Graham Walker, ex-diretor executivo de uma empresa familiar do setor de tecnologia da Louisiana, nos Estados Unidos, decidiu vender o negócio, mas fez questão de garantir que os funcionários estivessem protegidos. Para isso, resolveu distribuir um bônus de 240 milhões de dólares (cerca de 1,5 bilhão de reais).Segundo o The Wall Street Journal, Graham Walker, de 46 anos, ex-CEO da Fibrebond, distribuiu o bônus após vender a empresa para a Eaton, uma companhia de gestão inteligente de energia com sede em Dublin, na Irlanda, por 1,7 bilhão de dólares (1,4 bilhão de euros).O bônus milionário será distribuído entre os 540 funcionários em tempo integral da Fibrebond, resultando em uma média de 443 mil dólares por trabalhador. O valor, explicou o jornal, será pago ao longo de cinco anos, e os funcionários mais antigos receberão valores maiores. Em entrevista ao The Wall Street Journal, Walker afirmou que se recusou a fechar o acordo de venda caso a Eaton não destinasse 15% do valor arrecadado aos funcionários, mesmo que nenhum deles tivesse participação acionária na empresa.O primeiro pagamento aos funcionários foi feito em julho e, segundo Walker, “alguns gastaram tudo no primeiro dia, talvez até na primeira noite”. “No fim das contas, a decisão é deles, seja boa ou ruim”, contou.
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6 de janeiro de 2026
Empresário vende negócio e dá bônus de 1,5 bilhões aos funcionários
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12 de outubro de 2014
Cadê o bônus pelo desempenho dos professores nas escolas?
Criado em 2008, o Bônus de Desempenho Educacional premia profissionais das escolas da rede que conseguem cumprir as metas estabelecidas pela Secretaria de Educação e que são aceitas pelos gerentes/gestores das escolas comprometidas com o Pacto Pela Educação. Assim, como acontece nas empresas privadas, os trabalhadores das escolas, precisam doar-se o máximo, vestir a camisa da ''empresa''. produzir resultados, aprovar maciçamente, diagnosticarem resolver os conflitos existentes na unidades em que lecionam. Como as unidades da rede normalmente apresentam problemas diversos que vão desde a precariedade na estrutura física da escola (infiltrações, problemas na rede elétrica e de esgoto entre outras coisas) passando por, bibliotecas, salas de informática e laboratórios funcionando precariamente ou, sem funcionamento, falta de materiais didáticos e até de professores, a corrida pela premiação, é um dos fatores que tem levado muitos trabalhadores a um nível elevado de estresse, ansiedade, depressão e outras doenças que acometem os profissionais da educação. Foto: Maria Albênia Silva. Camaragibe/PE
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