Muitos consumidores costumam retirar a pele do frango antes do preparo, mas essa prática pode comprometer o sabor e a textura do prato, apontam especialistas em alimentação. A pele atua como uma camada natural que preserva a umidade e garante maciez à carne. Mesmo que não seja consumida, mantê-la durante o cozimento ajuda a reter os sucos e intensificar o sabor. De acordo com o portal Informe Brasil, a pele do frango também é fonte de gorduras insaturadas, consideradas “gorduras boas”, que auxiliam na regulação dos níveis de colesterol no sangue. Um estudo publicado no Journal of the American Dietetic Association mostrou que o frango preparado com pele apresenta sabor mais marcante e textura mais suculenta do que aquele sem pele. Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicam que uma porção de 196 gramas de peito de frango sem pele contém cerca de 284 calorias, enquanto a mesma quantidade com pele chega a 350 calorias — diferença considerada pequena diante dos benefícios sensoriais e nutricionais. Embora o consumo excessivo de carnes vermelhas e processadas esteja relacionado a doenças cardíacas e câncer, pesquisas recentes sugerem que o frango, inclusive com pele, pode integrar uma dieta equilibrada e saudável, desde que consumido com moderação. Nutricionistas recomendam limitar o consumo total de carnes a até 500 gramas por semana, priorizando preparos assados, grelhados ou cozidos, e evitando frituras.
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16 de outubro de 2025
O que acontece quando você tira a pele do frango antes de cozinhar
16 de maio de 2025
Comer frango pode aumentar risco de morte
O site Best Life revelou que um americano consome, em média, cerca de 45 kg de frango por ano, o que equivale a 850 gramas por semana. O frango não só é um alimento básico, acessível e versátil para toda a família, como também é, em geral, muito mais saudável do que as carnes vermelhas, como bife e carne moída, ou carnes processadas, como a linguiça e o bacon. Porém, alguns estudos sugerem que o frango também apresenta alguns perigos ocultos para a saúde. Na verdade, uma nova investigação descobriu que comer uma certa quantidade de frango pode aumentar "significativamente" o risco de morte. Um estudo publicado na revista Nutrients, procurou revelar a conexão entre o consumo de aves e o risco de mortalidade associados ao câncer gastrointestinal. Os investigadores concluíram que, na Itália - onde o estudo foi realizado - e nos Estados Unidos, o consumo de carne branca está aumentando. Isso deve-se, provavelmente, à crescente consciencialização de que o consumo de carne vermelha e processada pode aumentar o risco de doenças cardíacas ou certos tipos de câncer. Para chegar a estas conclusões, a equipe recolheu os dados de saúde de quase cinco mil participantes, que agrupam o seu consumo semanal de carne em três categorias: carne total, carne vermelha e aves. Foram monitorados durante 19 anos. O estudo revelou que o consumo de aves pode aumentar o risco de morte em 27%. No final do estudo, 1028 participantes morreram, 108 com câncer gastrointestinal, incluindo colorretal (37), do fígado (28) e no pâncreas (22). As outras 180 mortes foram devido a outros tipos de câncer. Com base nessas métricas, os investigadores concluíram que consumir mais de 300 gramas de aves por semana está "associado a um aumento estatisticamente significativo no risco de mortalidade". Além disso, descobriram também que o risco é maior em homens do que em mulheres. Consumir mais do que essa quantidade está correlacionado a um risco 27% maior de morte em comparação com o consumo de menos de 100 gramas.
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27 de janeiro de 2025
Pense duas vezes antes de voltar a lavar frango cru
Na próxima vez que pensar em lavar o frango, lembre-se de que isso pode espalhar, pela sua cozinha, as bactérias que a carne eventualmente contenha. Este é um dos alertas feitos pela nutricionista Adriana Loyola em favor da segurança alimentar. "A recomendação de não lavar o frango, fornecida por órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde, é baseada em estudos que mostram que isso pode espalhar bactérias nocivas, como Salmonella e Campylobacter, presentes na carne crua", explica a especialista em entrevista ao jornal Metrópoles. Adriana Loyola esclarece que os respingos de água podem projetar bactérias para a bancada, utensílios de cozinha e até contaminar outros alimentos. A carne crua pode conter microorganismos patogênicos que, ao entrarem em contato com outros alimentos cozidos, podem provocar contaminação cruzada. Além disso, "mesmo que a lavagem seja feita com água potável, a simples ação de esfregar e enxaguar pode não eliminar as bactérias, já que elas tendem a estar presentes em diferentes partes do frango, como nas cavidades internas", acrescenta a especialista. A melhor forma de eliminar as bactérias presentes na carne é prepará-la em temperaturas elevadas, garantindo a segurança do consumo.
20 de maio de 2014
Consumo de frango pode causar danos à saúde
Muita gente não sabe, mas atualmente o consumo da carne de frango tem causado muitos males à saúde das pessoas. Isso porque, as aves recebem uma considerada quantidade de hormônios para acelerar o seu crescimento e em poucos dias estão prontas para o abate. A população brasileira anda consumindo a carne de frango carregada de hormônios que tem se aglomerado no organismo humano e ocasionando inúmeros problemas de saúde. Apesar de tudo isso, as autoridades de saúde não movem uma palha sequer, no sentido de informar à população através da mídia, deste problema e alerta o risco que as pessoas correm ao comer este animal. Até quando as pessoas vão continuarem a conviver com esta falta de informação? Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE
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