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17 de maio de 2025

Desmatamento cai 32% no Brasil em 2024, aponta relatório

O Brasil teve uma redução de 32,4% no desmatamento no ano passado, em relação a 2023. Na soma de todos os estados, mais o Distrito Federal, o país perdeu 1.242.079,1 hectares em 2024 -o equivalente a cerca de 1,5 milhão de campos de futebol. No ano anterior, a área desmatada foi de 1.836.749,3 hectares. Os dados são do RAD (Relatório Anual do Desmatamento), divulgado nesta quinta-feira (15) pela rede MapBiomas. Pela primeira vez nos últimos seis anos, todos os biomas tiveram queda no desmatamento ou estabilidade -caso da mata atlântica. O cerrado é o bioma com a maior área desmatada pelo segundo ano consecutivo, conforme o estudo. Em 2024, foram 652.197 hectares de vegetação suprimidos -mais da metade (52,5%) do total de perda florestal no país, com cerca de 1.786 hectares a menos por dia. Apesar da vasta área perdida, o cerrado teve uma diminuição de 41,2% na comparação com 2023, quando teve 1.109.850 hectares desmatados. "É importante ressaltar essa queda de 41,2%, apesar de o cerrado continuar sendo o mais desmatado do país. Todos os estados do bioma tiveram redução em 2024, com exceção de São Paulo. O destaque é Goiás, que reduziu cerca de 72%, e Bahia com uma queda de 65%", disse Roberta Rocha, analista de pesquisa do MapBiomas. A Amazônia teve uma perda de 377.708 hectares e ocupa a segunda colocação no ranking crítico. O bioma teve redução de 16,8% -em 2023, perdeu 454.230 hectares. A caatinga ocupa a terceira posição, com a supressão de 174.511 hectares de floresta. Em 2023, a perda foi de 201.607 hectares. Uma diminuição de 13,4%. Na sequência, o pantanal desmatou 23.295 hectares em 2024 contra 56.304 no ano anterior, uma redução de 58,6%. 

25 de junho de 2023

Meio ambiente: desmatamento no Cerrado cresce 32% em 2022

O desmatamento no Cerrado atingiu cerca de 659 mil hectares em 2022, representando aumento de 32,4% em comparação com o ano anterior, quando foram desmatados 498 mil hectares. Os dados são do MapBiomas Alerta, publicados no Relatório Anual de Desmatamento no Brasil (RAD) e divulgados pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). Essa é a maior área desmatada registrada pelo MapBiomas Alerta no Cerrado, desde o início do monitoramento pelo projeto, em 2019, segundo o Ipam. A área total desmatada em 2022 no bioma representa quase um terço da supressão da vegetação nativa no país (32,1%). No Cerrado, a Bahia foi o Estado que mais desmatou no ano passado, com mais de 157 mil hectares derrubados, um aumento de 67,8% em relação a 2021. O Maranhão, que liderou a lista em 2020 e 2021, desmatou cerca de 152 mil hectares e ficou em segundo lugar. No Piauí, o desmatamento aumentou 137% em relação a 2021, o maior aumento entre todos os Estados, totalizando cerca de 136 mil hectares desmatados. 

10 de março de 2015

Denúncia assustadora preocupa população mundial

A denúncia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais preocupa. Em apenas um semestre, o desmatamento na Amazônia quase duplica de tamanho. Entre agosto de 2014 a janeiro de 2015 a área desmatada na Região atingiu a marca de 2.215 mil quilômetros quadrados. Como danifica o ecossistema, causa desequilíbrio na biodiversidade, em função do desaparecimento de várias espécies vegetais e animais, a degradação da Floresta Amazônica é considerada um dos principais problemas ambientais do mundo, atualmente. Especialistas criticam o aumento da erosão do solo, o assoreamento de rios, a desertificação e a poluição do ar por ajudar na proliferação de pragas e doenças. Foto: Luciano Moura. Carlos Ivan. Olinda/PE

