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20 de novembro de 2025

Modelo que gastou R$ 2, 6 milhões em cirurgias choca com foto do seu rosto (Antes e Depois)

A repercussão em torno da modelo canadense Maria Madalena voltou a crescer depois que ela publicou uma imagem de sua aparência antes de iniciar as cirurgias plásticas que marcaram sua transformação radical. Na época em que começou as intervenções, aos 21 anos, ela ainda tinha o rosto natural, sem tatuagens e com longos cabelos loiros. Hoje, quase nada daquela imagem permanece. Segundo a própria modelo, o processo de mudança exigiu um investimento acumulado superior a 380 mil libras, cerca de R$ 2,6 milhões, ao longo dos últimos anos. O objetivo, como já declarou em entrevistas, era construir uma estética que remetesse a uma figura “mutante, híbrida e pós-apocalíptica”, distante do padrão humano comum. As alterações incluíram cirurgias corporais e faciais, além de tatuagens por todo o corpo — inclusive uma extensa pigmentação preta que cobre grande parte da pele. A publicação da foto antiga dividiu opiniões: enquanto alguns seguidores elogiaram a ousadia da trajetória estética de Maria, outros afirmaram ter ficado chocados com o contraste. Parte dos procedimentos não pôde ser realizada no Canadá ou nos Estados Unidos, o que levou a modelo a viajar para outros países em busca de profissionais que aceitassem suas solicitações. Em um desses procedimentos, o mais delicado, Maria relata ter perdido grande quantidade de sangue e passado por duas transfusões. De acordo com ela, a equipe médica chegou a considerar a possibilidade de que não sobrevivesse à cirurgia. Entre as transformações mais polêmicas está a tatuagem dos globos oculares com tinta verde neon. O resultado ficou longe do esperado: o pigmento amarelo começou a se acumular na região inferior dos olhos, deixando manchas permanentes que continuam visíveis em vídeos recentes publicados por ela nas redes. Apesar da quantidade de críticas que recebe e da reação negativa de parte do público, Maria afirma que o julgamento alheio ainda é a parte mais dolorosa de toda a história. Segundo ela, muitas pessoas a classificam como alguém “mal-intencionado” apenas por causa de sua aparência, ignorando o fato de que se trata de uma escolha pessoal. 

31 de julho de 2023

Sabrina Sato faz topless e exibe curvas em hotel na Itália

Sabrina Sato surpreendeu os seguidores da sua página de Instagram com uma fotografia bastante 'quente'. De topless, e apenas com uma calcinha fio dental, é assim que podemos ver a apresentadora, de 42 anos, na recente fotografia que publicou nos stories. A imagem foi captada no hotel onde está hospedada em Roma, Itália, e rapidamente chamou a atenção da imprensa brasileira e dos fãs. Dadas as publicações que tem feito no Instagram, a apresentadora estaria trabalhando no país, mas não deixa de aproveitar todos os momentos desta viagem.  

15 de fevereiro de 2014

O vilão é o modelo atual do setor elétrico

Tentar entender o que se passa com o setor elétrico brasileiro, significa conhecer melhor um passado recente em que decisões errôneas foram tomadas, resultando atualmente em tarifas caras, fornecimento e abastecimento precários, e risco crescente de racionamento de energia. Além de um setor sem credibilidade, sem democracia, sem competência. Em fevereiro de 1995, teve inicio o que ficou conhecido como a Reestruturação do Setor Elétrico, com a aprovação pelo Congresso Nacional da Lei nº 8987, que trata do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos. Iniciou assim um modelo “de mercado”. Ou seja: a reestruturação foi baseada no preceito de que a ação empresarial “concorrencional”, motivada pela perspectiva do lucro econômico, aportaria ao setor elétrico, eficiência e qualidade dos serviços prestados e tarifas módicas. Essa assertiva não é inteiramente verdadeira, pois as empresas do setor andam ganhando “rios de dinheiro”, mas seus investimentos ficam somente nos discursos, já que o tesouro nacional, com o dinheiros dos nossos impostos, tem sido o “Papai Noel” fora de época para as empresas do setor elétrico. A culpa pela situação a que chegou o setor elétrico brasileiro hoje, não é de São Pedro, é sim dos homens, da ganância, da dominação do homem sobre ele mesmo. Temos condições de promover as mudanças necessárias no modelo elétrico, que seria de promover as novas fontes de energia (sol e vento), e de incentivar o uso racional de energia. Foto: Firmino Caetano Junior. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE