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26 de outubro de 2011

Manchados ( Suape e Toritama)


Preocupado com a gorda arrecadação do ICMS gerada pelo pólo têxtil de Toritama, e zeloso para não manchar a imagem do Porto de SUAPE, seu carro chefe na campanha eleitoral, o governador Eduardo Campos (PSB/PE) tem utilizado a mídia (aliás, parceira inseparável) para mostrar-se ardente defensor dos comerciantes da “Capital do Jeans”. Afirmar que, a ponta do esquema começa nos Estados Unidos, que a população não pode ser prejudicada por causa de dois criminosos, um daqui, outro dos E.U.A, e que há eficiência na fiscalização em Suape, é no mínimo subestimar a capacidade crítica do povo pernambucano. Se há eficiência na fiscalização, por que só agora o esquema mafioso foi descoberto? Fala-se que a transação do lixo norte-americano vem acontecendo há aproximadamente longo onze anos (no mínimo), colocando em risco a saúde humana, envolvendo trabalho infantil e dinheiro, muito dinheiro. É vergonhoso presenciar o governo minimizar a questão, mas, tal atitude é um tanto admissível, num país onde a estrutura política é montada à base de barganha de cargos, lavagem de dinheiro, troca de favores, apadrinhamento e nepotismo , o procedimento do governador de Pernambuco passa a ser visto com bastante naturalidade. Maria Albênia Silva. Camaragibe-PE.

OUVIDORIA GERAL DO ESTADO RESPONDE: A manifestação da Sra. Maria Albênia Silva, sobre Suape e Toritama, foi encaminhada ao gabinete do governador, para as providências que se fizerem necessárias.
Karla Júlia Marcelino
Ouvidora Geral do Estado - Secretaria de Articulação Social e Regional

17 de outubro de 2011

Importação de lixo hospitalar: o mais podre não é o lixo



Nesse episódio em que foram descobertos alguns containers com lixo hospitalar no Porto de Suape, proveniente dos EUA, endereçados à uma empresa do pólo de confecções de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco, o que existe de "menos podre" é o que está dentro dos "caixotes metálicos". Podridão maior é que tal tipo de negociação seja feita de forma rotineira, e só agora, depois que alguns outros containers vindo do mesmo fornecedor, e endereçados ao mesmo cliente, já haviam passado tranquilamente pelas "barbas" dos chamados órgãos de fiscalização, as "otoridades" atentaram para o fato de que estavam "tomando bola nas costas". Pior ainda é o "segredinho" feito em torno do caso, principalmente quando ao nome da empresa responsável pela importação dessa "nojeira". Não sei o motivo, mas, em virtude do mistério que estão fazendo sobre a tal "importação", deve ser uma empresa pertencente a algum "tubarão", pois seguramente, se o dono da "biboca" fosse um simples "lambari", o nome da empresa estaria estampada na primeira página dos jornais e o tal "empresariozinho", já estaria sendo constrangido a dar explicações aos programas sensacionalistas da TV. Se containers com lixo hospitalar chegaram a passar despercebidos pelo Porto de Suape, outros tipos de "importações ilegais", a exemplo de drogas e armas, também podem ter "usado o mesmo caminho". Afinal, como diz um antigo ditado, "onde passa um boi, passa uma boiada"... fotos: web. Júlio Ferreira. Recife/PE.