O Despachodromo é um local reservado para os adeptos da Umbanda e do Candomblé, fazerem seus despachos e oferendas. Fica no cruzamento de ruas conhecida como encruzilhada e é todo arborizado. Este tipo de lugar já existe em algumas capitais do Brasil, realizados por alguns pais-de-santo e pessoas que querem fazer mal aos seus semelhantes. A Prefeitura do Recife deveria adotar um local para a realização desses trabalhos, pois além de facilitar o serviço de limpeza das ruas pelos garis, faz com que os turistas não acostumados com este tipo de trabalho, não leve uma péssima imagem da nossa cidade. O estado espiritual que estas pessoas que fazem o mal se encontra é espiritualmente falando muito atrasada. Porém um dia vão melhorar e trabalhar para fazer o bem em favor dos seus irmãos em Cristo. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife-PE
A Macumba significa um conjunto de religiões de origem afro e, como tal, deve ter a sua prática reconhecida, dentro do senso de liberdade religiosa. A designação de um espaço público para isso é uma excelente sugestão. Infelizmente, ela sofre pressão das religiões de origem branca, mera disputa de território. A Macumba foi introduzida no Brasil pelos escravos. A prática da feitiçaria surgiu como uma manifestação religiosa dos escravos contra os cruéis escravizadores já que aqueles não tinham poder para lutar contra esses, e se mantém como tradição. Os ritos de vingança contra inimigos são praticados por todas as religiões, principalmente as ocidentais que lançam “no fogo do inferno” aqueles que não seguem a palavra de Deus. As Igrejas ocidentais não, apenas, celebram ritos de punições, mas os praticam. A título de exemplo, a Inquisição Católica, durante mil anos, lançou 10 milhões às fogueiras por terem praticado a chamada Bruxaria, um ato corriqueiro como o da mãe que dava para o filho um chá de boldo para curar a dor de barriga. Somente Deus, na época, poderia curar. Há alguns anos, monges de Myanmar (África), no comando do Estado, praticaram genocídio contra e expulsaram do país cerca de 600 mil pessoas por intolerância religiosa. César Cantu.
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