O governo brasileiro está estudando a compra de usinas nucleares flutuantes para uso na Amazônia, uma solução oferecida pela estatal russa Rosatom no escopo da aproximação entre os dois países no espinhoso campo da energia atômica. A Rosatom, por sua vez, está de olho em aprofundar a parceria iniciada em março para a exploração conjunta de urânio na mina de Caetité, na Bahia. "Temos muito interesse em ampliar nossa cooperação", disse o diretor da empresa para a América Latina, Ivan Dibov. A empresa russa, ator global tão central no mercado que continua tendo 20% de suas receitas externas de US$ 100 bilhões em 2024 vindas de países adversários no contexto da Guerra da Ucrânia, como os Estados Unidos, é pioneira na tecnologia de pequenos reatores. Conhecidos pela sigla SMR (reator modular pequeno, em inglês), eles produzem de 10% a 50% do que as centrais maiores produzem, com a vantagem de ocupar espaços reduzidos. Em 2020, a Rússia lançou a única usina flutuante hoje em operação no mundo. Montada sobre a barcaça Acadêmico Lomonosov, ela provocou enorme celeuma com ambientalistas, que a apelidaram de "Tchernóbil flutuante", em referência ao desastre nuclear soviético de 1986. Nada até aqui aconteceu, e ela está substituindo uma antiga central com reatores obsoletos, além de uma poluente usina termoelétrica no Ártico russo. O Greenpeace segue denunciando a prática como perigosa. Folhapress
Mostrando postagens com marcador amazônia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amazônia. Mostrar todas as postagens
4 de julho de 2025
Rússia oferece usinas nucleares flutuantes para Amazônas
22 de outubro de 2023
'Sem água não tem vida': Seca na Amazônia brasileira aumenta o temor pelo futuro
As comunidades que dependem dos cursos de água da floresta amazônica estão isoladas sem abastecimento de combustível, alimentos ou água filtrada. Dezenas de botos morreram e foram levados até as margens.E milhares de peixes sem vida flutuam na superfície da água. Essas são apenas as primeiras imagens sombrias da seca extrema que assola a Amazônia brasileira. Os níveis historicamente baixos da água afetaram centenas de milhares de pessoas e animais, e, com a previsão dos especialistas de que a seca pode durar até o começo de 2024, os problemas tendem a se intensificar. Oito estados brasileiros registraram os menores índices pluviométricos dos últimos 40 anos no período entre julho e setembro, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, o Cemaden. A seca afetou a maioria dos principais rios do Amazonas, a maior bacia hidrográfica do mundo, que representa 20% da água doce do planeta. 42 dos 62 municípios do Amazonas haviam declarado estado de emergência. Cerca de 250 mil pessoas foram afetadas pela seca até agora, e esse número pode dobrar até o fim do ano, segundo a Defesa Civil do estado.
29 de setembro de 2012
Índio não quer Apito, nem Espelhos, agora é Dólares
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, trouxeram "apitos e espelhos"
para negociar com os índios. Hoje os estrangeiros estão negociando com
"dólares". Por US$ 120 milhões, índios da etnia mundurucu venderam à uma
empresa estrangeira, "Celestial Green Ventures", uma área 16 vezes o
tamanho do município de São Paulo em plena floresta amazônica, no
município de Jacareacanga (PA). Eu sou a favor de que se os
estrangeiros não querem que se desmate a Amazônia que pagem por isso,
mas estes contratos tem que ser muito bem redigidos. Foto: web. Edson Campos e Silva. Recife/PE.
3 de setembro de 2011
Amazônia: Maior parte da área desmatada foi transformada em pastos
Mais de 60% da área já desmatada na Amazônia foram transformados em pastos. A conclusão está em um levantamento divulgado nesta sexta-feira e que, pela primeira vez, mapeou o uso das áreas desmatadas do bioma e mostrou o que foi feito com os 720 mil quilômetros quadrados de florestas derrubados até 2008 – uma área equivalente ao tamanho do Uruguai. A maior parte foi convertida para a pecuária. O levantamento, feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), dividiu a área desmatada em dez classes de uso, que incluem pecuária, agricultura, mineração, áreas de vegetação secundária, ocupações urbanas e outros. fonte. Correio do Brasil/RJ.
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)

