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11 de abril de 2014
O abuso nos presídios e a falta de privacidade nas escolas
Violação de direitos, humilhações, abusos e invasão de privacidade são rotina de quem faz visitas a amigos ou familiares presos em São Paulo e porque não em outros estados, pois a revista vexatória revela um problema crônico do nosso falido sistema carcerário. E vejam está história: Uma senhora bem velhinha, magrinha, foi obrigada a ficar nua na ora da revista. Tímida, ela tentou cobrir a genitália com as duas mãozinhas. Nossa, teve que ouvir coisas absurdas. A agente disse: ‘Você não teve vergonha de usar isso pra fabricar bandido pra encher o saco da gente, agora tem vergonha de mostrar?’. Ela tremia de medo. E eu não podia falar nada, porque, se eu reagisse, sabia que meu filho seria espancado.” Essa história foi contada por dona Cremilda, que fez visitas regulares ao filho, ex-detento, durante os 12 meses em que ele esteve na prisão. Indignada, dona Cremilda fez questão de contar durante a Audiência Pública realizada pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo no último dia 29 de março, todas as atrocidades que presenciou e viveu durante as revistas pelas quais era submetida nas visitas ao presídio onde seu filho estava preso. Enquanto isso, algumas escolas já usam câmara nos sanitários, tirando assim o direito de privacidade dos alunos, professores, funcionários etc. Onde vamos parar desse jeito. Foto: Revista Fórum Semanal. Ivan Gomes. São Paulo/SP
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15 de agosto de 2013
Entrada de rua com uma grade
A Rua Pedro Fonseca, que fica em uma das transversais da Avenida Caxangá, no bairro do Cordeiro, no Recife, estado de Pernambuco, tem chamado atenção das pessoas que passam pelo local, pelo fato da entrada da rua ser de uso exclusivo dos que moram na "rua", em razão de ter uma grade de ferro com direito a cadeado e tudo, para que outras pessoas que não moram no local, não tenham acesso. É bem verdade que a violência está muito grande, mas isso não justifica pois não se trata de um prédio de condômino fechado, e sim de uma rua pública, onde todos tem o direito ao acesso. Um descaso sem tamanho que precisa ser vista pelos órgãos competentes, no caso a Prefeitura da cidade do Recife, e tomar as medidas cabíveis para o descaso, que seria mandar retirar a grade e ao mesmo saber quem foi quem autorizou este descalabrado. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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