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10 de julho de 2025

Preços dos remédios pode variar mais de 2.000%, diz procon

No Estado de São Paulo, e em Pernambuco, o custo para comprar um medicamentos pode variar até 20 vezes de uma farmácia para outra, segundo novo levantamento do Procon. A pesquisa, feita em lojas físicas e sites de drogarias, mostrou que as diferenças de preço chegam a 2.000%, no caso de genéricos, e a 245,65% nos remédios de referência. No ano passado, o mesmo estudo havia registrado diferença máxima de 686% entre genéricos e de 124% para as fórmulas originais. A maior discrepância foi encontrada na venda dos genéricos de tadalafila. O consumo desse medicamento disparou no País com o uso indiscriminado por pessoas que buscam melhorar o desempenho na prática esportiva. As vendas do medicamento, que originalmente é indicado para o tratamento de disfunção erétil e de problemas relacionados à micção, saltaram de 21,4 milhões de unidades em 2020 para 67,7 milhões em 2024, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No levantamento, o Procon encontrou a caixa de tadalafila de 5 mg (30 comprimidos) sendo vendida por R$ 4,27 em um estabelecimento da capital e por R$ 93,58 em outro. A diferença é de 2.091,56%. Na internet, a versão de 20 mg (4 comprimidos) pode ser vendida por R$ 2,64 ou até R$ 43,59, um aumento de mais de 1.550%. Entre os medicamentos de referência, o maior contraste foi observado na cidade de São Paulo: a pomada Dexason (1 mg/g), da Teuto, apareceu custando entre R$ 5,17 e R$ 17,87. Já nos sites, o destaque ficou com o Synthroid, usado para reposição hormonal, vendido por valores que vão de R$ 21,99 a R$ 54,39.

 

17 de junho de 2025

Preço do arroz e feijão acumulam queda de dois dígitos com safra maior no Brasil

Embora os alimentos ainda pressionem de modo geral o bolso do consumidor, a tradicional dupla arroz e feijão ficou mais barata no Brasil no acumulado dos últimos 12 meses, com quedas de preços que chegaram a dois dígitos. É o que apontam os dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o indicador oficial de inflação do país, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De acordo com analistas, a redução está associada principalmente à elevação da oferta dos produtos com safras maiores. Mudanças no perfil de consumo da população também teriam gerado impacto nos preços. No caso do arroz, a queda acumulada foi de 12,07% nos 12 meses até maio, segundo o IPCA. O grão engatou uma sequência de oito recuos consecutivos no recorte mensal, desde outubro do ano passado. Entre os quatro tipos de feijão pesquisados no IPCA, o preto acumulou a maior baixa nos 12 meses até maio, de 23,01%. O carioca, o mais consumido no Brasil, teve a segunda queda mais intensa, de 13,17%. Ainda houve reduções nos preços do fradinho, de 7,23%, e do mulatinho, de 4,25%. Essas duas variedades de feijão pesam menos na composição do IPCA. 

28 de maio de 2024

Cerveja e cigarro podem ficar caríssimos

Ferramenta desenvolvida pelo Banco Mundial traz, pela primeira vez, estimativa das alíquotas do Imposto Seletivo, o chamado "imposto do pecado", que incidirá sobre itens considerados nocivos à saúde e ao ambiente. Trata-se de um dos pontos de maior divergência na regulamentação da reforma tributária, que começará a ser analisada por um grupo de trabalho na Câmara dos Deputados. O organismo internacional, que acompanha de perto a mudança nos tributos brasileiros e seus impactos distributivos, considerou uma taxa de 32,9% para os refrigerantes; 46,3% para cerveja e chope; 61,6% para outras bebidas alcoólicas; e 250% no caso dos cigarros. Esses percentuais foram projetados pelo banco com base em informações repassadas pelo Ministério da Fazenda, mas não refletem as cobranças exatas do Seletivo, que têm particularidades conforme o produto, e só serão definidas futuramente, por meio de lei ordinária. A Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária afirma que repassou aos economistas do banco as alíquotas consideradas pela equipe de quantificação, as quais têm o objetivo de manter a carga tributária desses produtos. Os técnicos da Fazenda frisaram, porém, que se trata de "hipóteses de trabalho". O objetivo dos economistas do banco foi dar uma dimensão a essas cobranças e, assim, viabilizar simulações no âmbito do novo sistema tributário - que terá uma segunda guerra de lobbies no Congresso. Com informações do Site NotíciasAoMinuto  

30 de maio de 2015

Um em cada três brasileiros, já compraram produtos contrabandeados

Com a alta dos preços, os brasileiros fazem de tudo para comprar os produtos mais barato, mesmo que a qualidade não seja lá essas coisas. Segundo pesquisa da Datafolha, um em cada três brasileiros já compraram produtos contrabandeados. Os entrevistados reconhecem que se os produtos origimais fosse mais em conta a realidade seria outra. Questionados sobre prós e contras dos produtos contrabandeados, os brasileiros informaram o preço como principal vantagem, e a qualidade, como maior desvantagem. A segunda vantagem é a não incidência de imposto. Fora isso, a facilidade de adquirir o produto em qualquer lugar. A pesquisa foi realizada em 143 municípios do Brasil. Foto: Polícia Federal de Pernambuco. Jamille Coelho. Jornalista

22 de março de 2015

O povo já não aguenta mais tantos aumentos

Somente depois de sentir o cinto apertando, ver o povo decepcionado, o governo admite timidamente ter cometido erros. Embora não se julgue responsável pela imprensada na economia, os especialistas deduzem que os programas econômicos deixaram a inflação ultrapassar a meta de 4,5%, travaram o crescimento, tombaram o desenvolvimento, desequilibraram as contas públicas que redundou em ajuste fiscal. O engodo da energia trouxe o tarifaço, encarecendo a conta de luz. Por isso o povo se manifesta nas ruas. Enquanto os governos permanecerem cometendo exageros, inclusive gastando além da conta, nada será consertado neste país, muito pelo contrário. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

15 de março de 2015

Preço da cesta básica, está custando 30% do salário

Composta por gêneros alimentícios, itens pessoais e de limpeza para uma pessoa suprir as necessidades básicas durante um mês. Segundo o DIEESE, a cesta básica contém 13 produtos essenciais: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, café, pão, açúcar, óleo, manteiga e frutas.  No Nordeste, a cesta básica custa em torno de duzentos reais. Em São Paulo passa dos trezentos reais. O incrível é o preço da cesta básica bater o índice do IPCA, levantado em 6,41% em 2014. Custar cerca de 30% do salário mínimo. Em Brasília, Aracaju e Florianópolis, o aumento foi superior a 10%. Somente em Curitiba e em Fortaleza houve deflação. O preço caiu. Alguma coisa tá errada na cesta básica. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

14 de março de 2015

Preço dos produtos não param de aumentar

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), lambuzou a maquiagem dos dados inflacionários. O governo segurou o preço da passagem de ônibus, gasolina e energia para sair bem na foto. Mas, a invenção enfureceu a taxa de inflação. A cobrança do Cofins, na gasolina, a liberação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) nos carros foi o pretexto para elevar o IPCA. Até o dólar sentiu o impacto, passou dos R$ 3. Por isso, a inflação dos últimos 12 meses cravou 7,7%, o mais alto índice desde 2005, quando registrou 8,05%. Provando que descumprir metas tem consequências. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

15 de fevereiro de 2015

Indústria automotiva e a queda nas vendas

Temendo impopularidade, alguns governos adiam, empurram os problemas que aguardavam solução. Por conta de indecisões, de repetitivos erros, o Brasil, agora, passa por péssimas e complicadas situações. As contas públicas, desequilibradas, avermelharam. Para desviar os rombos, jogaram o peso nas costas do povo que enfrenta crises de água e de tarifaço no setor elétrico, ameaçado de racionamento, que junto com os impostos elevam os preços, aumentando a inflação. Até os subsídios nos preços e na redução de impostos nos automóveis derrubou a indústria automotiva. Que passa maus bocados com a queda de vendas, levando junto as concessionárias. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

