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28 de maio de 2024

Cerveja e cigarro podem ficar caríssimos

Ferramenta desenvolvida pelo Banco Mundial traz, pela primeira vez, estimativa das alíquotas do Imposto Seletivo, o chamado "imposto do pecado", que incidirá sobre itens considerados nocivos à saúde e ao ambiente. Trata-se de um dos pontos de maior divergência na regulamentação da reforma tributária, que começará a ser analisada por um grupo de trabalho na Câmara dos Deputados. O organismo internacional, que acompanha de perto a mudança nos tributos brasileiros e seus impactos distributivos, considerou uma taxa de 32,9% para os refrigerantes; 46,3% para cerveja e chope; 61,6% para outras bebidas alcoólicas; e 250% no caso dos cigarros. Esses percentuais foram projetados pelo banco com base em informações repassadas pelo Ministério da Fazenda, mas não refletem as cobranças exatas do Seletivo, que têm particularidades conforme o produto, e só serão definidas futuramente, por meio de lei ordinária. A Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária afirma que repassou aos economistas do banco as alíquotas consideradas pela equipe de quantificação, as quais têm o objetivo de manter a carga tributária desses produtos. Os técnicos da Fazenda frisaram, porém, que se trata de "hipóteses de trabalho". O objetivo dos economistas do banco foi dar uma dimensão a essas cobranças e, assim, viabilizar simulações no âmbito do novo sistema tributário - que terá uma segunda guerra de lobbies no Congresso. Com informações do Site NotíciasAoMinuto  

21 de abril de 2024

Lata de cerveja é achada 32 anos após fabricação durante limpeza na praia

Em uma incrível coincidência do destino, uma lata de cerveja fabricada em 5 de abril de 1992 foi encontrada por voluntários durante um mutirão de limpeza na Praia de Jurerê, em Florianópolis (SC), exatamente 32 anos após sua produção. A ação, realizada pela ONG Eco Local Brasil, dedicada à proteção do meio ambiente, reuniu 40 pessoas que se dedicaram à coleta de lixo na praia. Entre os diversos materiais recolhidos, uma lata se destacou pelo design antigo, chamando a atenção dos participantes. Ao verificar a data de fabricação estampada na lata, a equipe da Eco Local Brasil se deparou com a notável coincidência: 5 de abril de 1992, a mesma data do mutirão, 32 anos depois. A descoberta foi registrada em vídeo, mostrando a surpresa e a empolgação dos voluntários. Este achado serve como um lembrete pungente da persistência do lixo no meio ambiente. De acordo com a Fiocruz, uma lata de alumínio leva entre 200 a 500 anos para se decompor na natureza. A Eco Local Brasil, que desde 2023 realiza mutirões de limpeza nas praias da região de Jurerê, mantém um acervo com objetos inusitados encontrados durante as ações.