Mostrando postagens com marcador prioridades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador prioridades. Mostrar todas as postagens
23 de março de 2014
Nota zero no dever de casa
No Brasil é assim: enquanto a prioridade é investir R$ 25,5 bilhões na Copa do Mundo (sendo 85% com recursos públicos), obras de saneamento- direito básico de todo cidadão- recebem menos R$ 11,2 bilhões nos últimos 12 meses. É o que mostra pesquisa do Instituto Trata Brasil. Para se ter uma ideia do absurdo, no País, 35,5 milhões de residências não possuem coleta de esgoto e, para atingir os 100%, seria necessário injetar R$ 313 bilhões até 2033, o que não deve acontecer. Isso porque temos governos cuja prioridade é se promover com faz de conta, visando sempre as próximas eleições. A prova disso é que estamos no centésimo doze lugar , entre os 200 países, quando o assunto é saneamento. Não fosse isso, poderíamos arrecadar por ano mais R$ 7,2 bilhões com o turismo e gerar 500 mil empregos em áreas precárias, onde hão há coleta. Se tudo funcionasse nos conformes, teríamos redução de 6,8% no atraso escolar e, comisso, haveria aumento na produtividade e aumento salarial, sem falar do que pouparíamos em despesas com o SUS. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Editor de Economia do Jornal Folha de Pernambuco.
Labels:
brasil,
esgoto,
gastos,
governo,
politica,
políticos,
prioridades,
saneamento
27 de janeiro de 2014
No Brasil, prioridades na fila de espera
Na Suécia, onde o Índice de Desenvolvimento Humano é considerado muito elevado e 99% da população é alfabetizada, os partidos políticos resolveram que Estocolmo (capital do país) não disputaria os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022. O argumento é que os gastos para sediar o evento seriam muito altos, cerca de R$ 3,5 bilhões, e que a cidade tem prioridades bem mais importantes como, por exemplo, construir mais moradia para a população. O bom senso serve de lição para o Brasil, que não chega aos pés do país europeu em todos os quesitos que se possa imaginar. Aqui, em vez de priorizar questões básicas com Educação, Saúde, Moradia, Infraestrutura, Mobilidade e colocar ordem na política econômica do País, os governantes estão pouco se lixando e preferem continuar com seus planos mesquinhos para fazer, a todo custo, uma Copa do Mundo, com investimentos de R$ 25,5 bilhões, que poderiam ser revestidos em pro da população. Comentário: Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco. Foto: Estação Camaragibe do Metrô do Recife, onde parte deste dinheiro da copa do mundo, deveria ser usado na compra de vagões novos e com ar-condicionados, pois os trens só vivem lotado e vez por outra se quebrando no meio do caminho deixando o povo na mão. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)