Para as mais de 10 milhões de pessoas que convivem com doenças inflamatórias intestinais (DII), como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, cada refeição pode ser um campo minado. A relação com alimentos é marcada pelo medo de desencadear dor abdominal, diarreia, sangramento e fadiga. No entanto, a ciência tem evoluído para mostrar que a nutrição é uma peça-chave no manejo da doença.Diferentemente do que se possa imaginar, não existe uma "dieta para DII". O consenso entre gastroenterologistas e nutricionistas é de que a abordagem deve ser individualizada As DII costumam evoluir em duas fases bem distintas: a fase ativa, quando há crises e inflamação intensa, e a fase de remissão, quando a doença está controlada e os pacientes apresentam poucos sintomas ou estão assintomáticos. Saber o que comer em cada uma delas faz toda a diferença para a recuperação e o bem-estar do paciente Durante a fase ativa (ou de crise), o intestino precisa de um “descanso”. O foco da alimentação é reduzir o esforço digestivo, com uma dieta de baixo resíduo e poucas fibras insolúveis, como batata inglesa (sem casca), cenoura cozida, arroz branco, maçã sem casca, banana prata e inhame.Quando a doença entra em remissão, a prioridade passa a ser a recuperação do equilíbrio intestinal e isso inclui a reintrodução
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