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10 de junho de 2025

Britânica é presa com drogas feita de ossos humanos

Charlotte May Lee, uma ex-comissária de bordo de 21 anos do Reino Unido, foi detida no Sri Lanka por tráfico de uma substância sintética conhecida como "kush", cuja composição, segundo autoridades, inclui ossos humanos. A jovem foi flagrada no aeroporto internacional Bandaranaike, em Colombo, transportando mais de 45 quilos da droga em duas malas — carga avaliada em quase 3 milhões de euros. A apreensão é considerada a maior da droga no país. De acordo com o jornal norte-americano New York Post, o "kush" tem causado uma grave crise de saúde pública na Serra Leoa, onde se estima que cerca de uma dúzia de pessoas morram por semana devido ao uso da substância. Popular entre jovens do sexo masculino, o entorpecente pode causar perda de consciência, desmaios repentinos e episódios de confusão mental. A crescente demanda pelo "kush" teria levado até mesmo à profanação de cemitérios no país africano, onde ladrões de túmulos buscam restos humanos para a produção da droga. O presidente da Serra Leoa declarou estado de emergência em 2023 por conta da crise. Charlotte nega envolvimento com o tráfico e alega, por meio de seu advogado, que a droga foi colocada em sua bagagem sem seu conhecimento. Ela está presa em um centro de detenção na região norte da capital, onde, segundo sua defesa, dorme no chão de cimento. A jovem havia deixado a Tailândia após o vencimento do visto de 30 dias e viajava para o Sri Lanka enquanto aguardava a renovação do documento. Ela pode enfrentar até 25 anos de prisão, conforme as leis locais de combate ao narcotráfico.

 

14 de fevereiro de 2025

Síndrome de Alagille: doença afeta o fígado, coração, olhos, ossos e rins

Mesmo que semelhante a outras doenças hepáticas, a síndrome de Alagille (ALGS, em inglês) se difere por apresentar características incomuns que afetam órgãos diversos. No mês que marca o Dia de Conscientização da Síndrome de Alagille, a gastroenterologista e hepatologista pediátrica, Marise Tofoli, explica o que é a doença e como alguns sintomas já podem ser percebidos nos primeiros meses de vida. “A icterícia neonatal persistente é o primeiro sinal de alerta para a possibilidade da síndrome. Ela pode estar acompanhada de coceira intensa, problemas cardíacos congênitos, face com característica triangular (com testa larga e proeminente, olhos profundos e queixo pequeno) e uma alteração na parte interna dos olhos que só pode ser detectada durante um exame oftalmológico especializado”. A ALGS afeta um em cada 30 mil nascidos vivos.1 Trata-se de uma doença hereditária, com 50% de chance de cada filho herdá-la. A enfermidade é resultado de uma mutação no gene JAG1 ou, menos frequentemente no NOTCH2, que estão envolvidos no desenvolvimento embrionário de diferentes tecidos. “O indivíduo com a doença tem no fígado diminuição dos ductos biliares intra-hepáticos, podendo levar a colestase (diminuição ou interrupção do fluxo biliar do líquido produzido pelo fígado). Nos rins, a doença pode desencadear malformações ou alterações funcionais. Já no esqueleto, podem ser observadas vértebras em forma de borboleta nas radiografias e, no coração, podem ter alterações em suas estruturas, levando a problemas cardíacos. Também não podemos deixar de pontuar que existem muitos casos de pacientes que podem apresentar deficiências nutricionais, como déficit de vitaminas lipossolúveis – como, por exemplo, as vitaminas A, D, E e K”, reforça a especialista. Em relação ao diagnóstico, a hepatologista explica que são necessários exames para avaliação dos sinais da doença. “Raios x de tórax, para avaliação da coluna torácica, ecocardiograma e avaliação oftalmológica são alguns dos exames realizados. A biópsia hepática também pode ser feita para avaliar se há redução dos ductos biliares. E, por fim, o teste genético confirma o diagnóstico ao identificar as mutações no gene JAG1 ou NOTCH2”, explica. A magnitude dos sintomas pode impactar diretamente na qualidade de vida dos indivíduos com a doença. “O prurido persistente, além de causar um sofrimento físico pode levar, muitas vezes, à alterações de sono, humor, com tendência a fadiga e irritabilidade, podendo ocorrer prejuízos emocionais como ansiedade”, explica Marise. Folhapress  

6 de outubro de 2024

Rainha Elizabeth estava com câncer nos ossos antes da sua morte

A Rainha Elizabeth 2ª (1926-2022) teria tido um câncer nos ossos um ano antes de sua morte. É isso o que afirma Boris Johnson, ex-primeiro-ministro do Reino Unido. Em trechos revelados pelo Daily Mail da autobiografia "Unleashed", Boris afirma que já sabia da doença até então escondida pela realeza. "Eu já sabia há um ano ou mais [antes da morte da rainha] que ela tinha um tipo de câncer ósseo, e os médicos dela estavam preocupados com a possibilidade de um agravamento rápido". De acordo com ele, o último encontro que teve com a monarca aconteceu dois dias antes da morte dela. "Elizabeth parecia pálida e curvada e tinha hematomas nas mãos e punhos, provavelmente por causa das injeções e acessos. Sua mente não foi afetada pela doença." Foi em setembro de 2022 que a rainha Elizabeth 2ª, que por sete décadas ocupou o trono britânico e se tornou um símbolo da monarquia em todo o mundo, morreu, aos 96 anos. A morte foi confirmada pelo Palácio de Buckingham depois da informação de que ela estava sob cuidados médicos e que a família mais próxima havia sido chamada ao Castelo de Balmoral, na Escócia, onde a rainha passava o verão. Dois dias antes, Elizabeth deu posse à nova primeira-ministra britânica, Liz Truss. Segundo comunicado oficial, que chamou Charles de rei e sua mulher, Camilla, de rainha consorte, ela "morreu serenamente". 

10 de agosto de 2023

Fortaleça os ossos com a ajuda deste alimento (e exercício)

Sim, à medida que os anos passam, torna-se cada vez mais crucial cuidar da saúde dos ossos, o que significa fazer escolhas conscientes e seguir os conselhos de especialistas como Michael Mosley. Recentemente, no Daily Mail, o médico compartilhou recomendações sobre um alimento e um exercício que podem contribuir significativamente para fortalecer os ossos. De acordo com o médico, para além de incluir fontes saudáveis de cálcio na alimentação, como produtos lácteos e vegetais de folhas verdes, também pode ser vantajoso incorporar ameixas secas regularmente na dieta. Mosley justifica a sua recomendação com base num estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, que envolveu 235 mulheres idosas. Esse estudo concluiu que consumir cinco a seis ameixas secas por dia melhorava a densidade óssea. Os investigadores supõem que os compostos anti-inflamatórios presentes nas ameixas podem desacelerar a degradação dos ossos. Por fim, Mosley ressalta a importância da atividade física. Experimentar "saltar" pode ser benéfico, de acordo com um estudo chamado Hip Hop, publicado em 2015 pela Universidade de Loughborough, no Reino Unido. Este estudo demonstrou que apenas dois minutos de saltos diários podem fortalecer os ossos da anca e reduzir o risco de fraturas após quedas.