Um teste de DNA revelou novas informações sobre a estátua da Virgem Maria – a Madonna di Trevignano – na pequena cidade de Trevignano Romano, a cerca de 50 quilômetros de Roma. A imagem teria vertido lágrimas de sangue, atraindo a curiosidade de milhares de visitantes desde 2016. Uma análise feita pela Universidade de Roma Tor Vergata, divulgada pelo jornal italiano Corriere della Sera, indicou que as lágrimas na estátua correspondem ao material genético da dona da imagem, a vidente Gisella Cardia, responsável por organizar as peregrinações. A conclusão refuta as alegações de que um fenômeno sobrenatural estaria por trás do sangue na estátua, algo que Gisella insistia em divulgar como um milagre. Em 2023, moradores da cidade, céticos em relação à autenticidade do fenômeno, contrataram um investigador particular para verificar a veracidade das alegações da vidente, segundo o Daily Mail. Os habitantes locais apresentaram evidências sugerindo que o líquido vermelho que escorria dos olhos da estátua era sangue de porco. Além disso, em 2020, já havia indícios de que o sangue na imagem era compatível com o de Gisella. A vidente agora pode enfrentar um processo criminal por fraude. Os resultados oficiais serão divulgados na próxima sexta-feira, 28 de fevereiro.
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25 de fevereiro de 2025
DNA soluciona mistério de virgem Maria que chorava sangue
7 de fevereiro de 2024
Telescópio capta imagens de 19 galáxias com resolução inédita
Imagens capturadas pelo telescópio espacial James Webb e divulgadas na semana passada, mostram com detalhes inéditos 19 galáxias espirais relativamente próximas da Via Láctea, onde está o planeta Terra. As imagens foram divulgadas por uma equipe de cientistas envolvida no projeto Física em Alta Resolução Angular em Galáxias Próximas (Phangs, na sigla em inglês), que reúne cerca de 150 observatórios astronômicos pelo mundo, e devem permitir estudos avançados sobre a formação das estrelas e a estrutura e a evolução das galáxias, segundo cientistas. O James Webb foi desenvolvido pela Agência Espacial dos Estados Unidos (Nasa) em parceria com a agência espacial europeia e a agência espacial canadense, e foi lançado em 2021 de uma base na Guiana Francesa. As galáxias são identificadas por códigos. A mais próxima, dentre essas 19 retratadas, é a NGC5068, situada a cerca de 15 milhões de anos-luz da Terra. A mais distante delas é a NGC1365, a aproximadamente 60 milhões de anos-luz. Um ano-luz equivale a 9,5 trilhões de quilômetros, distância que a luz percorre ao longo de um ano. "As novas imagens de Webb são extraordinárias", disse Janice Lee, cientista de projetos para iniciativas estratégicas no Space Telescope Science Institute, em Baltimore. "Eles são alucinantes mesmo para pesquisadores que estudam essas mesmas galáxias há décadas. Filamentos são retratados nas menores escalas já observadas e contam uma história sobre o ciclo de formação estelar." A NIRCam (câmera quase infravermelha) do telescópio capturou imagens de milhões de estrelas, que brilham em tons de azul. Algumas estão espalhadas pelos braços espirais, outras estão agrupadas em aglomerados de estrelas. Os dados do Instrumento de Infravermelho Médio do telescópio destacam poeira brilhante, mostrando onde ela existe ao redor e entre as estrelas. Também destaca estrelas que ainda não se formaram completamente - estão envoltas no gás e na poeira que alimentam o seu crescimento. "É aqui que podemos encontrar as estrelas mais novas e mais massivas das galáxias", disse Erik Rosolowsky, professor de física na Universidade de Alberta, em Edmonton, Canadá.
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