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23 de junho de 2025

Rendimento médio dos brasileiros chega a R$ 3. 270

O rendimento médio dos brasileiros chegou a R$ 3.270 no quarto trimestre de 2024, o maior já registrado no país. Os dados, divulgados são do boletim Emprego em Pauta, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). De acordo com o levantamento, entre 2014 e 2022, o rendimento médio no país manteve-se praticamente estável, com exceção dos anos 2020 e 2021, impactados pela crise pandêmica. No entanto, de 2022 até 2024, houve aumento de 7,5% no rendimento médio das pessoas ocupadas, que chegou a R$ 3.270 mensais no quarto trimestre de 2024. O boletim destaca porém que, embora o crescimento médio do rendimento tenha ficado em torno de 7,5%, entre 2022 e 2024, para todas as faixas de renda, os que ganhavam menos foram menos beneficiados. Para os ocupados com os menores rendimentos, o aumento foi equivalente a R$ 76 mensais. Já para os 10% com maiores rendimentos, o ganho foi 12 vezes maior: de R$ 901 mensais. O levantamento mostra ainda que quase um terço dos ocupados, no último trimestre de 2024, continuava a receber, no máximo, um salário mínimo, enquanto os preços de itens básicos de consumo cresciam em ritmo mais acelerado do que a média da inflação, afetando diretamente os mais pobres. 

7 de março de 2025

Um a cada três brasileiros vive com obesidade

Aproximadamente um a cada três brasileiros, 31%, vive com obesidade e essa porcentagem tende a crescer nos próximos cinco anos. No país, cerca da metade da população adulta, entre 40% e 50%, não pratica atividade física na frequência e intensidade recomendadas. Os dados são do Atlas Mundial da Obesidade 2025 (World Obesity Atlas 2024), da Federação Mundial da Obesidade (World Obesity Federation – WOF). O relatório mostra que, no Brasil, 68% da população tem excesso de peso e, destas, 31% têm obesidade e 37% têm sobrepeso. O Atlas traz ainda uma projeção de que o número de homens com obesidade até 2030 pode aumentar em 33,4%. Entre as mulheres, essa porcentagem pode crescer 46,2%. O sobrepeso e a obesidade podem trazer riscos. Segundo o Atlas, 60,9 mil mortes prematuras no Brasil podem ser atribuídas a doenças crônicas não transmissíveis devido ao sobrepeso e obesidade, como diabetes tipo 2 e Acidente Vascular Cerebral (AVC) – a informação é baseada em dados de 2021. Diante desse cenário, o endocrinologista Marcio Mancini, diretor do Departamento de Tratamento Farmacológico da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), diz que o Brasil precisa tratar o sobrepeso e a obesidade com uma questão de saúde pública. “É um problema de saúde pública, não dá mais para responsabilizar um indivíduo. Não dá para falar para aquela pessoa que sai às 5h da manhã de casa e chega em casa às 21h, que passa várias horas em transporte público, para comer mais frutas e legumes e ir para academia fazer exercício”, defende. “O problema de saúde pública tem que ser enfrentado com medidas de saúde pública”, enfatiza. 

2 de fevereiro de 2025

Brasileiros recebe mais de 1 bilhão de ligações indesejadas todo mês, segundo Anatel

Os brasileiros recebem mais de 1 bilhão de chamadas de telemarketing abusivo por mês, indica documento da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) entregue ao Cdust (Comitê de Defesa dos Usuários de Serviços de Telecomunicações). A agência de telecomunicações afirma ter bloqueado 184,9 bilhões de chamadas inoportunas na rede monitorada de 26 operadoras entre junho de 2022, quando adotou regras para restringir a prática, e dezembro de 2024. Uma apresentação de prestação de contas ao Cdust mostra que a eficiência das medidas de bloqueio de ligações indesejadas fica em 85%. Os 15% restantes chegam aos usuários de serviços de telecomunicações. As ações que tentam mitigar o problema não impediram uma alta de chamadas abusivas entre 2023 e 2024. O número de ligações inoportunas bloqueadas pela Anatel subiu de 76,11 bilhões, nos últimos sete meses de 2023, para 82,52 bilhões, nos primeiros sete meses de 2024, sendo que o total de chamadas na rede se manteve no período. Trata-se dos dados apresentados pela Anatel ao órgão consultivo. Não há informações mensais para os primeiros meses de 2023, nem para o período após julho do ano passado, segundo a agência. Folhapress 

