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4 de outubro de 2024

Jovem quase morre após médicos confundirem infarto com crise de pânico

 

Faith Harrison, uma jovem britânica de 22 anos e professora de educação física, passou por uma experiência dramática e que transformou sua vida. Após retornar de uma partida de hóquei, começou a se sentir desconfortável, mas inicialmente não deu muita atenção aos sinais. Ela descreveu uma sensação de rigidez corporal, acompanhada de frio e agitação, que só piorava. Enquanto dirigia de volta para a casa dos pais, Faith sentiu uma pressão intensa no peito, como se estivesse sendo esmagada, e seu braço esquerdo ficou dormente. "Era como se algo muito pesado estivesse sobre mim, e logo tive uma sensação muito forte de que ia morrer", contou em entrevista ao Daily Mail. Chegando à casa dos pais, ela começou a vomitar intensamente e rolou de dor pelo chão. Seu pai, preocupado, ligou para o serviço de emergência, mas o atendente sugeriu que os sintomas poderiam indicar um ataque de pânico e que ela fosse levada ao hospital dentro de uma hora. Quando Faith finalmente foi atendida, os médicos descobriram que ela estava tendo um infarto grave, conhecido como “widow maker”, ou “fazedor de viúvas”. Esse tipo de infarto é causado por uma obstrução de 90% na artéria coronária e é extremamente perigoso, com uma baixa taxa de sobrevivência. Além disso, os exames revelaram que Faith possuía um pequeno orifício entre os átrios do coração, por onde o coágulo responsável pelo ataque havia passado.

10 de dezembro de 2023

Síndrome do fim de ano aumenta sintomas de ansiedade e depressão

"Muitos acham que por eu ser instrutora de ioga estou sempre zen, que não tenho mais ansiedade", diz a comunicadora Michelle Palermi, 30. Diagnosticada com o transtorno há cinco anos, ela conseguiu controlar seu quadro com a prática de exercícios e de escrita, mas ainda sente que a chegada de dezembro pode ser um gatilho para ela. "Eu, particularmente, me sinto ansiosa para encerrar o ano bem, para tudo sair como o planejado e para conseguir concluir as metas que coloquei durante o ano", avalia. Essa sensação estranha que a instrutora percebe é o que os especialistas costumam chamar de "síndrome do fim de ano", conjunto sintomático que pode se manifestar como angústia, estresse ou melancolia excessivos nesta época. Embora não conste na Classificação Internacional de Doenças (CID) dentro do quadro de transtornos mentais, é admitido na psiquiatria e na psicologia para descrever e orientar sobre as queixas levadas a consultório pelos pacientes neste período do ano. Diversos fatores podem desencadear o problema, como perceber metas que ainda não foram batidas, aumento dos gastos e até a proximidade de compromissos familiares e festas. "A síndrome do fim de ano não é um diagnóstico reconhecido oficialmente, mas é um termo usado para descrever um conjunto de sintomas relacionados à ansiedade e ao estresse que algumas pessoas experimentam durante o período de fim de ano. Esses sintomas podem incluir irritabilidade, insônia, preocupação excessiva, dificuldade de concentração, alterações no apetite, entre outros", diz a psicóloga Claudia Melo, especialista em crianças, adolescentes e vícios. Folhapress

 

23 de setembro de 2013

Um perigo para população

Este caminhão caindo aos pedaços de tão velho flagrando no estorno da Praça João Cabral de Melo Neto (mais conhecida como Praça Jardim São Paulo), é o veículo que transporta as grades, tábuas, ligas de ferro, mercadorias etc, das barracas que se instalam no local aos sábados, na já tradicional feira da sulanca. Como pode observar na foto, esta sucata já deu o que tinha de dá e já não suporta carregar tanto peso e de forma incorreta, pois o que transporta não são bem amarrados e devido ao acesso de peso, qualquer dia desses, a corda vai se partir e provocar acidente grave, para os carros que estiver atrás do dito cujo, seja isso em uma estrada, rodovia ou mesmo em qualquer rua ou avenida da cidade do Recife. Danado, é que já cansado de denunciar veículos neste estado precário de conservação, faço chegar aos responsáveis por este tipo de fiscalização e ninguém  move uma palha para acabar com este descaso e atentado à vida dos próprios motoristas e a dos outros principalmente. É bem verdade que em muitos casos, os donos não podem adquirir um veículo novo ou mesmo semi-novo, que seria o ideal. Mas, qual seria a solução? O que não pode é estarem circulando livremente na maior cara de pau do mundo, e levando pavor e pânico para a população. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE