Os moradores do Conjunto Residencial do Cordeiro, que fica na Rua Dr. Carlos Lacerda, bairro do Cordeiro, no Recife, em Pernambuco,estão se queixando que no bloco 16 e outros, estão sem água há anos. Entra presidente e saí presidente da Compesa, e ninguém resolve esse descaso. O caso é sério e faz tempo que ninguém consegue tomar um banco, a não ser contratando um caminhão pipa, mas como moram pessoas humildes, falta dinheiro para isso. E haja descaso. Além do mais, dizem que as contas de água sempre chegam em média no valor de R$ 100,00, e se não paga a estatal corta a água, coisa que não existe. Só se for levar a encanação. Foto: Firmino Caetano Junior.
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6 de março de 2024
Moradores sem água há anos
Os moradores do Conjunto Residencial do Cordeiro, que fica na Rua Dr. Carlos Lacerda, bairro do Cordeiro, no Recife, em Pernambuco,estão se queixando que no bloco 16 e outros, estão sem água há anos. Entra presidente e saí presidente da Compesa, e ninguém resolve esse descaso. O caso é sério e faz tempo que ninguém consegue tomar um banco, a não ser contratando um caminhão pipa, mas como moram pessoas humildes, falta dinheiro para isso. E haja descaso. Além do mais, dizem que as contas de água sempre chegam em média no valor de R$ 100,00, e se não paga a estatal corta a água, coisa que não existe. Só se for levar a encanação. Foto: Firmino Caetano Junior.
20 de novembro de 2015
O gigante abandonado
Quem entra no maior conjunto habitacional da América Latina, com 2.464 apartamentos divididos em 23 blocos,176 prédios e mais de 14 mil moradores, localizado na Avenida Recife, no bairro de Areias, no Recife, em Pernambuco, logo imagina estar em um grande cortiço. As garagens dos carros mais lembram ratoeiras, com grades por toda parte, e muitas vezes transformadas em pontos comerciais. O lixo, animais soltos, ratos, baratas e até escorpiões, o vandalismo e a falta de manutenção do pátio do conjunto complementam o degradante cenário, distribuído em 30 hectares de área. Construído há quase 30 anos, o Residencial Ignêz Andreazza nasceu de um projeto elaborado pelo arquiteto Acácio Gil Bolsoi, que pretendia fazer do local o maior e o melhor conjunto residencial do Brasil. Mas parece não ter dado certo. Hoje, o retrato é do abandono. Inadimplência dos condôminos e ausência de apoio dos órgãos governamentais, assim como das grandes empresas prestadoras de serviços - Oi, Celpe e Compesa - são algumas das causas. Além, é claro, da falta de cooperação e até mesmo educação de muitos moradores. Foto: Adroaldo Figueiredo. Recife/PE
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7 de junho de 2015
Casas são visitadas por soldados do exército
Cerca de 35.400 imóveis foram vistoriados no Recife, desde o início da parceria da Secretaria de Saúde do Recife com o Exército, para ajudar no controle da dengue na cidade. Os profissionais do Centro de Vigilância Ambiental ganharam o reforço de 260 soldados, sendo 150 em campo, para orientar a população sobre a doença e eliminar os focos do mosquito Aedes aegypti. Até a próxima sexta-feira (12), os militares vão visitar mais 18 bairros da cidade. Entre as atividades nas ruas, estão os cuidados com os possíveis criadouros do mosquito (caixas d’água, calhas, tonéis, cisternas) e orientações à população sobre a necessidade de manter os locais sem focos de dengue. São quase 1.000 agentes que somados aos soldados e sargentos do exército dão um reforço às atividades porta a porta, esclarecendo que os focos podem estar em qualquer ambiente e ainda, que ninguém está imune de pegar a doença. Foto: Lu Streithorst. Fonte: Secretaria de Saúde da Prefeitura da cidade do Recife
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31 de março de 2015
Famílias vivem sem água tratada
O município de Igarassu, Estado de Pernambuco, possuem inúmeras nascentes de água, entretanto ainda existem comunidades rurais sem acesso a água tratada. Esta cena foi registrada recentemente no Distrito de Três Ladeiras, onde famílias são obrigadas a caminharem mais de 3 km em busca de água para suas residencias. Visitamos varias casas onde as pessoas não possuem condições para realizar a perfuração de poços, e diariamente a rotina se repete na jornada em busca de água para o consumo e uso residencial. Enquanto isso em diversos bairros da cidade, o desperdício ocorre livremente sem punição para os responsáveis. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE
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24 de novembro de 2014
Obra inacabável do Canal Guarulhos
