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10 de maio de 2013
Teoria da violência
Na década de 60 a população era inferior ao número da atual. O cinema era popular, nos bares a lei da menoridade era rigorosamente observada. Os bailes em clubes populares e nas chamadas “gafieiras” estavam sempre lotados, com direito a uma banda de rock. E, por fim, havia as festinhas em casas de família e os adolescentes tinha ocupações no final de semana com pouco gasto.Com o final de todas essas opções, até mesmo para pessoa de baixa renda, a partir dos anos 80, toda a ociosidade da juventude permitiu que eles buscassem outras alternativas nos seus “weekends” com bebidas ou drogas. Havia também a opção religiosa, onde igrejas de crenças evangélicas conseguiram reduzir, mas não o suficiente para evitar o iminente. Filmes inadequados, eventos com bandas de forró e até mesmo programas televisivos de cenas provocantes ou violentas. Prá encerrar, cinema agora somente nos shoppings com o preço de classe média e alguns shows, ao ar livre, deixando muito a desejar, incluindo aí nesse contexto as torcidas organizadas. Foto Ilustrativa do Cinema Royal. São Lourenço da Mata. Firmino Caetano Junior. Autor da matéria: Breno dos Santos. Gravatá/PE
3 de setembro de 2012
Patrulha nos bairros em boa hora
A idéia da patrulha nos bairros que, veio a bom
tempo, onde assaltos a mão armada são corriqueiros no Recife,
pricipalmente no bairro de Boa Viagem, em ruas com a Barão de Souza Leão
próximo ao Banco do Brasil, e transversais, pois os criminosos
seguem os correntistas até suas residências, quando não os assaltam no
trajeto. Ruas com a Sansão rRbeiro, Sá e Souza, Barão de Tefé, Eládio
Ramos, Padre Cabral, cobram a presença constante dessa patrulha, pois a
vida dos moradores e transeuntes corre risco de noite ou de dia. Já rua
com pontos de ônibus são ameaças constantes, pois os meliantes assaltam
que espera pelos coletivos ou descem deles, com a capitão Zuzinha, de
forma que, a população espera que, de fato, a polícia monte "ponto" fixo
nas ruas do bairro, para que se tenha aonde recorrer quando
precisar e nos horários mais esquisitos, com de manhã cedinho e à
noitinha, do contrário é pura pirotecnia das eleições. Foto: Firmino
Caetano Junior. Quenia Matos. Recife/PE. Aprenda inglês em 8 semanas. http://www.msafiliados.com/ affiliates/id/1110_170
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5 de julho de 2011
Pena de morte

A lei 12.403/11, sancionada por Dilma no final de maio, altera dispositivos do Código de Processo Penal editado há mais de 70 anos. Porém, quem pensava que a mudança viria para garantir maior segurança para o cidadão brasileiro do séc 21 que vive ameaçado em meio a um mundo selvagem, enganou-se. Esta lei veio para sanar problemas do Estado brasileiro , incompetente e irresponsável durante décadas, e que agora, premido por exigências da ONU, simplesmente nos joga às feras, quando liberta milhares de presos das cadeias superlotadas. E mais.. .é uma lei que promove a impunidade quando considera que autores de crimes como contrabando, furto, lesão corporal, receptação, formação de quadrilha, peculato, apropriação indébita e desvio de dinheiro público não são passíveis de prisão temporária, o que rapidamente levará os criminosos a fugir da justiça e desaparecer impunes. Gostaria de saber se nós, cidadãos, podemos entrar com uma representação contra o Estado tendo em vista a insegurança que tal lei promove para o conjunto da população. Porque pagar impostos , ainda que escorchantes e mesmo não vendo retorno dos mesmos, é dever nosso ; mas o Estado , para ficar bem na fita com a ONU nos impor cobrança com nosso sangue , praticamente nos sentenciando à pena de morte, é crime hediondo que merece ser denunciado às cortes internacionais! Mara Montezuma Assaf. São Paulo/SP.
11 de abril de 2011
Pacto pela vida e os assaltos

Os pernambucanos sobretudo os recifenses, estão se perguntando como pode esse pacto pela vida, ser um sucesso e exemplo para outras capitais, quando a população corre risco de morte todos os dias, nas ruas e nas residência, que, a cada dia são invadidas por bandidos? Esse pacto só é real para o governo seus acessores, que andam de carros com segurança e moram em edificações a prova de invasão, mas para o cidadão comum que anda de ônibus, e é assaltado nas ruas, a pé ou nos carros, isso não vale! Não se vê policiamento ostensivo nas ruas; o Recife já virou caso de calamidade pública a muito tempo, e como os bandidos também não veem sobra dessa polícia, nas ruas para dar cobertura aos cidadão, agora, acharam mole, entrar em prédios e roubar tudo, pondo em risco a vida das pessoas! A população quer a polícia nas ruas, e as forças armadas, que, só dão o ar de sua graça, quando há algum evento importante ou visita de algum ilustre político, nas capitais, como no caso do rio e a visita do presidente americano! Fora disso, a população morre e sofre todos os dias, sem a proteção policial nas ruas. foto: web. Julia Nascimento. Recife/PE
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