25 de janeiro de 2015

Escalada de preços nos produtos e serviços

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atesta. Nos últimos dez anos, quem pressiona os preços para o consumidor, fortalece a inflação, encarece o custo de vida é o segmento da prestação de serviços. Os preços cobrados no salão de beleza, nos clubes, lanchonetes, barzinhos, restaurantes, os gastos que as famílias despendem com a saúde, a educação dos filhos, no pagamento da conta de água e luz e nas passagens de ônibus é o que dispara a inflação. Por isso, a tendência desse segmento é perder consumo. Desaquecer-se, perder vendas, paulatinamente. Vai ser um sufoco para todo mundo este ano de 2015. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

15 de dezembro de 2014

Preço de estacionamento em clínica é bastante caro

Para estacionar o carro na Clínica Maximagem, que fica na Avenida Agamenon Magalhães, bairro do Derby, os pacientes e visitantes vão ter que pagar uma verdadeira fortuna. Por um período de 0 a 1 hora de permanência, estão cobrando R$ 6.00. Por hora adicional ou flação sobra-se mas R$ 2.00. Ou seja: Além de ter que pagar pelos serviços prestados pela clínica cujo preços é bastante salgado, vai ter que arcar com mas esta despesa extra, quando na realidade este estacionamento como todos os outros cobrados em Clínicas e Hospitais do Recife, deveriam ser de graça, pois os donos já ganham muito dinheiro com consultas médicas, internações, cirurgias etc, e porque então cobrar por este tipo de serviço? Como os órgãos de fiscalização nada podem fazer para acabar com este abuso (que não deixa de ser um absurdo) pois são livres para cobrarem quanto querem, a solução para quem não quer gastar muito dinheiro, é deixar o carro em casa e ir visitar os enfermos de ônibus ou mesmo a pé. É o único jeito. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

5 de dezembro de 2014

Calculo da inflação brasileira

Tenho ouvido muita gente reclamar que o cálculo da inflação no Brasil é camuflado pelo governo. Muitos candidatos a presidente, perguntavam nos programas de TV para as donas de casas, se os preços dos alimentos eram os mesmos a cada mês que iam as compras. Na verdade é mais fácil ver os preços dos produtos que subiram do que os que baixaram. Todo ano o Parque dos Coqueiros faz o natal dos garis que limpam a praia de Boa Viagem distribuindo 70 cestas de natal. Assim resolvi checar o preço dos alimentos da cesta.  No ano de 2013, comprei as 70 cestas de natal ao preço R$ 30,00 a unidade. Este ano comprei as mesmas 70 cestas por R$ 32,00 a unidade teve um aumento de 6.6 % ao preço de 2013 e 6,25 % ao preço de 2014. Na realidade a produção de alimentos no Brasil é que segura a inflação. Foto:  Edson Campos E Silva

12 de novembro de 2014

Os lucros dos planos de saúde e cobram o que querem dos clientes

No primeiro semestre deste ano, as operadoras de planos de saúde do Brasil gastaram R$ 48,8 bilhões. O total é 15,6% superior em relação ao mesmo período do ano passado, quando o custo foi de R$ 42,3 bilhões. segundo a Naciss, O total das mensalidades pagas pelos beneficiários chegou a R$ 58,6 bilhões, uma alta de 14,9% se comparado a 2013. Então, otimizem seus gastos porque o consumidor já paga caro demais. Se a diferença entre despesa e arrecadação dos planos de saúde continuar neste ritmo, a tendência é que a conta sobre para o usuário. Um absurdo. A cada ano, os reajustes dos planos são maiores e a situação é ainda pior nos casos dos planos empresariais, cujas operadoras cobram o que querem dos clientes. O curioso é que essa conta nunca fecha. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Editora do caderno de economia do Jornal Folha de Pernambuco

16 de setembro de 2014

Inflação no Brasil

Como o país não conseguiu cumprir a meta estabelecida em 2011, aprisionando a inflação no patamar de 4,5% ao final do ano de 2012, prorrogaram a promessa de conter o dragão inflacionário para 2016.  Não adiantou congelar preços, manter os tentáculos da carestia sob pressão administrativa, não adiantou mexer constantemente na esfera econômica porque a degola dos preços foi mais forte. Acabou derrubando os planos, através do impacto da desaceleração nas vendas do comércio varejista, da queda de faturamento no setor automotivo e de material de construção.  Por isso, diante dos registros negativos, não houve outra saída, senão transferir o cumprimento das metas para o ano de 2016.   Levando a crer que 2015, o próximo ano, será também de extrema dureza para o Brasil. Semelhante ao de 2014 que atravessa frágil crescimento econômico, escalada de preços e indústria em recessão. Foto: Firmino Caetano Junior.  Carlos Ivan. Olinda/PE.

