Os moradores do Conjunto Residencial do Cordeiro, que fica na Rua Dr. Carlos Lacerda, bairro do Cordeiro, no Recife, em Pernambuco,estão se queixando que no bloco 16 e outros, estão sem água há anos. Entra presidente e saí presidente da Compesa, e ninguém resolve esse descaso. O caso é sério e faz tempo que ninguém consegue tomar um banco, a não ser contratando um caminhão pipa, mas como moram pessoas humildes, falta dinheiro para isso. E haja descaso. Além do mais, dizem que as contas de água sempre chegam em média no valor de R$ 100,00, e se não paga a estatal corta a água, coisa que não existe. Só se for levar a encanação. Foto: Firmino Caetano Junior.
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6 de março de 2024
Moradores sem água há anos
Os moradores do Conjunto Residencial do Cordeiro, que fica na Rua Dr. Carlos Lacerda, bairro do Cordeiro, no Recife, em Pernambuco,estão se queixando que no bloco 16 e outros, estão sem água há anos. Entra presidente e saí presidente da Compesa, e ninguém resolve esse descaso. O caso é sério e faz tempo que ninguém consegue tomar um banco, a não ser contratando um caminhão pipa, mas como moram pessoas humildes, falta dinheiro para isso. E haja descaso. Além do mais, dizem que as contas de água sempre chegam em média no valor de R$ 100,00, e se não paga a estatal corta a água, coisa que não existe. Só se for levar a encanação. Foto: Firmino Caetano Junior.
1 de novembro de 2023
Conjunto habitacional sem água e outras mazelas
Quem entra no maior conjunto habitacional da América Latina, com 2.464 apartamentos divididos em 23 blocos,176 prédios e mais de 14 mil moradores, localizado na Avenida Recife, no bairro de Areias, no Recife, em Pernambuco, logo imagina estar em um grande cortiço. As garagens dos carros mais lembram ratoeiras, com grades por toda parte, e muitas vezes transformadas em pontos comerciais. O lixo, animais soltos, ratos, baratas e até escorpiões, o vandalismo e a falta de manutenção do pátio do conjunto complementam o degradante cenário, distribuído em 30 hectares de área. Construído há quase 30 anos, o Residencial Ignêz Andreazza nasceu de um projeto elaborado pelo arquiteto Acácio Gil Borsoi, que pretendia fazer do local o maior e o melhor conjunto residencial do Brasil. A prefeitura nada faz para dar uma solução aos problemas da sua competência. Por outro lado, faz tempo que não chega água nas torneiras das residências. A estatal precisa enviar uma equipe para verificar o que está acontecendo. Foto: Adroaldo Figueiredo. Recife/PE.
20 de novembro de 2015
O gigante abandonado
Quem entra no maior conjunto habitacional da América Latina, com 2.464 apartamentos divididos em 23 blocos,176 prédios e mais de 14 mil moradores, localizado na Avenida Recife, no bairro de Areias, no Recife, em Pernambuco, logo imagina estar em um grande cortiço. As garagens dos carros mais lembram ratoeiras, com grades por toda parte, e muitas vezes transformadas em pontos comerciais. O lixo, animais soltos, ratos, baratas e até escorpiões, o vandalismo e a falta de manutenção do pátio do conjunto complementam o degradante cenário, distribuído em 30 hectares de área. Construído há quase 30 anos, o Residencial Ignêz Andreazza nasceu de um projeto elaborado pelo arquiteto Acácio Gil Bolsoi, que pretendia fazer do local o maior e o melhor conjunto residencial do Brasil. Mas parece não ter dado certo. Hoje, o retrato é do abandono. Inadimplência dos condôminos e ausência de apoio dos órgãos governamentais, assim como das grandes empresas prestadoras de serviços - Oi, Celpe e Compesa - são algumas das causas. Além, é claro, da falta de cooperação e até mesmo educação de muitos moradores. Foto: Adroaldo Figueiredo. Recife/PE
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