25 de dezembro de 2014

O povo quer água e mais fiscalização

A população da cidade de Igarassu, Região Metropolitana do Grande Recife, poderá enfrentar uma grave crise no abastecimento de água, em 2015. Isso porque em diversas barragens de captação, espalhadas pelo município, o nível da água estar bem abaixo do esperado. O município possui muitas nascentes de água, entretanto o desmatamento é uma enorme ameaça a essas fontes. É preciso dar um basta a destruição das poucas áreas verdes existentes em Igarassu, para que possamos garantir água para o consumo. Fica a pergunta? Cadê as nossas autoridades para fiscalizar este crime contra o meio ambiente? O que diz a Compesa (Companhia Pernambucano de Saneamento), sobre este grave problema que o povo vai ter que enfrentar no futuro bem próximo? Quais os investimentos que estão sendo realizados para que isso não aconteça? Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

14 de outubro de 2014

Desmatamento e ninguém toma providência

O desmatamento continua ocorrendo com frequência na comunidade de pau de légua, na cidade de Igarassu, Região Metropolitana do Grande Recife. Segundo relatos de proprietários rurais que vivem no local, diariamente a retirada de madeira vem causando um grande estrago numa área remanescente de Mata Atlântica no entorno da localidade a vista de todo mundo e nada se pode fazer, pois é de responsabilidade das autoridades esta tarefa e as pessoas ficam com medo de se entrometer ou mesmo vim a denunciar este crime ambiental através da televisão, para que seus rostos não seja vistos, e sofrerem represarias por parte dos desmatadores. O que acontece na realizada é que a deficiência na fiscalização tem facilitado a ação dos criminosos e ninguém sabe explicar o por quê. Afinal, o que está havendo? Estão com medo do quê para punir os criminosos? Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

5 de maio de 2014

O Pau-Brasil é nosso

O Pau-brasil é uma árvore nativa da mata atlântica que predominava em Pernambuco no período da colonização portuguesa, e que foi muito explorado pela indústria têxtil européia. Também chamado pelos nossos indígenas de Ybyrapytanga (Madeira Vermelha). Através da Lei nº 6.607, de 07/12/1978 o Pau-brasil foi declarado como a árvore nacional e 03 de maio, como o Dia do Pau-brasil. Atualmente poucos são encontrados nas áreas remanescentes de Mata atlântica e até mesmo nas cidades que vem perdendo seus espaços verdes para a ocupação imobiliária desordenada. Enfim é o momento de enaltecer a importância do Pau-brasil para a nossa história, nossa cultura e a para o meio ambiente. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

27 de janeiro de 2013

Destruição do verde compromete abastecimento de água

Em Igarassu existem diversas barragens de Captação de água (Rio Utinga, Monjope, Tabatinga, Arataca entre outros) que abastecem parte da Região Metropolitana Norte do Recife. Entretanto os mananciais estão ameaçados devido ao desmatamento que vem ocorrendo frequentemente nas áreas remanescentes de Mata Atlântica que protegem as nascentes. Com a diminuição do volume de água, a população tem sido bastante penalizada com um racionamento intenso em nossa cidade. É preciso medidas urgentes para por um fim nas devastações que estão acontecendo na reserva florestal da região. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE.

31 de maio de 2012

Desmatamento na cidade de Igarassu

O distrito de Três Ladeiras em Igarassu possui uma imensa área remanescente de Mata Atlântica, que aos poucos vem sendo devastada pela ambição humana. Em vários locais da mata facilmente encontramos armadilhas para caça de animais silvestres e árvores nativas derrubadas para utilização da lenha. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE.

CPRH RESPONDE: Vistoria realizada em 01/06/2012 em conjunto com Cipoma e Depoma, não foram observados sinais de desmatamento ou queimada no local indicado na denúncia. Denúncia arquivada. Márcio Azevedo. Ouvidor

17 de janeiro de 2012

Barragem x Desmatamento


Em Igarassu existem diversas barragens de captação de água que abastecem parte da Região Metropolitana Norte do Recife, entretanto, os mananciais estão ameaçados devido ao desmatamento que vem ocorrendo frequentemente no local, como por exemplo, nesta área Remanescente de Mata Atlântica em Monjope. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE.

