). Segundo o mesmo, o dinheiro "não traz felicidade" e o grande problema foi o fato de as pessoas próximas dele terem achado "que o dinheiro também era delas". "Há muitos momentos em que digo para mim mesmo que se pudesse voltar quatro anos atrás e recuperar a minha vida anterior, o faria", afirma Larry, referindo-se à vida antes de receber o prêmio. Na entrevista, Ross contou como liquidou dívidas de amigos e conhecidos, apenas para que eles voltassem "seis meses depois" para pedir ainda mais dinheiro. Quando se negou a ajudá-los ainda mais, viraram-lhe as costas.A sua entrevista, recentemente compartilhada novamente pelo meio australiano, permite concluir que a solidão em que o homem vive, concluiu a jornalista que o entrevistou. Com informação do Site Notícias Ao Minuto
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15 de agosto de 2024
Homem que ganhou quase 1 bilhão em loteria diz que prefere vida pobre
13 de fevereiro de 2015
Consumidor vai receber seu dinheiro de volta
A Justiça Federal em Pernambuco (JFPE) determinou que a Promobem Pernambuco Administração e Prestação de Serviço devolva ao consumidor o valor pago pelo selo do título de capitalização do "Pernambuco dá Sorte", edição nº 262, cujo sorteio ocorreria em 16/11/2014. Como o sorteio não foi realizado, já que as atividades da Promobem foram suspensas pela Justiça Federal de Pernambuco, os consumidores serão ressarcidos, devendo comparecer entre os dias 23/02/15 a 06/03/15, no endereço situado à Avenida Caxangá, nº 2636, Cordeiro, no Recife. Os consumidores devem levar documento oficial com foto e exemplar do selo adquirido devidamente selado, para serem reembolsados. Foto: Firmino Caetano Junior. Justiça Federal de Pernambuco
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