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28 de agosto de 2025

NASA e IBM se unem para criar IA capaz de prever tempestades solares


A NASA e a IBM anunciaram o lançamento de um modelo de Inteligência Artificial de código aberto chamado Surya, criado para monitorar a atividade solar e prever tempestades solares com maior precisão e antecedência. Esses fenômenos podem afetar seriamente infraestruturas na Terra, como redes elétricas, e também danificar satélites em órbita. Segundo a IBM, o Surya tem se mostrado 16% mais preciso do que sistemas anteriores em prever, dentro de 24 horas, a ocorrência de novas tempestades solares. O diretor da IBM Research Europe para Irlanda e Reino Unido, Juan Bernabé-Moreno, descreveu o sistema como um “telescópio de IA para o Sol”. Ele destacou a importância de entender quando e por que esses eventos acontecem, de modo a preparar estruturas críticas para possíveis impactos. As autoridades já alertaram para os riscos de uma atividade solar intensa, que pode gerar perturbações nas redes elétricas e sistemas de comunicação. O aviso partiu da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e também da Agência Espacial Espanhola. Além disso, a Google informou que está trabalhando em parceria com a NASA no desenvolvimento de um assistente médico de IA para astronautas, chamado Crew Medical Officer Digital Assistant (CMO-DA). A ferramenta está sendo projetada para auxiliar em diagnósticos e tratamentos em missões espaciais, especialmente em situações em que não haja médicos a bordo ou em caso de falhas na comunicação com a Terra. O CMO-DA é multimodal, capaz de interpretar texto, voz e imagens, e está sendo testado com apoio de médicos para aprimorar sua eficiência. A Google acredita que o sistema, além do uso no espaço, poderá futuramente ser aplicado em outras áreas da saúde aqui na Terra. Folhapress

 

20 de maio de 2024

Sistema de energia solar é instalada na sede da Compesa

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) avançou mais uma etapa nos investimentos para autoprodução de energia com a instalação de um sistema fotovoltaico no estacionamento do prédio sede da Companhia, no Recife. O carport solar, estrutura que abriga veículos estacionados e um painel fotovoltaico, possui 666 placas para geração 387 MWh/ano, energia suficiente para abastecer 245 residências médias por um ano. Além do benefício ao meio ambiente, a expectativa da empresa com a iniciativa é alcançar uma economia de R$ 160 mil/ano com a operação do sistema. A usina solar foi instalada no último pavimento do edifício-garagem da Compesa, no bairro de Santo Amaro, uma área de 1400m² que serve ainda como cobertura para 81 vagas de estacionamento. O investimento da ordem de R$ 1,3 milhão no projeto é fruto da Parceria Público-Privada para autoprodução de energia da Compesa com as empresas Kroma Energia e Elétron Energia, iniciada a partir do arrendamento do parque solar São Pedro e Paulo no município de Flores, Sertão do estado. Imprensa Compesa  

16 de dezembro de 2023

Maior explosão solar em 6 anos provoca apagão em rádios no continente americano

O Observatório de Dinâmica Solar da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, informou que na tarde da última quinta-feira (14) ocorreu a maior erupção solar desde 2017, o que provocou falhas nas telecomunicações em partes das Américas do Sul, Central e do Norte, devido à enorme quantidade de radiação emitida. De acordo com o observatório, a explosão foi de categoria X2.8. As erupções solares são classificadas de acordo com sua intensidade e variam de classe B (mais fraca) a C, M e X (mais forte). Cada mudança na classificação por letra representa um aumento de energia de dez vezes. E dentro de cada letra a escala é subdividida em números de 1 a 9, sendo 1 o mais fraco da classe e 9 o mais forte. A última grande erupção havia ocorrido em setembro de 2017: uma X8.2. Durante essas explosões, ou erupções solares, partículas energéticas são emitidas e viajam com velocidades muito próximas à da luz. Por isso, elas chegam à Terra em cerca de oito minutos, aumentando o nível de radiação. Elas são detectadas pelo Goes, o satélite da Nasa utilizado para o estudo do Sol e do clima espacial. Folhapress.