Entre agosto e setembro, o Reino Unido realizou uma operação sem precedentes, deportando 607 brasileiros, incluindo 109 crianças, por meio de três voos. A informação foi publicada pelo jornal britânico The Guardian neste domingo (1º). Os voos ocorreram em 9 e 23 de agosto, e em 27 de setembro, transportando centenas de pessoas de volta ao Brasil. Segundo a reportagem, muitas crianças deportadas frequentavam escolas britânicas e passaram a maior parte de suas vidas no Reino Unido, acompanhadas de suas famílias.Essas ações refletem o endurecimento das políticas migratórias do governo britânico após o Brexit. Embora o governo do Reino Unido categorize as deportações como "retornos voluntários", muitas das pessoas removidas estavam em situação irregular devido ao vencimento de seus vistos. A Coalition of Latin Americans in the UK (Coalizão de Latino-Americanos no Reino Unido) alertou sobre os desafios enfrentados pela comunidade brasileira, a maior entre os latino-americanos no país. Barreiras linguísticas e mudanças nas regras de imigração agravaram as dificuldades de acesso a suporte jurídico, deixando muitas famílias em posições vulneráveis.
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3 de dezembro de 2024
Reino Unido deporta 600 brasileiros inclusive crianças
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19 de novembro de 2024
230 mil brasileiros podem ser deportados dos Estados Unidos
Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, sugeriu nesta segunda-feira (18) que pretende declarar emergência nacional para promover deportações em massa de imigrantes indocumentados. Trump também sugeriu que irá usar militares para cumprir promessas de campanha. O republicano, que toma posse em janeiro, fez da repressão a pessoas em condição ilegal no país um elemento central de sua campanha, prometendo inclusive realizar deportações em massa. Nova declaração foi feita hoje na Truth Social, rede social de Trump. O republicano compartilhou uma publicação do presidente do grupo conservador Judicial Watch, Tom Fitton, na qual ele afirma: "[Trump] está preparado para declarar emergência nacional e usar militares para reverter a invasão promovida por Biden por meio de um programa de deportação em massa'". Na legenda, o republicano escreveu apenas: "Verdade!" Com a vitória de Trump, 11 milhões de imigrantes entram na mira do exército. O republicano prometeu a "maior operação de deportação doméstica na história americana". O objetivo seria expulsar 11 milhões de imigrantes ilegais, estima artigo da revista Time. O método será encurtar os processos de deportação, realizando as expulsões sem a realização de audiências, exigidas por lei atualmente. Republicano diz que a medida vai melhorar os salários dos americanos, mas o resultado pode ser desastroso. A remoção abrupta de milhões de imigrantes provavelmente levaria à instabilidade econômica, particularmente em indústrias fortemente dependentes de mão de obra dos ilegais, como agricultura e turismo. Para cumprir a promessa, Trump gastou bilhões de dólares. O custo para deportar um milhão de imigrantes ilegais por ano custaria mais de US$ 88 bilhões (R$ 502,3 bilhões em valores de hoje), totalizando US$ 967,9 bilhões (R$ 5,5 trilhões) ao longo de mais de 10 anos, de acordo com relatório do Conselho Americano de Imigração. Folhapress
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25 de outubro de 2014
Clandestino de volta para país de origem
No dia 06/10/2014 foi desembarcado no porto de Suape e entregue à Polícia Federal, o estrangeiro de nacionalidade camaronense, Ondobo Happy o qual foi encontrado no dia 26/06/2014 a bordo de um navio de bandeira panamenha, o qual estava carregado de cimento para ser descarregado no porto citado. O navio saiu do porto de Duala-República dos Camarões dia 19/06/2014 e o passageiro só foi encontrado por tripulantes da embarcação no dia 26/06/2014, quando o navio navegava próximo ao Porto de San Lorenzo na Argentina, no compartimento de cabos de aço do guindaste do navio. A legislação orienta que em se descobrindo qualquer estrangeiro clandestino à bordo de qualquer navio ou embarcação ele deverá ser deixado no próximo porto em que a embarcação atracar. Porém foi negado o seu desembarque para fins de repatriação na Argentina, Argélia e na Espanha. Como próximo porto seria de Suape foi concedido o seu desembarque, até que a Polícia Federal procedesse as formalizações legais junto aos órgãos competentes para que sua repatriação fosse autorizada. Em seu depoimento à polícia disse que a intenção era de desembarcar em portos europeus e não na América do Sul em busca de dias melhores e um emprego. Mas, foi enviado de volta para seu país de origem dia 24.10.2014, com previsão de chegada na República dos Camarões por volta das 21 horas. Foto Divulgação
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