A obra do Canal Guarulhos, no bairro de Jardim São Paulo, no Recife, parece que parou de uma vez por todas. Foi dado um prazo até julho de 2015, para que a obra fosse concluída, mas pelo visto tudo parece que o serviço não estará concluído em razão da lentidão, para desespero dos moradores que residem as margens deste canal, que quando chove forte na capital de pernambuco, a água invadem as casas, causando assim transtorno e prejuízos a todo mundo e ninguém paga os estragos causados. Os contribuintes também ficam sem sair dos seus lares pela grande quantidade que toma o local, impedindo que todos vão ao trabalho, escola, médios, etc. O descaso é grande. A quem apelar para que a obra seja concluída no prazo previsto? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
18 de outubro de 2014
Auxílio-moradia para juízes é uma vergonha
Só num país chamado Brasil que juízes de direito com salários acima de R$ 25 mil reais, casa própria (alguns com outros imóveis) têm direito a auxílio-moradia no valor de R$ 4.377,73. Se não me falta a memória, esse tipo de assistência é para quem não tem uma casa própria e nem onde morar, não para juízes. Auxílio-moradia deveria ser direcionado para as pessoas que perderam suas casas em situações como enchentes ou desabamento de barreiras. Mas, contraditoriamente, esses cidadãos hoje só recebem o valor insignificante de R$ 150 mil reais por mês. Uma vergonha, senhores juízes, para o povo e para o Brasil. Foto: Firmino Caetano Junior. Bismarck Rodrigues. Recife/PE
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26 de agosto de 2014
Aterros dos rios pelo setor imobiliário é um descaso
Cada vez mais as construções imobiliárias estão ocupando as margens dos rios e causando aterros descontrolados e o mais grave: sem um órgão público para fiscalizar este crime contra o meio ambiente. A imagem mostra como o Rio Côngrua localizado no Agamenon Magalhães, na cidade Igarassu, Região Metropolitana do Grande Recife, vem perdendo grande parte de suas margens por conta dos aterros, que a cada cresce sem parar. Esse local deveria estar sendo ocupada pelas matas ciliares, para preservar o rio e não para especulação imobiliária. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE
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16 de agosto de 2014
Palafitas às margens do Rio Capibaribe é uma vergonha
São dezenas de Palafitas erguidas dentro do Rio Capibaribe, no Bairro do Pina, no Recife. As mesmas chama atenção de quem passam pelo local seja a pé, carro ou ônibus, pois estão instaladas embaixo da ponte Paulo Guerra, que liga a cidade de Olinda à capital pernambucana. Pode ser visto também no local muitos barcos de pescadores, que acredito sejam os donos das casas ambulantes, talvez quem sabe pelo fato de não poder adquirir uma casa, um apartamento ou mesmo alugar um imóvel para morar junto com familiares. Só sei que isso é uma vergonha e um péssima cartão postal para cidade que um dia já foi a terceira capital em desenvolvimento do Brasil e conhecida como a Veneza Brasileira. Como perguntar não ofende: A quem pertence essas palafitas? O que acha a Prefeitura de tudo isso e o que pode ser feito para mudar este quadro triste de miséria? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
12 de julho de 2014
Omissão do poder público e moradores prometem dá troco nas urnas
Os moradores da Vila Jockey Clube, que fica no Bairro do Prado, no Recife, pede socorro as autoridades há anos e nunca foram atendidos. A situação na comunidade é caótica. A Rede de Água Pluvial só vive entupida, muito lixo acumulado, grande quantidade de ratos, baratas, cobras, etc, causando doenças a mais diversas nas pessoas (idosos e crianças são os que mais sofrem). O canal que corta a vila só vive cheio de mato e muito lixo, provocando mau cheiro enorme, e quando chove transborda alagando os barracos. E haja prejuízo total para quem já não tem nada. Para ter acesso a vila os seus moradores sofrem, pois a entrada é tão estreita que cabe muito mal uma pessoa. O povo avisam as autoridades que vão dá o troco nas urnas, em razão desta omissão do poder público que persiste há anos e ninguém toma providência. Estar dado o recado. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
8 de julho de 2014
Entrada de rua tem uma grade e quem já se viu isso
A Rua Pedro Fonseca, que fica em uma das transversais da Avenida Caxangá, no bairro do Cordeiro, no Recife, Estado de Pernambuco, tem chamado atenção das pessoas que passam pelo local, pelo fato da entrada da rua ser de uso exclusivo dos que moram na "rua", em razão de ter uma grade de ferro com direito a cadeado e tudo, para que outras pessoas que não moram no local, não tenha acesso. É bem verdade que a violência está muito grande, mas isso não justifica pois não se trata de um prédio de condômino fechado, e sim, de uma rua pública onde todos tem o direito ao acesso inclusive carteiros. Um descaso sem tamanho que precisa ser vista pelos órgãos competentes, no caso a Prefeitura da cidade do Recife, e tomar as medidas cabíveis para o descaso, que seria mandar retirar a grade e ao mesmo saber quem foi quem autorizou este descalabrado. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
5 de julho de 2014
Vasos de planta cheio de água pode atrair o mosquito da dengue?
