Paul Alexander, norte-americano que sobrevivia com ajuda de um pulmão de ferro há mais de 70 anos, morreu após contrair covid-19, nos Estados Unidos. Morte foi anunciada nesta terça-feira (12). Um comunicado publicado em uma página de financiamento para Paul nas redes sociais afirmou que ele morreu na segunda-feira (11), aos 78 anos. Hospitalizado com covid-19. No fim de fevereiro, o administrador das redes sociais dele contou que Paul estava internado com covid e que a situação dele era "delicada". Rotina compartilhada nas redes. Paul, que era formado em direito e tinha livros publicados, compartilhava a rotina dele em um pulmão de ferro nas redes sociais. Ele tinha mais de 300 mil seguidores no Tiktok. Sequelas da poliomielite. Nascido no Texas, ele vivia em Dallas e contraiu a paralisia infantil antes da criação da vacina para a doença, em 1952. Por causa das sequelas, ele precisou passar a vida usando o equipamento para auxiliar na respiração dele. Sou muito grato a todos que doaram para a campanha de financiamento do meu irmão. Isso permitiu que ele vivesse os últimos anos da vida dele sem stress e vai ajudar a pagar pelo funeral neste momento tão difícil', disse o irmão de Paul, em comunicado nas redes. Folhapress
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15 de março de 2024
Homem que viveu com pulmão de ferro por 70 anos morre de covid
25 de janeiro de 2024
Mais uma subvariante da Covid é identificada
O Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) da Secretaria de Estado da Saúde de Mato Grosso identificou uma nova subvariante da Covid no estado, a JN 2.5. É o primeiro registro no Brasil da nova cepa, que é uma variação da ômicron, segundo a Secretaria de Saúde. Para a pesquisa -realizada entre os dias 16 e 18 de janeiro-, foram selecionadas e sequenciadas 15 amostras positivas para Covid nos municípios de Cuiabá (8) e Várzea Grande (7). Quatro mulheres tiveram o exame positivo para a subvariante. Três chegaram a ser hospitalizadas e após alta médica seguiram para isolamento domiciliar. A outra tinha DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e morreu. O óbito permanece em investigação pela vigilância epidemiológica local. "Não é necessário criar pânico, mas é preciso sempre estarmos em alerta aos sintomas gripais. Orientamos o uso de máscara em caso de gripe ou resfriado, além de lavar as mãos com sabão e/ou higienizar com álcool 70%. É importante procurar a unidade de saúde mais próxima para que o médico defina a melhor condução do quadro. É imprescindível também a vacinação contra o coronavírus. Somente a imunização é eficaz na prevenção contra a doença", ressalta a superintendente de Vigilância em Saúde, Alessandra Moraes, em nota. Folhapress
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