1 de junho de 2014

Desrespeito total com o Recife

O Recife é uma cidade poluída. Tanto visual, quanto administrativamente. As deficiências provocam distração geral. A correria nas ruas resulta em acidentes e atropelamentos. Transtornos diários normais no trânsito. O pedestre vive desligado do perigo. O motorista e o motoqueiro gostam de pisar fundo no acelerador do veículo em ruas movimentadas. Pouco se lixando para o perigo à frente. Com fones de ouvido, nova mania tecnológica do recifense para ouvir música ou falar no celular, pedestres, motoristas e motoqueiros nem se incomodam em atravessar fora da faixa, furar sinais ou causar acidentes porque o importante é o comodismo. Deficientes, os órgãos competentes descumprem o próprio Código de Trânsito Brasileiro. Por isso, os acidentes se avolumam. O pedestre, apesar de ser prioridade segundo o artigo 24 da referida legislação, achando-se livre de responsabilidades, anda à vontade nas ruas. O resultado da desatenção é o crescimento das estatísticas. No ano passado, foram registrados 398 atropelamentos. Com enorme incidência de mortes. Provocando grandes prejuízos financeiros e morais para as famílias e o país. Sem retorno. Devido à falta de modernização das leis por inabilidade parlamentar. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE