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18 de janeiro de 2025

Bolsonaro se diz "constrangido"

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado, 18, que está constrangido por não poder comparecer à cerimônia de posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington, na segunda-feira, 20. Ele ainda declarou que espera o apoio do líder norte-americano para reverter a sua inelegibilidade no Brasil. "Com toda certeza, se ele me convidou, ele tem a certeza que pode colaborar com a democracia do Brasil afastando inelegibilidades políticas, como essas duas minhas que eu tive", disse Bolsonaro. O ex-presidente não detalhou como o Trump poderia alterar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o declarou inelegível por 8 anos. Na avaliação de Bolsonaro, somente "a presença" do aliado dos EUA pode alterar a sua situação. "(O Trump) não vai admitir certas pessoas pelo mundo perseguindo opositores, o que chama de lawfare, que ele sofreu lá. Grande semelhança entre ele e eu", afirmou. "Eu estou chateado. Estou abalado ainda. Eu enfrento uma enorme perseguição política por parte de uma pessoa. Essa pessoa decide a vida de milhões de pessoas no Brasil. Ele é o dono do processo. Ele é o dono de tudo", disse em alusão ao ministro Alexandre de Moraes. Folhapress 

6 de janeiro de 2015

Discurso de posse e suas contradições

Alguma coisa não combinou entre o discurso de posse e a apresentação do programa do novo governo central. Na formalização de posse foram usados com ênfase diversos temas de efeito, como austeridade, ajustes, corte de gastos, anulação de direitos, equilíbrio orçamentário, contas públicas no positivo, avanço na tecnologia, inovação e combate à corrupção. No entanto, a contradição ficou clara, quando foi mantido um gigantesco Ministério. Os 39 auxiliares diretos da presidência não podem representar apenas outro poço de despesas para um país decepcionado com eternos resultados negativos e um monte de insucessos de governabilidade? Foto: Agência EFE. Carlos Ivan. Olinda/PE

2 de janeiro de 2013

Geraldo Julio toma posse como novo prefeito do Recife

A cerimônia de posse e transmissão de cargo de prefeito do Recife aconteceu e foi acompanhada por autoridades, público e militantes da Frente Popular. A primeira solenidade aconteceu às 16h, na Câmara Municipal do Recife, com a posse dos vereadores e do prefeito. Após o ato na Casa de José Mariano, as autoridades seguiram para o edifício-sede da Prefeitura do Recife, onde num encontro informal, o ex-prefeito João da Costa recebeu o prefeito eleito Geraldo Julio e o governador de Pernambuco Eduardo Campos. A comitiva desceu ao estacionamento do prédio-sede da Prefeitura onde numa estrutura armada para mil convidados teve inicio a cerimônia de transmissão de cargo. O primeiro a falar foi o ex-prefeito João da Costa que num tom emocionado agradeceu aos familiares e ao povo do Recife por tudo o que ele aprendeu nesta caminhada política. Em seguida, o prefeito Geraldo Julio assinou o termo de posse sob os aplausos da militância. O prefeito Geraldo Julio iniciou sua fala fazendo um agradecimento sincero ao povo do Recife pelo resultado da eleição. Encerrou seu discurso utilizando uma das frases de ordem de sua campanha. “Podem ter certeza, a vida no Recife vai melhorar”. Foto: Fernando Silva. Assessoria de comunicação da Prefeitura da cidade do Recife.

11 de maio de 2012

Prefeito do Recife João da Costa nomeia 200 guardas municipais

O prefeito João da Costa, empossou, na manhã desta quinta-feira (10), no Teatro de Santa Isabel, 200 novos guardas municipais, que serão incorporados ao efetivo de agentes da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU). A nomeação é uma das principais medidas do Plano de Ações para o Trânsito lançado no ano passado pela Prefeitura do Recife. A contratação de 200 novos agentes irá diminuir os problemas de congestionamento e ss guardas municipais foram treinados para orientar pedestres e fiscalizar os motoristas. Além do monitoramento, fiscalização do trânsito e a notificação de automóveis que cometam infrações, os guardas municipais irão garantir a circulação de veículos, realizarão bloqueios e interdições de vias. Os funcionários da CTTU também foram capacitados para atender inúmeras ocorrências como colisões e atropelamentos. A expectativa é que dentro de um mês, os novos guardas municipais estarão nas ruas. Com o acréscimo do número de agentes, que passará de 400 para 600, Recife terá um aumento de 50% no monitoramento do tráfego. Com isso, existirá a inserção de novos pontos fixos de monitoramento, a exemplo das avenidas Boa Viagem e Guararapes. Foto: Fernando Silva. Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura da cidade do Recife.

1 de novembro de 2011

Trocando água por H20


A atitude de "defenestrar" Orlando Silva do Ministério do Esporte, tentando passar a impressão de que ele era único responsável pelas maracutaias engendradas no órgão, não passa de mais um daqueles cínicos jogos de cena comumente usados pelos políticos brasileiros para enrolar eleitores otários. Na verdade, Orlandinho não era o único culpado pelo "mar de lama" instalado no Ministério do Esporte durante a sua gestão, até porque, e todos que tem alguma intimidade com o cotidiano da política sabem, no PCdoB tudo funciona sob total e absoluto controle dos dirigentes do partido, o que deixa claro que o ministro, no "frigir dos ovos", não passava de um "pau mandado", obedecendo cegamente aos verdadeiros "donos da legenda". Para que se tenha uma idéia da total falta de autonomia com que convivem os militantes do PCdoB que estão "acomodados" um algum "carguinho oficial", além de serem obrigados a pagar mensalmente um "pedágio" para a legenda, que pode chegar a até 40% do salário, assumem também a obrigação de ficar profissionalmente a disposição do partido, conforme determina o artigo 59 do estatuto partidário, onde está registrado que qualquer filiado que esteja no exercício de cargo público, deve estar "a serviço do projeto político partidário". Por tudo isso, ao tirar Orlandinho, como se ele fosse a "única maçã podre no cesto", ou dona Dilma agiu com impertinente inocência, ou optou por, sem coragem para "peitar" os comunistas, fazer-se de tola, e fingir não sabia que o ex-ministro era, na prática, de mero um "preposto" do PCdoB.. foto: web. Júlio Ferreira. Recife/PE.