Alguns moradores da Rua Rondônia, no bairro do Cordeiro, no Recife, estado de Pernambuco, colocam em frente às suas casas, vasos de plantas, que diga de passagem, embeleza a via. Entretanto quando chove, os referidos vasos ficam cheios de água que passam muito tempo para se evaporar. Pergunto a Prefeitura da cidade do Recife: Isso não faz com que o mosquito da dengue ponda suas lavras nesses recipientes? Na cidade de Olinda recentemente, a prefeitura do município vizinho ao Recife, removeu vasos com plantas na Rua do Amparo e outras ruas. Moradores ficaram indignados com a postura da Prefeitura Municipal, por ter feito esta remoção. Será que a Prefeitura não agiu desse jeito pensando na possível proliferação do mosquito nas ruas onde os vasos foram retirados? E neste caso da Rua Rondônia no Recife, será que os moradores correm este risco de serem picados pelo mosquito procedentes desses vasos? Qual o risco que estes vasos representam? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
SECRETARIA DE SAÚDE DA PREFEITURA DO RECIFE RESPONDE: A denúncia foi encaminhada e a Vigilância Ambiental enviará equipe ao local até esta segunda-feira, 07, para avaliar a situação. Assessoria de Comunicação
1 de julho de 2014
Palafitas e Miséria no Recife
As palafitas erguidas às margens do Canal do Eros, no bairro de afogados, é o retrato da miséria que reina sobre a maioria da população do Recife e um péssimo cartão postal para os turistas que nos visitam. No local não só os ratos convivem com os seus moradores e sim a falta de saneamento básico, higiene, muitas cobras, baratas, bilhões de muriçocas, etc, que não deixa ninguém dormir a qualquer hora do dia e principalmente a noite. A vantagem de morar no local, é não ter que pagar contas de água, luz, telefone, IPTU e por ai vai. Outra vantagem: É que os moradores não correm o risco de pegar dengue, pois água limpa não existe, só a única que passa a sua margem que diga de passagem, misturada com lama, barro, urina, fezes etc, pondo em risco à saúde dos moradores. Porém não devemos ficar colocando a culpa só no governo por este descaso e quadro de pobreza. É preciso que a sociedade colaborem (aqueles com mais recursos financeiro), dividindo um pouco do seu supérfluo, pois quando morrerem nada irão levar seus bens materiais no caixão para o céu ou inferno. Não é verdade? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
18 de maio de 2014
Rua fica submersa quando chove
A Rua Dom José Pereira Alves, no bairro do Cordeiro, é uma das milhares de ruas do Recife, que sofre quando chove forte na capital de Pernambuco. Fica totalmente alagada com água chegando a quase um metro, e algumas residência chegam a ser invadidas, causando assim vários transtornos para os seus moradores. Muitas pessoas não chega nem a sair de suas casas, pois fica praticamente impossível andar pela via, a não ser se for de barco. Com isso os contribuintes deixa de ir aos seus empregos, consultas médicas, escolas, faculdades e entre outros compromissos. Essa situação de calamidade pública já persiste há anos. Entra prefeito e sai prefeito e nada é feito no sentido de solucionar o problema. Moradores fazem um apelo à Emlurb (Empresa de limpeza Urbana do Recife) para que manda ao local uma equipe de funcionários, para pelo menos limparem a Rede de Água Pluvial, antes que o inverno chegue, pois o povo já não aguenta tanto descaso. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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18 de abril de 2014
A credibilidade da Chesf e as barragens
A Companhia Hidroelétrica do Rio São Francisco, sempre contou com o apoio e a defesa incondicional dos nordestinos. Além de seus funcionários, a grande maioria dos políticos locais, dos professores, das classes dirigentes, da mídia e da população, em geral, sairia em sua defesa. Em várias áreas o legado da CHESF para o Nordeste é inegável. Todavia existem máculas na sua relação com as populações nativas que foram forçadas a sair de suas casas, de suas terras para dar lugar à construção dos grandes reservatórios de água de suas hidroelétricas. Muitas decisões foram tomadas em nome da maioria, mas isso, no entanto, não lhes garantiu caráter democrático. A construção