Graham Walker, ex-diretor executivo de uma empresa familiar do setor de tecnologia da Louisiana, nos Estados Unidos, decidiu vender o negócio, mas fez questão de garantir que os funcionários estivessem protegidos. Para isso, resolveu distribuir um bônus de 240 milhões de dólares (cerca de 1,5 bilhão de reais).Segundo o The Wall Street Journal, Graham Walker, de 46 anos, ex-CEO da Fibrebond, distribuiu o bônus após vender a empresa para a Eaton, uma companhia de gestão inteligente de energia com sede em Dublin, na Irlanda, por 1,7 bilhão de dólares (1,4 bilhão de euros).O bônus milionário será distribuído entre os 540 funcionários em tempo integral da Fibrebond, resultando em uma média de 443 mil dólares por trabalhador. O valor, explicou o jornal, será pago ao longo de cinco anos, e os funcionários mais antigos receberão valores maiores. Em entrevista ao The Wall Street Journal, Walker afirmou que se recusou a fechar o acordo de venda caso a Eaton não destinasse 15% do valor arrecadado aos funcionários, mesmo que nenhum deles tivesse participação acionária na empresa.O primeiro pagamento aos funcionários foi feito em julho e, segundo Walker, “alguns gastaram tudo no primeiro dia, talvez até na primeira noite”. “No fim das contas, a decisão é deles, seja boa ou ruim”, contou.

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