30 de dezembro de 2011

Desmatamento no bairro de Boa Viagem no Recife


A Construtora Queiroz Galvão com o apoio da Prefeitura e órgãos de preservação ambiental promovem um grande desmatamento nas proximidades da rua Ana Camelo da Silva, em Boa Viagem. Vale salientar que a área é de preservação ambiental, as árvores existem há mais de 50 anos e fazem parte do manguezal de Boa Viagem. Nós, moradores dessa rua, estamos lutando contra essa atrocidade, uma vez que a maior parte das árvores já estão marcadas para morrer. No Projeto que existia a área seria utilizada para a construção de um parque. Entretanto, a Prefeitura mudou de ideia e está tirando todas as árvores para a abertura de uma rua. Sou residente na Rua Ana Camelo da Silva e, também, as árvores e jardins dessa rua serão cortadas para dar lugar a uma via mais larga. Estão tirando as árvores, a pracinha, o campo de futebol. Seremos uma rua de calçadas estreitas, sem árvores e de mão dupla. Teremos tráfego na frente, ao lado e atrás do prédio. Junto a isso tudo, teremos a erosão do solo, em consequència do desmatamento; aumento do calor e alagamento (a única rua que não alagava nas proximidades era a nossa); poluição por fuligem e poluição sonora (imagine quantos veículos passarão na nossa porta!), sem contar no risco de assalto, sequestro e entrarem nos nossos apts (como o prédio é de esquina, ficamos muito vulneráveis). Enfim, estamos muito tristes e lutando para tentar impedir a derrubada das árvores. Até as crianças estão sensibilizadas, pois todas as árvores da rua e o jardim em frente ao nosso prédio deixarão de existir. Essas árvores contam histórias, algumas foram plantadas e cuidadas por antigos moradores da rua. Estamos vivendo um pesadelo. Pior que a Queiroz Galvão, juntamente com o Poder Público, deixaram pra fazer tudo isso num momento que a cidade está vazia e os juizes de recesso. foto: Adriany Carvalho. Recife/PE.

3 de setembro de 2011

Amazônia: Maior parte da área desmatada foi transformada em pastos


Mais de 60% da área já desmatada na Amazônia foram transformados em pastos. A conclusão está em um levantamento divulgado nesta sexta-feira e que, pela primeira vez, mapeou o uso das áreas desmatadas do bioma e mostrou o que foi feito com os 720 mil quilômetros quadrados de florestas derrubados até 2008 – uma área equivalente ao tamanho do Uruguai. A maior parte foi convertida para a pecuária. O levantamento, feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), dividiu a área desmatada em dez classes de uso, que incluem pecuária, agricultura, mineração, áreas de vegetação secundária, ocupações urbanas e outros. fonte. Correio do Brasil/RJ.

6 de fevereiro de 2011

Desmatamento no Derby


Com tantos avisos de que o clima do Recife tende a esquentar, e que a cidade se tornará desértica em pouco tempo, a prefeitura do Recife que não está nem aí para o meio ambiente, não apresenta projeto que aumente o verde da cidade há anos, e para piora a situação, mataram as palmeira imperiais da praça do Derby, por falta de cuidados, e pelo monstruoso projeto do corredor leste oeste. Nada que o Pt faz na cidade dá certo! A destruição do verde é gritante e os técnicos da prefeitura ao invés de cuidar do que ainda, destroi. Para completar, as sem sentido cobertas de ônibus, altíssimas que não protegem o cidadão da chuva ou do sol, acabaram sufocando os exemplares e assim o Recife vai se tornando cada vez mais árido, e quando piorar, a culpa vai ser do Pt, que não se incomodou em plantar/ cultiva e acabando assim, com as aspirações do povo, de ter um Recife mais verde! foto: web. Julia Lopes. Recife/Pe.

18 de setembro de 2010

Desperdício de madeira


O que seria da indústria sem a utilização da madeira? Como seria em nossas casas sem o uso diário de utensílios produzidos com madeira? O que será do meio ambiente sem as árvores? Diariamente enormes quantidades de madeira são desperdiçadas no lixo ou estão sendo utilizadas para os fornos das padarias. Enquanto isso, inumeras árvores estão sendo derrubadas para atender o mercado, ocasionando vastas áreas desmatadas, destruindo a biodiversidade. É fundamental que a sociedade procure urgentemente utilizar de forma racional a madeira, adotando a reutilização e a reciclagem, e ao mesmo tempo procurando incentivar o reflorestamento de áreas ociosas e desmatadas pela ganância do ser humano. foto: web. Fernando Melo. Igarassu/Pe.