17 de agosto de 2014

Driblando o consumidor

Na pressa, durante as cansativas compras de supermercados, pouca gente percebe, mas a indústria de alimentos está usando um artifício eticamente discutível para combater o prejuízo da inflação, que chegou a 6,52% em 12 meses, terminados em junho. Observa-se nas prateleiras a redução das embalagens de alguns produtos para conseguir manter o mesmo preço. Uma famosa marca de lei em pó, por exemplo, que até pouco tempo trazia 300g do lácteo, agora traz 280g. Chocolates, biscoitos, queijos, cereais seguem o mesmo caminho. A redução em si não é ilegal, desde que seja informada com clareza. A "maquiagem de produtos" teve seu ápice nos períodos de congelamento de preços, em especial no Plano Cruzado, em 1986. Na época, as indústrias optavam por reduzir o peso dos produtos para escapar do tabelamento. O tempo passou e o consumidor ficou mais consciente sobre seus direitos e mais reativo aos aumentos, chegando a reduzir as compras  ou até mesmo trocar por outra marca mais em conta. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco

31 de julho de 2014

Tempo incerto com inflação galopante no País

Com gosto de gás, o vírus da estagflação chegou, querendo ser o rei do pedaço, desmoronando planos, derrubando projetos, implantando um tempo de vacas magras no mercado e produzindo incertezas no cenário brasileiro. Exige a mesma imagem de sempre, independente de maquiagem. Apresenta baixo crescimento do PIB, enquanto dispara a taxa de inflação para o topo do morro.  Preocupado com a terrível situação, o Banco Central alterou a regra do jogo. Embora mantenha os juros no cocuruto, a fim de segurar o IPCA, para impedir a fuga da meta, o BC resolveu ser flexível com os depósitos compulsórios dos bancos. A intenção é estimular o crédito, gerar consumo, que andam meio escondidos, super tímidos. Mas, tem um item encabulando o empresariado que é o ano eleitoral. No período de eleição, as campanhas esfriam os empréstimos, tiram o apetite do crédito, barram as vendas. Com as barbas de molho, os empresários ficam na dele. Agem iguais aos banqueiros, também desconfiados com a esmola grande, devido ao medo da inadimplência. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

15 de julho de 2014

Carros mais caros, mesmo com subsídio

Depois de todos os benefícios fiscais concedidos pelo Governo Federal há alguns anos, a indústria automotiva caminha na contramão da lógica e opta por vender veículos mais caros. Quando há queda da demanda de qualquer produto a tendência é que os preços caiam, concordam? Mas no Brasil esse processo é inverso. A demanda cai, os preços sobem e o Governo ainda banca. Sim, porque não é de hoje que temos notícias das isenções e reduções nas alíquotas do Imposto Sobre Produtos Industrializados(IPI). Recentemente, no dia 30 de junho, para ser mais preciso, a União manteve as alíquotas para o setor e, com isso, abriu mão de R$ 800 milhões. Se considerarmos 2014 como um todo, o País deixará de arrecadar R$ 1,6 bilhão. Mesmo assim, comprar um carro novo está custando R$ 2,7 mil a mais em relação ao ano passado. Um aumento de 6%. O mais curioso é saber da choradeira das montadoras que em 2013 saltou de R$ 3,3 bilhões para R% 161,3 bilhões, segundo dados da Oikonomia. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco

