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14 de outubro de 2012

Que ética?

O ex-presidente Lula, dando uma de baluarte da ética discursando para políticos de seu partido, desafia a oposição." Se querem fazer o debate da ética, vamos fazer e completou pedindo que os petistas não fiquem acuados por "nós não precisamos ter medo desse confronto, porque  não abafamos as investigações". Não mesmo? Mas, só porque não conseguiram colocar aquela tal mordaça na imprensa, lembram-se?. Porém, esse pedido de Lula é absolutamente redundante, visto que os petistas ainda não querem admitir que seus próprios companheiros de partido é que levaram o Partido ao descrédito e à desonra. Mas vamos em frente: Lula e os petistas adoram lembrar do mensalão do Azeredo, em Minas Gerais, dizendo que o mensalão nasceu ali. Mas, ele não conta que se Azeredo levantou dinheiro irregulamente junto a Marcos Valério, não teve como implantar qualquer tipo de mensalão neste estado, porque não se elegeu. Foto: web. Luiz Solano. Brasilia/DF.

26 de setembro de 2012

A verdade não falha

Não é com prazer sádico que assisto a imagem do Lula se desfazendo qual estátua de areia sob a ação do vento... mas é com a satisfação de quem tem certeza de que  a justiça tarda mas não falha. Lula foi mitificado pela mídia interna e externa e enganou a muitos por muito tempo, tempo  demasiado... suficiente para prejudicar o Brasil - que mais uma vez perdeu o "bonde do progresso". Sua gestão tão louvada e seus planos anunciados como marca registrada de seu governo, mostram-se na prática um fracasso pelos resultados pífios colhidos em seus principais programas. Ele obteve aparentes vitórias na primeira gestão porque foi ajudado pela economia mundial que corria de vento em popa. Hoje sabemos que o fracasso da gestão petista era previsível  por vários motivos, inclusive pelo fato do gigantesco aparelhamento da máquina do Estado, inchado e inoperante ... visto que o PT sempre se caracterizou pela penúria de profissionais competentes em seus quadros... daí que... deu no que deu. Agora só falta ele ser processado por ter encabeçado o maior escândalo político da História deste país, o mensalão.Aí a justiça será completa. Foto: web.  Mara Montezuma Assaf. São Paulo/SP.

25 de setembro de 2012

Nota de solidariedade ao ex-presidente Lula e ao Partido dos Trabalhadores

Essa nota de solidariedade assinada pelos presidentes dos diversos partidos da famigerada base aliada do Governo Dilma, é tão escandalosamente cínica quanto o principal argumento usado por Lulla, tentando “salvar a pele de Zé Sarney”, durante aquele sórdido episódio envolvendo parentes do senador, que “fingiam trabalhar” em seu gabinete, quando o aloprado apelou para a tese de que, pelos serviços anteriormente prestados ao Brasil, Sarney deveria ter um “tratamento legal diferenciado”, esquecendo-se do preceito constitucional de que todos são iguais perante a Lei. Para que se veja a semelhança de raciocínio entre as duas falaciosas posturas de puro “marketing político”, registre-se que ao justificar à imprensa a nota de apoio a Lula, assinada pelos presidentes dos partidos da base aliada, Eduardo Campos, governador de Pernambuco e presidente do PSB, foi “curto e grosso”: “Nós fomos solidários a um grande líder, um grande brasileiro, com enorme serviço prestado à redemocratização do país”. Será que alguém pode avisar para essa rafaméia de puxa sacos de Lulla que essa “conversa mole” de ter prestado serviços ao Brasil, não pode ser justificativa para que o sujeito, enquanto presidente da República, “nade de braçadas” no mar da corrupção, dando-se ao desfrute de permitir que a compra de votos no Congresso, para aprovação de projetos de interesse do Governo, aconteça debaixo do seu nariz. A verdade é que a “desmoralização pública” que Lulla está vivenciando, por conta do “Escândalo do Mensalão”, a está apenas no começo. Daí em diante, cabe esperar para ver quem vai punir o cara primeiro: o “ Caranguejo ou a Justiça? Foto: Compesa.  Júlio Ferreira. Recife/PE.

