25 de setembro de 2012
Nota de solidariedade ao ex-presidente Lula e ao Partido dos Trabalhadores
Essa
nota de solidariedade assinada pelos presidentes dos diversos partidos da
famigerada base aliada do Governo Dilma, é tão escandalosamente cínica quanto o
principal argumento usado por Lulla, tentando “salvar a pele de Zé Sarney”,
durante aquele sórdido episódio envolvendo parentes do senador, que “fingiam
trabalhar” em seu gabinete, quando o aloprado apelou para a tese de que, pelos
serviços anteriormente prestados ao Brasil, Sarney deveria ter um “tratamento
legal diferenciado”, esquecendo-se do preceito constitucional de que todos são
iguais perante a Lei. Para que se veja
a semelhança de raciocínio entre as duas falaciosas posturas de puro “marketing
político”, registre-se que ao justificar à imprensa a nota de apoio a Lula, assinada
pelos presidentes dos partidos da base aliada, Eduardo Campos, governador de
Pernambuco e presidente do PSB, foi “curto e grosso”: “Nós fomos solidários a
um grande líder, um grande brasileiro, com enorme serviço prestado à redemocratização
do país”. Será que alguém pode avisar para
essa rafaméia de puxa sacos de Lulla que essa “conversa mole” de ter prestado
serviços ao Brasil, não pode ser justificativa para que o sujeito, enquanto
presidente da República, “nade de braçadas” no mar da corrupção, dando-se ao
desfrute de permitir que a compra de votos no Congresso, para aprovação de
projetos de interesse do Governo, aconteça debaixo do seu nariz. A verdade é que a “desmoralização
pública” que Lulla está vivenciando, por conta do “Escândalo do Mensalão”, a
está apenas no começo. Daí em diante, cabe esperar para ver quem
vai punir o cara primeiro: o “ Caranguejo ou a Justiça? Foto: Compesa. Júlio Ferreira. Recife/PE.
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