29 de dezembro de 2024

51% dos brasileiros dizem ter mais medo da polícia do que confiança nela, segundo Datafolha


Um total de 51% dos brasileiros acima de 16 anos disseram ter mais medo do que confiança na polícia, segundo pesquisa Datafolha divulgada dia 21 último. O dado supera por pouco o de pessoas que afirmaram confiar mais na polícia do que temê-la: são 46%. O instituto entrevistou 2.002 pessoas, de 16 anos ou mais, em 113 municípios de todo o país entre 12 e 13 de dezembro deste ano. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O resultado é semelhante ao aferido na pesquisa anterior em que a mesma pergunta foi feita, em abril de 2019, em meio a gestão de Jair Bolsonaro (PL). Na época, 51% afirmaram ter mais medo, enquanto 47% tinham mais confiança. O pesquisador Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirmou que o resultado do levantamento deve servir de alerta para os agentes de segurança mudarem sua forma de atuação. "A população não se sente segura em relação à forma de trabalho da polícia, mas não é de hoje", disse ele. A forma com que elas têm atuado historicamente tem incomodado, porque não é uma forma que vê a segurança e o direito social para para todos  

19 de novembro de 2024

230 mil brasileiros podem ser deportados dos Estados Unidos

Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, sugeriu nesta segunda-feira (18) que pretende declarar emergência nacional para promover deportações em massa de imigrantes indocumentados. Trump também sugeriu que irá usar militares para cumprir promessas de campanha. O republicano, que toma posse em janeiro, fez da repressão a pessoas em condição ilegal no país um elemento central de sua campanha, prometendo inclusive realizar deportações em massa. Nova declaração foi feita hoje na Truth Social, rede social de Trump. O republicano compartilhou uma publicação do presidente do grupo conservador Judicial Watch, Tom Fitton, na qual ele afirma: "[Trump] está preparado para declarar emergência nacional e usar militares para reverter a invasão promovida por Biden por meio de um programa de deportação em massa'". Na legenda, o republicano escreveu apenas: "Verdade!" Com a vitória de Trump, 11 milhões de imigrantes entram na mira do exército. O republicano prometeu a "maior operação de deportação doméstica na história americana". O objetivo seria expulsar 11 milhões de imigrantes ilegais, estima artigo da revista Time. O método será encurtar os processos de deportação, realizando as expulsões sem a realização de audiências, exigidas por lei atualmente. Republicano diz que a medida vai melhorar os salários dos americanos, mas o resultado pode ser desastroso. A remoção abrupta de milhões de imigrantes provavelmente levaria à instabilidade econômica, particularmente em indústrias fortemente dependentes de mão de obra dos ilegais, como agricultura e turismo. Para cumprir a promessa, Trump gastou bilhões de dólares. O custo para deportar um milhão de imigrantes ilegais por ano custaria mais de US$ 88 bilhões (R$ 502,3 bilhões em valores de hoje), totalizando US$ 967,9 bilhões (R$ 5,5 trilhões) ao longo de mais de 10 anos, de acordo com relatório do Conselho Americano de Imigração. Folhapress 