17 de junho de 2012

Dom Sebastião voltou

Luiz Inácio Lula da Silva tem como princípio não ter princípio, tanto moral, ético ou político. O importante, para ele, é obter algum tipo de vantagem. Construiu a sua carreira sindical e política dessa forma. E, pior, deu certo. Claro que isso só foi possível porque o Brasil não teve - e não tem - uma cultura política democrática. Somente quem não conhece a carreira do ex-presidente pode ter ficado surpreso com suas últimas ações. Ele é, ao longo dos últimos 40 anos, useiro e vezeiro destas formas, vamos dizer, pouco republicanas de fazer política. Quando apareceu para a vida sindical, em 1975, ao assumir a presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, desprezou todo o passado de lutas operárias do ABC. Nos discursos e nas entrevistas, reforçou a falácia de que tudo tinha começado com ele. Antes dele, nada havia. E, se algo existiu, não teve importância. Ignorou (e humilhou) a memória dos operários que corajosamente enfrentaram - só para ficar na Primeira República - os patrões e a violência arbitrária do Estado em 1905, 1906, 1917 e 1919, entre tantas greves, e que tiveram muitos dos seus líderes deportados do País. No campo propriamente da política, a eleição, em 1947, de Armando Mazzo, comunista, prefeito de Santo André, foi irrelevante. Isso porque teria sido Lula o primeiro dirigente autêntico dos trabalhadores e o seu partido também seria o que genuinamente representava os trabalhadores, sem nenhum predecessor. Transformou a si próprio - com o precioso auxílio de intelectuais que reforçaram a construção e divulgação das bazófias - em elemento divisor da História do Brasil. A nossa história passaria a ser datada tendo como ponto inicial sua posse no sindicato. 1975 seria o ano 1. Durante décadas isso foi propagado nas universidades, nos debates políticos, na imprensa, e a repetição acabou dando graus de verossimilhança às falácias. Tudo nele era perfeito. Lula via o que nós não víamos, pensava muito à frente do que qualquer cidadão e tinha a solução para os problemas nacionais - graças não à reflexão, ao estudo exaustivo e ao exercício de cargos administrativos, mas à sua história de vida. Num país marcado pelo sebastianismo, sempre à espera de um salvador, Lula foi a sua mais perfeita criação. Um dos seus "apóstolos", Frei Betto, chegou a escrever, em 2002, uma pequena biografia de Lula. No prólogo, fez uma homenagem à mãe do futuro presidente. Concluiu dizendo que - vejam a semelhança com a Ave Maria - "o Brasil merece este fruto de seu ventre: Luiz Inácio Lula da Silva". Era um bendito fruto, era o Messias! E ele adorou desempenhar durante décadas esse papel. Como um sebastianista, sempre desprezou a política. Se ele era o salvador, para que política? Seus áulicos - quase todos egressos de pequenos e politicamente inexpressivos grupos de esquerda -, diversamente dele, eram politizados e aproveitaram a carona histórica para chegar ao poder, pois quem detinha os votos populares era Lula. Tiveram de cortejá-lo, adulá-lo, elogiar suas falas desconexas, suas alianças e escolhas políticas. Os mais altivos, para o padrão dos seus seguidores, no máximo ruminaram baixinho suas críticas. E a vida foi seguindo. Ele cresceu de importância não pelas suas qualidades. Não, absolutamente não. Mas pela decadência da política e do debate. Se aplica a ele o que Euclides da Cunha escreveu sobre Floriano Peixoto: "Subiu, sem se elevar - porque se lhe operara em torno uma depressão profunda. Destacou-se à frente de um país sem avançar - porque era o Brasil quem recuava, abandonando o traçado superior das suas tradições...". Levou para o seu governo os mesmos - e eficazes - instrumentos de propaganda usados durante um quarto de século. Assim como no sindicalismo e na política partidária, também o seu governo seria o marco inicial de um novo momento da nossa história. E, por incrível que possa parecer, deu certo. Claro que desta vez contando com a preciosa ajuda da oposição, que, medrosa, sem ideias e sem disposição de luta, deixou o campo aberto para o fanfarrão. Sabedor do seu poder, desqualificou todo o passado recente, considerado pelo salvador, claro, como impuro. Pouco ou nada fez de original. Retrabalhou o passado, negando-o somente no discurso. Sonhou em permanecer no poder. Namorou o terceiro mandato. Mas o custo político seria alto e ele nunca foi de enfrentar uma disputa acirrada. Buscou um caminho mais fácil. Um terceiro mandato oculto, típica criação macunaímica. Dessa forma teria as mãos livres e longe, muito longe, da odiosa - para ele - rotina administrativa, que estaria atribuída a sua disciplinada discípula. É um tipo de presidência dual, um "milagre" do salvador. Assim, ele poderia dispor de todo o seu tempo para fazer política do seu jeito, sempre usando a primeira pessoa do singular, como manda a tradição sebastianista. Coagir ministros da Suprema Corte, atacar de forma vil seus adversários, desprezar a legislação eleitoral, tudo isso, como seria dito num botequim de São Bernardo, é "troco de pinga". Ele continua achando que tudo pode. E vai seguir avançando e pisando na Constituição - que ele e seus companheiros do PT, é bom lembrar, votaram contra. E o delírio sebastianista segue crescendo, alimentado pelos salamaleques do grande capital (de olho sempre nos generosos empréstimos do BNDES), pelos títulos de doutor honoris causa (?) e, agora, até por um museu a ser construído na cracolândia paulistana louvando seus feitos. E Ele (logo teremos de nos referir a Lula dessa forma) já disse que não admite que a oposição chegue ao poder em 2014. Falou que não vai deixar. Como se o Brasil fosse um brinquedo nas suas mãos. Mas não será? Foto: web. Marco Antonio Villa - O Estado de S.Paulo.

29 de maio de 2012

Ex-presidente Lula e o Mensalão

Temendo pelo futuro do julgamento dos mensaleiros, cheguei a comentar que devemos continuar a pressionar os ministros do STF para que não só realizem o julgamento do Mensalão ainda este ano, como que o façam da maneira mais isenta possível, para que a Justiça , em sua forma mais pura, seja feita. Ontem, ao ler a reportagem na Veja mostrando o esforço de Lula para interferir junto aos ministros do Supremo no intuito de postergá-lo vejo que meu temor não era infundado, pois já pressentia que o ex-presidente usaria de todo seu peso político para apagar este capítulo negro de sua biografia. Mas jamais ousei imaginar que ele tentasse chantagear ministros como o fez com Gilmar Mendes. Realmente não se pode menosprezar a ousadia de Lula, porque com ele tudo sempre foi na base do "ou vai ou racha". O ministro Lewandowski tentou acatar as ordens de Lula , comentando que seria impossível ler todo o processo em tão curto espaço de tempo como se o mensalão tivesse ocorrido ontem e não há 7 anos atrás e tudo fosse novidade para ele. A reação não demorou a se fazer por parte da população e sob pressão foi obrigado a aceitar que o julgamento se dê em 2012 . Eu ainda não tenho certeza de nada, pois o comportamento dos parlamentares da CPI do Cachoeira está sendo tão flagrantemente comprometido com os interesses dos governistas, que não duvido que o julgamento do Mensalão até aconteça , mas que os réus do maior escândalo de corrupção deste país saiam inocentados, mesmo que com a moral mais suja que pau de galinheiro. O que importa é o que Lula quer, e ele não só quer , ele exige que Dirceu seja inocentado! Que os ministros honrem a toga , é só o que espero! Foto: web. Mara Montezuma Assaf. São Paulo/SP.

14 de novembro de 2011

O loteamento do estado


Em abril de 2002 contavamos com 23 ministérios no governo de Fernando Henrique. Já era um número alto, mas nos governos de Lula da Silva, ao serem criadas as tais Secretarias Especiais (com status de ministério) ele os aumentou para 32. E por que isso? Porque Lula modificou a razão de ser dos ministérios e maximizou seus "resultados paralelos" ao transformar os ministérios em máquina de arrecadar recursos para os partidos, principalmente para o seu próprio, o PT. Por sua vez, os partidos encontraram ali um bom cabide de emprego para pendurar seus filiados, cuja missão precípua passou a ser a de desviar parte das verbas deste ministério para o cofrinho do seu partido. Não é à toa que eles brigam para não perder a sua Pasta... Chegou? Não... Tem mais: ocupar um ministério significa para o político entrar em contato com os mega empresários, e neste contato saem "bons negócios para ambas as partes"... Sem falar que estes empresários serão aqueles mesmos que nas eleições farão generosas doações em dinheiro para seu dileto amigo. Conclusão: Lula conseguiu lotear a administração pública no Brasil, que virou uma bandalheira geral e, não por acaso, em 11 meses de mandato Dilma ela foi obrigada a defenestrar 6 dos seus ministros... E, pelo visto, outros mais também cairão. Que desserviço!... Que 'herança maldita' nos foi legada por Lula! foto: web. Mara Montezuma Assaf. São Paulo.

