Mostrando postagens com marcador justiça eleitoral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador justiça eleitoral. Mostrar todas as postagens

18 de setembro de 2012

Um afronto a justiça eleitoral

As propagandas politicas de candidatos na cidade do Cabo de Santo Agostinho, interior do estado de Pernambuco, tais como: Bandeiras, cartazes, adesivos, cavaletes, etc, estão sendo expostas em locaIs não permito pela justiça, desrespeitando assim a lei vigente, sem nenhum medo por parte dos candidatos (a sua maioria) de qualquer tipo de punição. Estão presentes nas Praças, calçadas, em frente da estação do Metrô, nas ruas, coladas nos postes etc, locais esses não permitido para este tipo de propaganda. Está foto onde aparece uma grande quantidade de cartazes, bandeiras e até carros de som, foi fotografada dentro da praça da Celpe, no centro da cidade. Como é um espaço público, jamais deveria está presente no local. Um abuso e um afronto a justiça eleitoral do municipio. Que medidas serão tomadas? Foto: Firmino Caetano Junior.

Carros de som fazendo propaganda de candidatos na maior altura e outras mazelas

As propagandas politicas na cidade do Cabo de Santo Agostinho, interior do estado de Pernambuco, tais como: Bandeiras, cartazes, adesivos, cavaletes, etc, estão sendo expostas em locais proibidos pelo Tribunal Regional Eleitoral, e os candidatos assim desrespeitando a lei que regula este tipo de propaganda, sem nenhum medo de qualquer tipo de punição. Estão presentes nas Praças, calçadas, em frente da estação do Metrô, nas ruas, colados nos postes e para piorar mais ainda o caos generalizado, carros de som fazendo propagandas dos candidatos com o volume na maior altura, que pode ser ouvido (sem exagero) a centenas de metros de distância do local, caraterizando uma verdadeira poluição sonora. Outro detalhe é a presença de idosos segurança bandeiras enormes e pesadas, embaixo de um sol castigante, para se ganhar uns trocados e depois quem sabe, votar no "seu candidato". Até quando este desrespeito vai continuar? Com a palavra o Cartório eleitoral da cidade, para informar que medidas serão tomadas e quais serão as punições. Foto: Firmino Caetano Junior.

28 de agosto de 2012

Será que um dia os politicos terão, de verdade, respeito pela justiça eleitoral?

Enquanto a Justiça Eleitoral continuar com a postura de “mulher traída”, daquelas que preferem fingir que não sabem das “presepadas” dos maridos, os políticos continuarão “aprontando” durante os períodos das campanhas eleitorais. Um bom exemplo está acontecendo no Programa Gratuito de Propaganda Eleitoral veiculado pelas emissoras de TV do Recife, onde o deputado federal Eduardo da Fonte, uma espécie de “dono” do Partido Progressista em Pernambucano, ocupa cerca de 50% do tempo que deveria ser dedicado aos candidatos a vereadores pelo partido para fazer a divulgação da sua atuação no Congresso Nacional, em um óbvio e grosseiro desvirtuamento dos reais objetivos da Lei que regulamenta a propaganda eleitoral. Vamos ver até quando a Justiça Eleitoral de Pernambuco vai continuar fazendo de conta que não percebe que o tempo do PP, que deveria ser integralmente usado para propaganda eleitoral dos seus candidatos a vereador, está sendo “espertamente” usado pelo deputado Eduardo da Fonte, como um cínico instrumento para deixar sua marca junto aos eleitorado, antecipando em dois anos a sua “propaganda eleitoral” para 2014. Foto: Firmino Caetano Junior. Júlio Ferreira. Recife/PE.

23 de abril de 2012

Propaganda eleitoral antecipada: Um exemplo da "Lei de Gerson"


Infelizmente, estamos em um país em que Justiça Eleitoral é diariamente ridicularizada por políticos acostumados a fazer uso da "Lei de Gerson" como norma de conduta. O panfleto é uma propaganda eleitoral tão cinicamente engendrada, que dá até nojo. A "cara de pau" dessa gente não tem limites! Será que esses aloprados acreditam que o povo é "burro" o suficiente para não perceber que essa peça publicitária não passa de uma daquelas "montagens mal engendradas", feitas por gente que é "useira e vezeira" do artifício de “vender gato por lebre"? Por que será que a Justiça Eleitoral tem tantas dificuldades em perceber que está diante de um caso de propaganda eleitoral antecipada? Afinal, se isso não pode ser considerado propaganda ilegal, fica óbvio que entramos definitivamente na fase do “liberou geral”. Foto: web. Júlio Ferreira. Recife/PE.

16 de janeiro de 2011

O pior da justiça, é quando começamos a duvidar da sua capacidade de ser justa


O problema da Justiça brasileira é que ela, além de lenta, portanto inicialmente injusta, ainda é pouco afeita ao princípio da prioridade, tratando com igual incompetência o ladrão de banco e/ou alguns políticos, que enriquecem com seus atos ilegais, e um pobre ladrão de galinha, que rouba, no mais das vezes, para saciar a fome da família. Quantos exemplos de injustiças cometidas pela Justiça surgem frequentemente na mídia brasileira, mostrando inocentes que foram presos, e presos permaneceram por não terem dinheiro para custear o interesse de algum desses "abutres" de porta de cadeia, enquanto alguns desonestos mais abastados, financeiramente aptos à manter uma vasta "rede de proteção jurídica", usam e abusam das "brechas" existentes em nossos códigos, para permanecerem "livres, leves e soltos". Na política então essa situação é vergonhosa, pois são absolutamente comuns os casos de alguns se elegem burlando a legislação eleitoral, mas que faz em uso de instrumentos jurídicos, para permanecer no mandato, em não raros casos, até que o processo perca a pertinência, posto que os tais mandatos questionado pela Justiça, chegaram fim, com os sacripantas exercendo-os até o último dia. Pobre de uma nação cujo povo, depois de deixar de acreditar no Executivo e no Legislativo, começa a olhar com reservas para os seus instrumentos de distribuição de Justiça. Júlio Ferreia. Recife/Pe.