18 de outubro de 2024

54% dos brasileiros acreditam que saúde Mental é o maior problema de saúde

Dados do novo relatório global Health Service Report 2024, revelam percepções e desafios relacionados aos sistemas de saúde no mundo. A pesquisa, elaborada pela Ipsos, empresa especialista em pesquisa de mercado e opinião pública, avaliou também o cenário brasileiro quanto às doenças que a população acredita que sejam os principais problemas de saúde no país. 54% das pessoas no Brasil acreditam que a saúde mental seja, hoje, o principal problema de saúde enfrentado pelos brasileiros. O estudo completo traz ainda as principais preocupações sobre a qualidade dos serviços de saúde, acesso a tratamentos, desafios de saúde pública e como a pandemia da Covid-19 deixou impactos no setor. A pesquisa foi conduzida entre 26 de julho e 06 de agosto de 2024 com a participação de 23.667 adultos entre 18 e 74 anos de 31 países. Para países como Brasil, Chile, Colômbia e outros, a amostra representou uma parcela mais urbana e conectada da população. A margem de erro foi calculada com base no intervalo de credibilidade da Ipsos, com uma precisão de +/-3,5 pontos percentuais para amostras de 1.000 e +/-5,0 pontos percentuais para amostras de 500. A Saúde Mental continua sendo a maior preocupação de saúde no mundo. Em média, 45% das pessoas entrevistadas nas nações pesquisadas consideram este tema como o maior problema de saúde em seus países. Esse número era de 27% em 2018. A crescente conscientização e preocupação com o bem-estar mental tem reforçado e impactado nesses resultados. O câncer e a obesidade continuam a ser uma das principais preocupações, especialmente entre as gerações mais velhas, enquanto a obesidade também figura como o problema mais preocupante de diversos países. Menos da metade dos entrevistados acreditam que seu país oferece os mesmos cuidados para todos (41%), revelando uma percepção de desigualdade no acesso a serviços de saúde. A pesquisa também revelou uma queda na qualidade percebida do sistema de saúde no mundo todo. Apenas 44% das pessoas classificaram a qualidade dos serviços como “boa”, uma queda significativa frente aos 53% de 2021, durante a pandemia de Covid-19. Em média, 64% dos entrevistados acreditam que seus sistemas de saúde estejam sobrecarregados. 

26 de julho de 2024

Quase metade dos brasileiros não troca de escova de dentes regularmente

Além de ser um ponto de acúmulo de bactérias, uma escova de dentes desgastada não é capaz de remover impurezas e pode provocar uma série de problemas bucais, como o desenvolvimento de placa bacteriana, retração gengival e, em casos mais graves, perda dos dentes. Segundo o último levantamento da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2019, apenas 50,7% dos brasileiros trocam o item após três meses de uso. Como explica o professor do curso de Odontologia da Faculdade Anhanguera, Rafael Parteli, quando as cerdas começam a ficar deformadas, perdem a eficiência na remoção de sujeira dos cantos entre os dentes. “O desgaste das cerdas prejudica o potencial de limpeza durante a escovação, dessa forma, deixando a cavidade bucal propensa para proliferação de bactérias causadoras de doenças”, alerta. Para conservar a qualidade das escovas, é necessário preservá-las em um ambiente que permita a secagem completa entre um uso e outro, pois a umidade constante contribui para a cultura de germes, fungos e bactérias que se multiplicam com o decorrer do tempo. Após a higienização bucal, é preciso lavá-las em água corrente e guardá-las em pé. A recomendação da dentista é para que a substituição do item aconteça a cada três ou quatro meses, sempre que as cerdas estiverem com o aspecto gasto. Fonte: site mais saúde 

8 de julho de 2024

1 em cada 3 brasileiros que diz ter coleta seletiva não separa o lixo

É quase uma unanimidade: a reciclagem é considerada algo importante para o futuro do país e do mundo por 99% dos brasileiros, segundo pesquisa do Datafolha que investigou a percepção da população e suas práticas cotidianas de separação de resíduos. Ainda assim, 29% dos brasileiros afirmam não separar materiais recicláveis dos demais resíduos produzidos em casa. Dos 71% de brasileiros que afirmam separar esses resíduos que podem ser reciclados, 51% dizem o fazer sempre, 17%, só de vez em quando e 4%, raramente. O Datafolha aponta que 54% afirmam ter coleta seletiva onde moram. Mesmo assim, 1 em cada 3 (33%) desses brasileiros com acesso a esse serviço não separa seus resíduos recicláveis em casa. De abrangência nacional, a pesquisa entrevistou 2.010 pessoas em 112 municípios de todas as regiões do país 

21 de novembro de 2023

Mais de 16 milhões de brasileiros têm diabetes e desconhecem diagnóstico

O diabetes é uma doença crônica, silenciosa e progressiva que acomete mais de 16 milhões de brasileiros. Somos o quinto país com mais incidência de diabetes no mundo (atrás dos Estados Unidos, China, Paquistão e Índia), segundo dados do Atlas do Diabetes da Federação Internacional, que revela que este número pode chegar a 21,5 milhões de pessoas em 2030. Já quando se trata da população mundial, estima-se 537 milhões (1 em 10), sendo que muitas pessoas podem ter a doença sem saber. Esse total pode chegar a 643 milhões em 2030 e 783 milhões em 2045. O número de casos de diabetes praticamente dobrará em pouco menos de três décadas. É o que revelam novas estimativas publicadas na revista científica The Lancet, no fim de junho deste ano. Segundo a publicação, o mundo deverá ter 1,3 bilhão de pessoas com a doença em 2050. O diabetes, que mata 1,5 milhão de pessoas por ano no planeta, já é uma das dez principais causas de mortes por doenças no mundo. De acordo com a estimativa, em 2045 três em cada quatro casos de diabetes ocorrerão em países de baixa e média renda, o que representa um desafio para os sistemas de saúde. Segundo o Dr. Ricardo Cohen, coordenador do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e presidente eleito da Federação Internacional de Cirurgia da Obesidade e Distúrbios Metabólicos (IFSO), a obesidade é um dos principais fatores de risco para se desenvolver o diabetes tipo 2. “Além da obesidade, o fator genético é importante. Essas situações, associadas a estilo de vida inadequado contribuem para o aparecimento e progressão da doença. Ao ser diagnosticado com diabetes, junto com o tratamento, o indivíduo precisa fazer algumas adaptações na rotina, especialmente no que diz respeito à alimentação e à prática de exercícios físicos”, esclarece Dr. Cohen. Folhapress



22 de julho de 2023

Alerta: Brasileiros com hepatite

O Ministério da Saúde estima que cerca de um em cada quatro brasileiros não sabe que tem hepatite B. De acordo com dados apresentados pela pasta, entre 1 milhão de pessoas que devem viver com a doença viral no País, somente 264 mil (24%) foram diagnosticadas. A quantidade de indivíduos com acesso a medicamentos é ainda menor: apenas 41 mil fazem tratamento. A meta do Ministério é ampliar esse número para 100 mil nos próximos dois anos. O cenário da doença no país foi apresentado na manhã da última quarta-feira durante coletiva de imprensa. Os dados mostram que houve uma queda nos registros de novos casos entre 2019 e 2022, passando de 14 350 para 9 156. A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente da pasta, Ethel Maciel, explicou que a queda deve estar relacionada à pandemia de covid-19. "Precisamos resgatar e ampliar o diagnóstico nas unidades de saúde", disse. Atualmente, há cinco tipos de hepatite em circulação no Brasil, sendo que as mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. O grande risco é que elas podem atingir o fígado, levando a quadros como a cirrose. As estatísticas indicam que os homens são o público mais atingido pela doença, representando 56% do total de casos. A meta do Ministério da Saúde é ampliar o diagnóstico, chegando a 90% dos potenciais casos até 2030. Atualmente, o governo disponibiliza no Sistema Único de Saúde (SUS) tanto a vacina contra hepatite A quanto contra hepatite B. Folhapress 

6 de fevereiro de 2015

Brasileiros gastam mais no exterior do que no nosso Pais

Quando a máquina funciona mal, distribui problemas aos outros. No Brasil, diversos segmentos necessitam de recauchutagem. A Petrobrás chora a perda de bilhões de dólares, roubados pela corrupção. Os apagões realçam a crise de energia. O racionamento de água acentua os eternos calos hídricos. As contas públicas desequilibradas pedem arrocho no povo para reverter a negativa situação. Até o turismo no país tem imagem arranhada. Enquanto os brasileiros gastaram R$ 26 bilhões com viagens ao exterior, os estrangeiros despenderam somente R$ 6 bilhões na economia brasileira. Assim, o Brasil se atola. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

29 de outubro de 2011

Satisfação de vida dos brasileiros


Em 1998, uma pesquisa da revista Época indicou que 44% dos brasileiros achavam que a sua vida tinha melhorado e estavam otimistas com o Brasil. Em 2011 em outra pesquisa da MCI do cientista político Antônio Lavareda, indicou que este número tinha aumentado para 73%, ou seja, mais de 100 milhões de brasileiros estão satisfeitos, otimistas e confiantes no Brasil. Para quem não conhece Lavareda e a MCI ambos são reconhecidamente respeitados nacionalmente e sempre trabalharam para a oposição. Isso nos leva a duas verdades: O governo Lula com todas as suas mazelas fez um upgrade na condição de vida dos brasileiros. Basta ir à Paris, New York ou Buenos Aires e o brasileiro classe C está lá como nunca. Se tivéssemos uma classe política mais competente e menos corruptas o Brasil já estaria entre as cinco maiores potencias do mundo. foto: web. Edson Campos e Silva. Recife/PE.