Seis leões foram mortos por pastores no sábado, no Quênia, depois de matarem cabras e um cão em aldeias próximas do Parque Nacional de Amboseli. Em declarações aos jornalistas, o presidente executivo da Fundação Big Life Quênia, Richard Bonham, explicou que os guardas florestais daquela organização tentaram dispersar um grupo de nove leões depois dos ataques, mas seis recusaram-se a sair. Para o local foi enviada a polícia, um veterinário e membros do Serviço de Vida Selvagem do Quênia. Decidiu-se que os leões deveriam ser mantidos no complexo da Fundação Big Life Quênia até à noite seguinte, para depois saírem em segurança. Contudo, "as tensões aumentaram quando dezenas de pessoas romperam a cerca do complexo", matando os seis leões. "Muitos membros da multidão estavam armados com lanças, e qualquer intervenção do Serviço de Vida Selvagem do Quênia, da polícia ou da Big Life teria arriscado a escalada de uma situação extremamente volátil e quase certamente resultaria em ferimentos humanos ou morte", notou Richard Bonham, citado pela Sky News.

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