das barragens ao longo do Rio São Francisco expulsou populações nativas, inundando várias cidades, e se constitui exemplo de decisões antidemocráticas, pois não levaram em conta os interesses dessas populações. Por outro lado, todo o sistema elétrico brasileiro, desde o final do século passado, tem sofrido uma ingerência político-partidária nunca antes ocorrida com tal voracidade. Uma combinação de fatores trouxe para a CHESF uma agenda negativa, onde quedas no fornecimento de energia se tornaram recorrentes na região por falta de planejamento, de investimentos, de valorização de seus funcionários. O desgaste, a perda de credibilidade, e o sucateamento integram o roteiro que caminha a passos largos no processo de privatização de mais um patrimônio do povo brasileiro, se nada for feito para detê-lo. Foto: Divulgação. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE
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10 de abril de 2014
Moradores querem rua mais arborizada
Senhor prefeito Geraldo Júlio, por mais de uma vez solicitei através da mídia como presidente da Associação dos Moradores da Rua Doutor Genaro Guimarães, no bairro de Casa Amarela, no Recife, Estado de Pernambuco, que foram em princípio de reclamações por termos uma rua que com qualquer chuvinha ela ficava completamente alagada. Era uma rua desorganizada no seu trânsito de automóveis, agora não. Ela é bem comportada e harmoniosa. O senhor mostrou que realmente tem a sensibilidade de um homem público e de um gestor capacitado. Nossa rua agora é uma rua nova! Com galerias pluviais novas e de espessuras que agora pode vir trovoadas com chuvas torrenciais que temos a certeza que não vai alagar. Nossa rua vai ficar com recapeamento novo e toda bonitinha, inclusive a calçada. Gostaríamos Geraldo Júlio que, agora o senhor mandasse plantar árvores. Sim, queremos nossa rua mais arborizada com bastante verde e árvores frondosas como é o nosso vizinho bairro, o mais verde do Recife, Casa Forte. É possível? Foto: Rogério Mota. Recife/PE
A EMLURB RESPONDE: Informamos que enviamos a solicitação de plantio solicitada pelo Sr. Rogério Mota, para o setor responsável, e orientamos também os moradores a ligarem para o número 156, com o objetivo de reforçar o pedido. Assessoria de Comunicação
A EMLURB RESPONDE: Informamos que enviamos a solicitação de plantio solicitada pelo Sr. Rogério Mota, para o setor responsável, e orientamos também os moradores a ligarem para o número 156, com o objetivo de reforçar o pedido. Assessoria de Comunicação
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13 de janeiro de 2014
Trafego pesado no sitio histórico
O trafego de veículos pesados no Sitio Histórico da cidade de Igarassu (Região Metropolitana do Grande Recife) vem causando enormes danos as Igrejas e casarios tombados pelo Patrimônio Histórico e, isso é um descaso sem tamanho e falta de respeito. Vários monumentos já apresentam rachaduras e telhados danificados devido à passagem dos caminhões, que diga de passagem, não pagam a conta quando da avalia desses monumentos e sim, o povo através dos impostos pagos ao governo, e repassados para os órgãos responsáveis pela restauração das igrejas e casarões. Outras cidades históricas não permitem mais a circulação de transporte de cargas nas áreas de preservação e que isso siva de exemplo para o nosso município. Aliás, essa foi uma medida preventiva de proteção as igrejas e casarios que fazem parte da História local. Cadê a fiscalização? Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE
9 de novembro de 2013
Conflito sócio-ambientais em Suape
A tolerância dos Poderes constituídos em Pernambuco em relação às injustiças sociais e ambientais praticadas no entorno do Complexo Industrial Portuário de Suape tem agravado as tensões naquele território, tornando-o uma verdadeira “panela de pressão” social e ambiental. Onde hoje se localiza com mais de 130 fábricas espalhadas em um território de 13,5 mil habitantes, havia 27 engenhos com mais de 15 mil famílias. E o que se constata é que aquela população (bem mais reduzida atualmente), invisível aos olhos da sociedade e fraca enquanto grupo social de expressão sofreu, e continua sofrendo a maior e a mais truculenta opressão já vista para abandonar os seus sítios, as suas residências, abandonar, enfim, o seu modo de vida, um direito assegurado pela Lei e pelos costumes. Para tanto, a empresa Suape militarizou a sua Diretoria de Gestão Fundiária e Patrimônio, ocupada atualmente por ex-policiais civis e militares. Nada contra estes cidadãos que já trabalharam em órgãos de segurança do Estado. Todavia a indignação é contra o “modus operandi” que empregam na relação com os moradores nativos, onde na Delegacia da cidade do Cabo, já existe diversas queixas contra eles. Foto: Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE
