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26 de setembro de 2014
Podemos confiar nas pesquisas eleitorais?
Sem exagero mas falando francamente, todos sabem que nada funciona neste país, seja no setor público (leia-se governo federal, estadual e municipal) como também no setor privado, pois é a “cultura” brasileira de empurrar tudo com a barriga e transferir responsabilidades a terceiros, pois acabo de tirar a prova ao percorrer três endereços diferentes para entregar uma documentação por informações erradas dadas pelo 0800 de uma empresa. Portanto, se isto é uma realidade “verdadeira”, por que só as pesquisas eleitorais iriam funcionar com seriedade? Benjamin Disraeli, político inglês do século 19, já dizia que “existem mentiras, grandes mentiras e pesquisas. Mas o povo acredita em tudo, até em anúncio de rádio, jornais e televisão e, mais ainda, em pesquisas de diversos institutos. Pobre povo simpático mas problemático e apático, que tudo aceita e se conforma. João Roberto Gullino. Petrópolis. Rio de Janeiro/RJ
5 de agosto de 2014
A utilização dos artistas na politica
18 de fevereiro de 2014
Lula prepara bote em Dilma, segundo jornalista
Já está sendo ensaiado em São Bernardo do Campo, São Paulo, o Plano B, para que Lula saia candidato a presidência da República em 2014. O ex-presidente tem se reunido com lideranças do PT de todo o Brasil e recebido informações que a presidente Dilma, a cada dia perde espaço junto a população brasileira, em especial nos bolsões de miséria. Segundo dados seguros Dilma, poderá perder as eleições já no primeiro turno. Ministros que deixaram o governo recentemente garantem que Lula está com tudo preparado para disputar o pleito de outubro e descartar Dilma, na convenção do partido. Em Brasília por exemplo, Dilma está bem abaixo de Aécio Neves e perde até para Eduardo Campos. O seu nome é melhor que Dilma, e a presidente sabe disso. Vai ser uma parada dura para os outros candidatos, porém não será impossível derrotar o homem que foi metalúrgico e governou o Brasil por oito anos, com um escândalo conhecido por mensalão, que levou dezenas de líderes para a cadeia. Quem viver, verá. Foto: Reprodução tv. Luiz Solano. O Repórter do Planalto. Brasilia/DF
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2 de novembro de 2013
O casador de raposas
No século passado, tivemos um jovem e esportivo candidato a presidente da República que ficou conhecido como “o caçador de marajás”, e que logo depois de eleito acabou sendo defenestrado do trono presidencial. Agora, passado 20 anos, surge o “caçador de raposas”. Discurso empregado pelo presidenciável e governador de Pernambuco para se referir à necessidade de “aposentar as raposas da política brasileira”. Entenda-se aqui como “raposas” os políticos profissionais, quase eternos, aqueles que, como diz o governador, contribuem para uma política “mofada, cansada e atrasada”. Para os marqueteiros do presidenciável pernambucano, o objetivo é de apresentá-lo como o “novo”, aquele que vem para fazer uma “nova política”. Assim, é preciso construir uma imagem positiva e criar, junto à opinião publica, a figura de um político dinâmico, bom administrador, gestor público competente, diferenciado-o das velhas praticas políticas e dos políticos de carreira desgastados junto à população. Sem duvida quem acompanha a trajetória do jovem governador, mas já idoso nos caminhos sinuosos da política brasileira, conhece muito bem sua obsessão em conquistar e exercer o poder, não levando em consideração os meios para chegar lá. O que se desvenda dessa obsessão pelo poder do jovem e esperto governador é que ele age muito mais como amigo das raposas, de que como predador. Basta ver seus acordos e alianças espúrias pelo Brasil afora, voltados a um único objetivo: ascender ao poder de presidente da República. Foto: Firmino Caetano Junior. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE
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6 de outubro de 2013
Compra de votos
