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23 de maio de 2014

Arquivo de cartório caindo aos pedaços

Estive recentemente no Cartório de Registro de Imóveis da Cidade de Olinda, em Pernambuco (Carlos Marinho), para saber a quem pertencia de fato e direito uns apartamentos registrados neste cartório. Na ora de ser atendido e informar o endereço dos apartamentos, uma das funcionários foi verificar no arquivo se os mesmos estavam registrados para poder preencher um formulário, preparar um boleto para se pagar em qualquer banco (se o solicitante não estiver com o dinheiro na hora) e se tiver com a grana, pagar as custas de busca no próprio cartório e esperar 8 dias para saber do resultado. Interessante nisso tudo é que quando a funcionários foi até o arquivo onde fica os livros de registros, passou mais de meia hora para encontrar os endereço e todos registrados em um monte de papel velhos caindo aos pedaços e com o tempo, a tendência é desaparecer para sempre devido as traças, com prejuízo para todos. Já não estaria na hora que todo este arquivo fossem digitalizados? Afinal, para que o dono do cartório quer tanto dinheiro? Por quê não investir na modernização do sistema, para o bem de todos? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE 

17 de maio de 2012

Coisas que ainda acontecem no Recife, a capital de todos os Pernambucanos

Tudo nesse Brasil Tiririca, mesmo que a “trancos e barrancos” consegue evoluir, com  exceção dos cartórios, cuja maioria, embora “enchendo as burras de dinheiro”, continuam atendendo seus clientes da mesma forma que atendia na primeira metade do século XX. Para exemplificar o descaso dos cartórios em relação aos consumidores de seus “serviços”, registramos a imagem anexa, obtida no Cartório Registro Civil do 4º Ofício, também conhecido como Cartório da Boa Vista, localizado na Rua da Conceição, em plena região central do Recife/PE, durante o horário de atendimento. A cena, que seria cômica se não fosse degradante, mostra que enquanto cliente são obrigados a se amontoarem, de pé, em um espaço inadequado, aguardando o atendimento da única “funcionária” apta a assinar os documentos, são obrigados a dividir o balcão com um enorme “gato manhoso”, que dorme tranquilamente sob a proteção da funcionária, que repetidamente recomenda que os clientes evitem incomodar o bichano. Foto: Júlio Ferreira. Recife/PE.