Os meses mais frios do ano chegaram e junto com a troca da estação, a alimentação também acabou mudando bastante. A maioria das pessoas sente mais fome durante o frio, o que traz aquela “vontade” de comer alimentos mais calóricos. A explicação para esse comportamento está ligada a diversos fatores fisiológicos e psicológicos. Um dos fatores é que, durante o frio, o organismo gasta mais energia para manter a temperatura corporal, o que aumenta o apetite. A nutricionista especializada em nutrição esportiva, Thainara Gottardi, confirma que a mudança de temperatura desempenha um papel fundamental no aumento do apetite. "Nos meses mais frios, o corpo precisa gastar mais energia para manter sua temperatura interna estável. Isso leva a um aumento no metabolismo, o que pode gerar uma maior sensação de fome", comenta. "Além disso, o frio também faz com que o corpo busque fontes de calor através dos alimentos, especialmente aqueles que são mais calóricos, como sopas, pratos pesados e alimentos reconfortantes." E realmente, na estação mais fria do ano, algumas bebidas e alimentos viram protagonistas. Cafés e chás são boas escolhas para se aquecer. Os carboidratos, como pães, batatas e massas, são outros aliados neste período. Porém, a especialista faz o alerta: “as porções devem ser equilibradas, pois a ingestão em excesso aumenta os níveis de glicose no sangue. Sopas, cremes e caldos estão na lista das comidas que geram conforto e, em geral, são preparações nutritivas, o que ajuda a manter a saciedade”. Outro fator relevante, de acordo com Thainara, é o impacto das estações no humor e no comportamento alimentar. "Durante o período de temperaturas mais baixas e com menor exposição à luz solar, a produção de serotonina no organismo tende a diminuir. Esse neurotransmissor, essencial para regular o bem-estar, o controle do apetite e o humor, tem seus níveis reduzidos, o que pode levar o corpo a buscar alimentos que proporcionem prazer e conforto emocional”, destaca a nutricionista. Durante o período de temperaturas mais baixas e com menor exposição à luz solar, a produção de serotonina no organismo tende a diminuir. Esse neurotransmissor, essencial para regular o bem-estar, o controle do apetite e o humor, tem seus níveis reduzidos, o que pode levar o corpo a buscar alimentos que proporcionem prazer e conforto emocional. Embora esse comportamento seja natural e resultado de processos fisiológicos, Thainara ressalta para a importância de escolhas alimentares equilibradas. "É importante prestar atenção no tipo de alimento consumido, mesmo durante o frio. Optar por opções saudáveis, como sopas à base de legumes, grãos integrais e proteínas magras, pode ajudar a satisfazer a fome sem sobrecarregar o organismo com calorias extras. O segredo está em manter a qualidade nutricional da alimentação", sugere a especialista. Além disso, a especialista reforça que a prática de atividades físicas também pode ajudar a controlar o apetite. "O exercício físico regular pode auxiliar no equilíbrio da fome, pois ajuda a regular o metabolismo e reduz o desejo por alimentos mais calóricos", conclui Thainara Gottardi.
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7 de junho de 2025
Entenda os motivos por trás do aumento do apetite nas estações geladas
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29 de julho de 2014
Transporte Coletivo e o Metrô do Recife
Vindo do interior do Estado de Pernambuco, por volta das 06h15, peguei o metrô que já estava entupido de gente, isso já na terceira estação de passageiros, para chegar ao Recife. Pois bem, ao parar em outras diversas estações, o caos reinou e, para piorar, acredito que nem ar-condicionado o veículo possuía, pois o calor era insuportável. Tenho conseguido sentar, fiquei observando os trilhos e, para minha surpresa, percebi que entre os trilhos o lixo impera mas, o pior, são os pedaços de ferros soltos e toda sorte de pedras enormes que podem, de um momento para outro, causar um acidente sério naquelas linhas. É lamentável observar a total falta de manutenção daqueles importante meio de transporte que, por sinal, deveria ser estendido para outras áreas, por ser muito mais rápido e atender a um maior número de pessoas. Enquanto presenciamos tamanho descaso, o governo investe num transporte marítimo que vai trafegar a 20 quilômetros por hora. Pode? Com a palavra, as autoridades responsáveis! Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Alberto Costa. Paulista/PE
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