17 de setembro de 2013
Canal da vergonha e o povo sofrendo
Este canal imundo (Canal do Eros), que corta o bairro de Afogados e outros, está cheio de lixo, entulhos, garrafas, latas e até animais mortos, jogado por pessoas mal educadas e que não prezam pelo meio ambiente. Moradores há muitos anos vêm pedindo socorro às autoridades, mais sem sucesso. A poluição e o mau cheiro é algo fora do comum. A sua margem está erguida várias palafitas de pessoas que não tem condições de adquirir uma casa, pois a maioria delas estão desempregadas, vivendo de ajuda de parentes, pessoas solidarias, etc. O descaso para com os mais necessitados é gritante. Sai e entra prefeito e nada é feito em favor dessa gente. Moradores reclamam que além da poluição provocada pelo canal devido sujeira que a prefeitura nunca limpa, a noite ninguém consegue dormir em razão de bilhões de muriçocas que reina no local, picando o povo a noite inteiro sem dó nem piedade e haja doenças as mais diversas. Se queixam também que os políticos só lá aparecem (vereadores e prefeitos) em tempo de eleição para pedir voto e nunca retornam. Até quando essa situação vai continuar? Que falta de respeito é essa? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
18 de agosto de 2013
Cuidado ao receber uma doação de imóvel
Recebi doação de três bens imóveis, no qual o registro foi feito junto ao primeiro registro de títulos e documentos e de pessoas jurídicas, localizada na Rua Siqueira Campos,160, bairro de Santo Antônio, centro do Recife. Posteriormente um ano depois, a doação foi anulada neste mesmo cartório (não via judicial) e nem sequer fui notificado. Só fiquei sabendo através de uma carta registrada enviada pelo doador (via correios). Durante o registro não fui orientado pelo cartório que doação de bens imóveis no valor superior a trinta vezes o maior salário mínimo vigente no país exige para a transferência do bem a escritura pública (art.541 c/c art.108) e o registro tem que ser feito junto ao Cartório de Registro de Imóveis, pois o cartório acima citado, não tem competência de fazer este tipo de registro e se assim procedeu, agiu de forma indevida, mim causando transtorno e aborecimentos. Meses depois, fiquei sabendo que tais imóveis não estão em nome do doador. e agora: quem vai pagar os erros cometidos? o cartório? o doador? Quem finalmente? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
1 de agosto de 2013
Cadê as casas prometidas para o povo?
As palafitas erguidas às margens do Canal do Eros, no bairro e Afogados, no Recife, é o retrato da miséria que reina sobre a maioria da população do Recife, e um péssimo cartão postal. No local não só os ratos convivem com os seus moradores, e sim a falta de saneamento básico, higiene, cobras, baratas, bactérias, bilhões de muriçocas que não deixa ninguém dormir a qualquer hora do dia e por ai vai. A "vantagem" de morar no local, é não pagar alguns impostos tais como: Conta de água, luz, telefone etc. Outra vantagem: Os moradores não correm o risco de pegar dengue, pois água limpa não existe, pois a que passa a sua margem tem cor escura e cheiro horrível, misturada com muita lama, barro, urina, fezes e outras sujeiras. Danado, é que os políticos (leia-se prefeito), só aparece no local e outros semelhante a este, em tempo de eleição para pedir voto e informar que irá tirar o povo da lama e da miséria. E tudo depois continua a mesma coisa, ou seja, só promessas e nada mais. Até quando este quadro de miséria vai continuar? Cadê as casas prometidas? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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