3 de novembro de 2011

Convergências entre Figueiredo e Lula: Nada como um dia depois do outro


No início da década de 1980, quando o Brasil vivia os "anos de chumbo da ditadura militar", instalada em 1964, e recrudescida após a publicação do AI-5, o então general-presidente, após ser sofrer um infarto, optou por fazer uma operação cardíaca na "Cleveland Clinic", em Cleveland, Ohio, Estados Unidos da América. Na época, esses mesmos esquerdopatas que hoje ficam tão ofendidos quando alguns brasileiros cobram do presidente Lulla a necessidade de que ele faça o tratamento do seu câncer através do SUS, como forma de valorizar a medicina estatal, ao invés de buscar os confortos e mordomias disponibilizadas pelo luxuosíssimo Hospital Sírio-Libanês, ficavam indóceis com a viagem de Figueiredo, achando que o general-presidente deveria prestigiar a cardiologia brasileira, operando-se em São Paulo. É impressionante como essa mesma camarilha, que antes achava natural contestar a opção pessoal de Figueiredo, hoje, na ânsia de "puxar o saco" de Lulla, ficam dando uma de sensores, tentando tolher o direito de opinião de alguns cidadãos que estão simplesmente fazendo o que eles fizeram, em 1983, demonstrando que os esquerdopatas brasileiros, apesar de adorarem fazer o "papel de pedra", ficam indóceis quando são "escalados" para fazer o "papel de vidraça". O fato é que, depois que chegaram ao "puder", acostumado-se à Lei de Gerson, aquela que determina a necessidade de levar vantagem em tudo, o lema de vida desses "camaradas" passou a ser: "pimenta nos olhos dos outros é refresco". foto: web. Júlio Ferreira. Recife/PE.

2 de novembro de 2011

Lula x Câncer x SUS


Com otimismo a inflação foi vencida. Com fé o salário mínimo ultrapassou a barreira dos 100 dólares. Com perseverança o Brasil passou de devedor para credor do FMI. Com objetividade muitos conseguiram subir de classe social. Com certeza uma pessoa que conseguiu todos esses feitos irá derrotar o câncer. E as pessoas que sugere o SUS para ele, também deve abrir mão do uso dos seus carros de luxo e passar a se locomover de ônibus, abrir mão de suas casas de praia e campo nos feriadões em troca das praias superlotadas das capitais e deixar de frequentar os restaurantes da elite para apreciar mais os botecos "pega bêbados" da periferia. E por último, deixar de hipocrisias. foto: web. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.

A Hiprocrisia do SUS e o câncer de Lula


Uma das coisas que mais detesto é o uso da hipocrisia de pessoas meio-inteligentes na tentativa de enganar os demais. Essas pessoas costumam falar de uma coisa para que seja entendida outra. Por exemplo: Lula foi criticado por não ter se tratado no SUS. Por que essas mesmas pessoas não criticaram, Sarney, Itamar, Collor, Fernando Henrique Cardoso que também foram presidentes do Brasil também responsáveis pelo SUS e quando tiveram necessidade de assistência hospitalar não procuraram o SUS. A verdade é uma só: Eles não conseguem engolir o sucesso de Lula e ficam usando de subterfúgios. O SUS é um sistema que atende a maior parte do povo brasileiro, milhões de pessoas. Para que funcione com com um bom nível necessita de muito dinheiro. Vocês já esqueceram da CPMF cujo dinheiro muito pouco foi usado na saúde desde o governo de FHC???. foto: web. Edson Campos e Silva. Recife/PE.

Perguntar não ofende


Hoje, com uma situação financeira de fazer inveja à qualquer um (fruto do seu trabalho e esforço) e portador de um bom plano de saúde (previlégio de poucos), o ex-presidente Luiz Inácio da Silva, assim que descobriu que tinha um tumor na Laringe, procurou de imediato um dos melhores hospitais do país que é o Sírio-Libanês, para diagnóstica a doença e começar logo o tratamento (que não é besta). A questão é a seguinte: Como sempre afirmou durante suas campanhas à presidente do Brasil, que tudo estava as mil maravilhas no sistema de saúde (SUS), para convencer os mais humildes e desinformados, e com o homem do povo, por que não procurou a rede pública para realizar o tratamento de sua doença? A verdade, é que ele sabe que o sistema de saúde pública neste país está na UTI e se fosse a procura de algum deles, com certeza já estaria nesta data (devido a espera no atendimento) falecido e hoje seus parentes, amigos e corregionários, visitando sua cova nesta dia de finados. Paulo Saldanha. João Pessoa/PB.

30 de outubro de 2011

Com tumor na Laringe, Lula inicia tratamento nesta segunda em São Paulo


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi diagnosticado com tumor na laringe. O tratamento com quimioterapia de caráter laboratorial será iniciado a partir da próxima segunda-feira. As informações foram confirmadas em nota à imprensa pelo Instituto Lula, mantido pelo ex-presidente, e pelo Hospital Sírio-Libanês, na manhã deste sábado (29/10). Ainda de acordo com a nota, Lula esteve no hospital, em São Paulo, para exames na última sexta-feira. Ele queixava-se de dores na garganta. Os testes confirmaram o tumor na laringe. Não foram divulgados outros detalhes sobre o diagnóstico. ula completou 66 anos na última quinta-feira, e até agradeceu as manifestações de carinho dos brasileiros na ocasião, um dia antes de realizar os exames. foto/fonte: Correio do Brasil/RJ.