Temos hoje no Brasil, 32 partidos políticos, uma aberração para um país com mais de 65 milhões de eleitores analfabetos e semi-analfabetos. Quem pensa que as aberrações politicas terminam por aí, está enganado. Os políticos inescrupulosos e oportunistas colocam dentro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tentando aprovação para as eleições de 2014, mais 27 partidos. Pasmem os senhores, se aprovado, cada partideco vai abocanhar no mínimo 500 milhões de reais por ano do Fundo Partidário. Uma grana viva para contratar os milhões de cabos eleitorais que, somados a seus dependentes, vão garantir as eleições das próximas hienas, que irão nos governar. Isto é ou não é uma compra de votos? Cheguei a conclusão que meu voto não vale nada. Chega de votar. Foto: Firmino Caetano Junior. Leônidas Marques. São Paulo/SP
22 de setembro de 2013
A Hipocrisia do eleitor
Está seguindo ao plenário do Senado o fim das votações secretas nos legislativos do país. Os parlamentares terão que conviver com o fato de que todas as suas decisões de voto serão de conhecimento público. O fim do voto secreto, além dos óbvios efeitos positivos, produzirá, também, consequências negativas. Haverá ocasiões em que o parlamentar da base ficará refém do governo e haverá ocasiões em que todos ficarão reféns das galerias. Onde estará, em cada caso, o objetivo superior, ou seja, o verdadeiro interesse nacional? Naquilo que o governo propõe? Na vontade expressa pelas ululantes galerias? Nunca vi galerias clamando em favor do interesse público. Então, na minha perspectiva, o parlamentar deve ser escolhido por identidade de convicções, de opiniões. Esse critério leva em conta as qualidades morais do candidato, seus critérios, sua formação intelectual, os princípios que inspiram as atitudes e as decisões que toma, os valores que defende e as verdades que abraça. Mas, a imensa maioria dos eleitores escolhe representantes de interesses, sem qualquer zelo em relação ao que efetivamente deveria levar em conta. O critério determinante para a grande massa é de natureza egoísta e pouco importa se o tipo for um conhecido canalha, contanto que diligente na defesa das conveniências dos seus eleitores e pródigo na distribuição de favores. Eis aí o pecado original da política brasileira, que é a hipocrisia do eleitor. Foto: Firmino Caetano Junior. Percival Puggina. Porto Alegre/RS
24 de agosto de 2013
Fechamento de buracos e calçamento de rua, só no dia de São Nunca
A quantidade de buracos na Rua Pintor Manoel Bandeira, no bairro de Casa Caiada, na cidade de Olinda, em Pernambuco, é tanto que parece mais uma tábua de pirulito. As crateras são tantas que os carros tem que passar bem devagar para não danificar a lataria, quebrar molas, fura pneus etc, e por desenvolver uma velocidade de até 2km por hora, correm o risco de serem assaltado. Apesar de todo descaso, a cobrança do IPTU é cobrado a peso de ouro, levando os moradores ao desespero e indignação, pois nada é feito pela via. O prefeito Renildo Calheiro durante campanha, prometeu se eleito fosse calçaria a rua. Mas, até agora nada foi feito e pelo visto, foi só conversa para boi dormir de politico querendo se eleger. Afinal, quando a rua será calçada? Só no dia de São Nunca, dizem alguns moradores do local. Com a palavra a Prefeitura da cidade de Olinda, para se pronunciar sobre o assunto. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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11 de agosto de 2013
Está bom para você?
A liberalidade para com a formação de novos partidos políticos no país está fazendo com que eles se reproduzam como coelhos. Já temos 30 dessas peças ao todo e isso é uma demasia. Por que tantos? Porque se tornou dominante a ideia de que é preciso garantir a representação das minorias de modo indeterminado e ilimitado. Não raro, essa é a objeção que se levanta contra o sistema de voto distrital que, na prática, leva a uma redução do número de partidos. No entanto, quanto mais partidos, mais complicada, mais onerosa e menos consistente a política. São mais bancadas, mais servidores, maior despesa pública, maior a multidão de candidatos em cada pleito, menos discernível as diferenças entre as legendas, e mais complexa e onerosa a composição de maiorias parlamentares. Foto: Firmino Caetano Junior. Percival Silva. São Paulo/SP
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