28 de junho de 2014

O preço que se paga para torcer durante Copa do Mundo no Recife

Os turistas que dedicaram seus preciosos dias para visitar as cidade-sedes da Copa do Mundo no Brasil devem ficar atentos aos preços abusivos que estão sendo cobrados pelos produtos e serviços. O que é de praxe em todos os mundiais, independentemente dos países escolhidos. Haja vista que os setores de comércio e serviços depositam na Copa uma excelente oportunidade de faturar o que, geralmente, levam meses para lucrar quando não acontecem os jogos. O Recife, por incrível que pareça, é um das cidades onde os preços são menores em relação às outras, mesmo considerando que, por aqui, taxistas extorquem turistas cobrando UR$ 100 dólares por uma corrida do bairro de Boa Viagem para cidade de Olinda- e alguns estabelecimentos também não ficam para trás, chegando a cobrar R$ 300 por 12 caipirinhas e algumas cadeiras na praia de Boa Viagem. Segundo levantamento do G1, em São Lourença da Mata, a 800 metros da Arena Pernambuco, o custo com estacionamento subiu 400%. No País, os gastos dos torcedores no entorno dos estádios sobem em média 500%. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Editora  de Economia do Jornal Folha de Pernambuco

19 de junho de 2014

Preços das mercadorias em disparada

Todos os dias me perguntam que Brasil é esse que estamos vivendo? Semanalmente vamos ao supermercado e nos deparamos com os preços das mercadorias reajustados e o pão nosso de cada dia com preço a beira da morte. Por outro lado os salários recebem reajustes insignificantes e impostos abusivos cobrados aos trabalhadores brasileiros sem dó nem piedade e não adianta nem reclamar. Reclamar a quem? O meu salário está milhões de vezes abaixo do que é levado pela corrupção por pessoas desonestas neste país e tudo fica por isso mesmo. Estamos na época da exploração, com preços altos e salários baixos, e sob o risco da volta do monstro da inflação. Lamentável está situação porque passamos. Ainda bem que as eleições estão chegando. Foto: Firmino Caetano Junior. Fernando Melo. Igarassu/PE

7 de junho de 2014

É preciso economizar e preservar o meio ambiente

O crescente número de habitantes no planeta exige cada vez mais recursos naturais para atender os novos consumidores, entretanto ainda existe uma cultura do desperdício em diversos locais e realizada por pessoas que desconhecem ou ignoram a diminuição dos recursos. Essa cultura do consumismo com o pretexto de geração de emprego e renda é aceita e valorizada em nossa sociedade, entretanto só esgota a capacidade de os ambientes se recuperarem, produz lixo em excesso e inflaciona os preços. Em minha residência, por exemplo, passei a coletar em um balde aquela água fria que sai do chuveiro antes da água quente e ao final de um mês eu havia economizado o suficiente para abastecer a casa por um dia, entre outras ações que a necessidade de poupar nos impõe. Portanto, me revolta ver o cidadão lavando calçadas com água limpa e tratada ou estabelecimentos com luzes acesas durante o dia, como também postes de iluminação pública (como este da foto), pois o fato de estarem pagando pelo uso não os permitem desperdiçar algo fundamental ao coletivo. Foto: Firmino Caetano Junior. Daniel Marques. Virginópolis/MG

28 de maio de 2014

Preços dos eletrodomésticos dispara nesta Copa do Mundo

'Gigante latino-americano". É assim  que o Brasil é visto aos olhos de alguns países mundo afora. No entanto, essa boa fama começa a ruir. A poucos dias da Copa do Mundo, o País não está no foco do noticiário internacional por conta do futebol. O peso da alta carga dos impostos no País entrou na mira da imprensa econômica mundial, que antes já vinha batendo somente na péssima condução da economia. Recentemente, o jornal francês "Le Monde" se assustou ao comparar os preços de eletrodomésticos no Brasil, que custam em média, 50% a mais do que nos outros países emergentes. Números que se agravam quando esses dados são cruzados com o salário médio de um brasileiro, que hoje está em R$ 724. Entretanto, a grande problemática não está na carga tributária em si, mas na ausência de contrapartida de serviços de qualidade. Ninguém consegue perceber onde o dinheiro foi investido. Questões básicas como transporte, educação e saúde têm condições miseráveis, o que obriga o cidadão a gastar (muito) mais. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco