30 de abril de 2014

O recifense adora novidades e termina sendo enrolado

O recifense adora novidades. Gosta de repercutir produtos novos, cheios de tecnologia, principalmente sobre transmissão de dados e de imagens. Por isso, as lojas de celulares e de tvs registram excelentes vendas. No entanto, passada a euforia inicial, as opiniões mudam. Depois de conquistar público, vender bem, as operadoras de telefonia e de tv paga, relaxam. Os problemas aparecem, enchendo o setor de reclamação da Anatel-Agência Nacional de Telecomunicações e dos Procons-Defesa do Consumidor de queixas sobre deficiências técnicas, queda na qualidade dos serviços, falhas na transmissão de sinais, faturas maquiadas e dificuldade no cancelamento de contratos. As chuviscadas, os congelamentos e as paradas de sinais repentinas da GVT enfadam.  Aliás, o burocrático setor de call center da empresa, forçando o cliente perder tempo grudado no telefone, até chegar à área pretendida, ouvindo gravações robóticas, estressa muito mais. Em janeiro passado foram mais de 3 mil registros, contra a desatenção das operadoras com os clientes e contra o péssimo serviço prestado. Até a Anatel relaxa. Inconcebível uma empresa do porte da Agência Nacional de Telecomunicações, deixar o seu serviço de call center fora do ar por alguns dias. Afinal, para o consumidor só interessa um objetivo. Obter boa prestação de serviços. Seja no setor público, em especial, ou no privado. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan Ivan. Olinda/PE