23 de maio de 2014

Arquivo de cartório caindo aos pedaços

Estive recentemente no Cartório de Registro de Imóveis da Cidade de Olinda, em Pernambuco (Carlos Marinho), para saber a quem pertencia de fato e direito uns apartamentos registrados neste cartório. Na ora de ser atendido e informar o endereço dos apartamentos, uma das funcionários foi verificar no arquivo se os mesmos estavam registrados para poder preencher um formulário, preparar um boleto para se pagar em qualquer banco (se o solicitante não estiver com o dinheiro na hora) e se tiver com a grana, pagar as custas de busca no próprio cartório e esperar 8 dias para saber do resultado. Interessante nisso tudo é que quando a funcionários foi até o arquivo onde fica os livros de registros, passou mais de meia hora para encontrar os endereço e todos registrados em um monte de papel velhos caindo aos pedaços e com o tempo, a tendência é desaparecer para sempre devido as traças, com prejuízo para todos. Já não estaria na hora que todo este arquivo fossem digitalizados? Afinal, para que o dono do cartório quer tanto dinheiro? Por quê não investir na modernização do sistema, para o bem de todos? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE