25 de junho de 2014

Suape: promessas não cumprida pelo governo

O Complexo Industrial Portuário de Suape chamado por segmentos da sociedade pernambucana de “joia da coroa”, “locomotiva do desenvolvimento”, “poupança do povo”, “redenção do Nordeste”, e “Eldorado”, entre outros, vive momentos de desnudamento de uma realidade cruel. Movimentos sociais, ao longo dos anos, têm denunciado questões referentes à ação da empresa Suape, como a imoralidade dos procedimentos judiciais que tramitam na Vara Privativa da Fazenda Pública da Comarca do Cabo de Santo Agostinho; o desvio de verbas públicas, através do ajuizamento de ações judiciais e simulação de audiências não realizadas nessa mesma Vara da Fazenda; os danos ambientais e sociais causados pela empresa; a continuada violação de direitos humanos; o tráfico de influência no Poder Judiciário de Pernambuco; a ausência do Ministério Público nos procedimentos de remoção/expulsão de milhares de famílias da área; e a falta de legitimidade da empresa Suape como proprietária das terras que hoje abrigam o Complexo. A promessa de emprego abundante, usada na propaganda política, se tornou um verdadeiro calvário para os trabalhadores. Promessas de trabalho, de vida melhor e mais promessas, agora desmascaradas, desnudam a realidade da “gestão moderna e eficiente” do governo de Pernambuco. Foto: Divulgação. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE