Além das presenças estreladas, uma ausência chamou a atenção dos espectadores do Criança Esperança, Renato Aragão, um dos criadores do programa, em 1986, e até hoje embaixador da Unicef, não participou da festa. Este foi o primeiro ano do evento fora dos Estúdios Globo por conta da pandemia e o humorista, ídolo de gerações por seu personagem Didi Mocó, de Os Trapalhões, ficou de fora. Mas o que aconteceu? "Renato simplesmente não foi convidado pela Globo", diz Lilian Aragão, mulher do ator, em entrevista à reportagem. "Ele participaria com o maior prazer, é um programa que ajudou a criar". Segundo Lilian, Renato ficou "muito triste" por não ter sido lembrado nem ter recebido qualquer homenagem no programa. "Ele se dedicou ao Criança Esperança por quase trinta anos!", lembra. Lilian conta que o marido esperava ser chamado para uma participação no especial, ainda que fosse rapidamente, sem status de apresentador. "Ele ficou animado com os anúncios do programa. Achou que seria lembrado, mas não deram nem um telefonema", afirmou. Folhapress.

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