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12 de abril de 2013
Canto Alegre pede socorro
Os moradores do conjunto residencia Canto Alegre, que fica localizado na rua do mesmo nome, transversal com a Rua Gregório Junior, no bairro do Cordeiro, estão pedindo pelo amor de Deus à Prefeitura do Recife, para que seja enviada uma equipe da Emlurb (Empresa de Limpeza Urbana do Recife) ao local e, solucionar um problema que há dias vêm tirando a paciência do povo. É que a rede de água Pluvial está totalmente obstruída e com a imundície não tem por onde escoar (água podre, fezes, urina etc), fica estagnada logo na estrada da vila, dificultando a entrada das pessoas e dos carros que querem entrar e, sem contar, o mau cheiro terrível que pode ser sentido de longe. O que será feito? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
24 de março de 2013
Minha casa minha morte
Enquanto Dilmaluca viaja e gasta milhares para ver o Papa, o minha casa minha morte faz mais vítimas. Imóveis do programa desmoronaram e deixam muitos desabrigados, outros apresentam graves fissuras e estão em vias de desabar, arriscando a vida de moradores. Dois prédios de um conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida em Niterói, no Rio de Janeiro, que ainda nem foram entregues, estão com graves problemas estruturais e terão de ser demolidos e posteriormente reconstruídos. A confirmação foi feita na última quinta-feira, pela Caixa Econômica Federal. O desgoverno do PT não consegue fazer nada, absolutamente nada que dê certo, nada que seja bem feito! Nesta quarta, o Globo informou que três empreiteiras com histórico de doações eleitorais para as campanhas presidenciais petistas e de execução de obras do governo federal custearam a viagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a África, encerrada na terça-feira. Lula ficou seis dias no continente e passou por Gana, Benin, Guiné Equatorial e Nigéria. É aquela velha história: se bancam a farra e vida nababesca do cachaceiro de Garanhuns e de toda a “cumpanherada”, o empreiteiro ávido por grandes lucros não hesitará em compensar esta gastança, que inclui as milionárias doações eleitorais, economizando nas obras. Foto: web. Luciano Moura.
13 de dezembro de 2012
Insegurança em conjunto residencial e cadê a polícia?
O Conjunto residencial Ignês Andreazza está entregue às baratas. A insegurança é muito grande por parte dos seus milhares de moradores, pois todos tem acesso lá dentro. Os portões foram fechados mais de nada adiantou, pois não existe fiscalização de quem entra e quem sai. Tenho escutado várias reclamações de pessoas que foram assaltadas, tentativas de estupro etc. Esta semana tentaram arrombar meu apartamento e quase conseguiram. Estamos abandonado pelo poder público e pela polícia que não dá o ar de sua graça. A quem apelar então? Foto: Adroaldo Figueiredo. Daniel Silva. Recife/PE.
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26 de agosto de 2012
Uma floresta dentro da Vila Torres Galvão na cidade do Paulista
Na Vila Torres Galvão, bairro da cidade do Paulista, o
lixo predomina e o mato esconde as placas de sinalização de trânsito. Há
dois anos que o
mato só faz crescer sem parar. Falta de respeito enorme com os
moradores cujos
impostos pagos não se revertem nem para o básico. Eles falam que não
saber a quem apelar. Andando pelo bairro vemos também ruas e canais
sujos e sem manutenção. Quando chega a eleição fazem uns paliativos para
enganar o povo e pedir voto. Foto: Henrique
Lotto. Paulista/PE.
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6 de julho de 2012
Conjunto Habitacional entregue no Recife
Orquestra
de frevo, bandinha de flauta doce e muita festa. Foi nesse clima que o
prefeito João da Costa entregou, na noite dessa quarta feira (04), no
bairro da Torre, os 16 apartamentos da 2ª etapa do conjunto habitacional
Mangueira da Torre, dentro do projeto de urbanização da comunidade de
1,3 mil moradores, em execução pela autarquia Sanear. Localizado nas
proximidades da Avenida Beira Rio, o novo conjunto teve as 37 primeiras
moradias inauguradas em 2011, ficando as 16 restantes de um total de 69
para serem entregues até o final do ano. Além das moradias, o projeto
incluiu a implantação de um sistema de esgotamento sanitário,
abastecimento d`água e pavimentação e drenagem de dez vias e 16 acessos,
com investimento de R$ 5,2 milhões. A
solenidade foi acompanhada por secretários municipais, assessores
executivos, presidentes de empresas e convidados. Foto: Fernando Silva.
Fonte: Assessoria de comunicação da Prefetura da cidade do Recife.
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15 de março de 2012
Conjunto Ignês Andreazza, o gigante abandonado


Quem entra no maior conjunto habitacional da América Latina, com 2.464 apartamentos divididos em 23 blocos, 176 prédios e mais de 14 mil moradores, localizado na Avenida Recife, no bairro de Areias, logo imagina estar em um grande cortiço. As garagens dos carros mais lembram ratoeiras, com grades por toda parte, e muitas vezes transformadas em pontos comerciais. O lixo, animais soltos, ratos, baratas e até escorpiões, o vandalismo e a falta de manutenção do pátio do conjunto complementam o degradante cenário, distribuído em 30 hectares de área. Construído há quase 30 anos, o Residencial Ignêz Andreazza nasceu de um projeto elaborado pelo arquiteto Acácio Gil Bolsoi, que pretendia fazer do local o maior e o melhor conjunto residencial do Brasil. Mas parece não ter dado certo. Hoje, o retrato é do abandono. Inadimplência dos condôminos e ausência de apoio dos órgãos governamentais, assim como das grandes empresas prestadoras de serviços - Oi, Celpe e Compesa - são algumas das causas. Além, é claro, da falta de cooperação e até mesmo educação de muitos moradores. Além disso, a área do Conjunto Residencial Ignêz Andreazza ainda comporta uma escola estadual de 1º grau, a Senador Nilo Coelho, com 1.550 crianças; dois campos de futebol e três quadras polivalentes, hoje todas em péssimo estado de conservação. Como se não bastasse, alguns moradores resolveram montar um ponto de comercialização em algumas garagens, como oficina mecânica, bares, pastelaria e venda de água mineral e refrigerante. Uma verdadeira esculhambação, bem a cara do Recife. O Ignêz Andreazza apresenta vários problemas que só serão resolvidos com fechamento total do terreno do conjunto que hoje sofre com várias invasões, assaltos e uso indevido da sua área até para despejo de esgoto inatura do comércio vizinho, além disso, o local serve de atalho para veículos que trafegam entre a Avenida Recife, em Areias e a Av. Tapajós, na Vila Tamandaré, também falta um sistema de segurança. O medo ocasionado pela insegurança dentro e fora do condomínio é constante. Os moradores afirmam que não conseguem se sentir mais seguros no próprio local onde moram. Os assaltos são corriqueiros e não tem ninguém que tome as providências, nada que impeça a fuga de bandidos, pois o condomínio é aberto, entra e sai quem quer. Sem ter uma solução, as pessoas vivem assombradas e se trancam dentro dos apartamentos atrás das grades. Segundo os moradores, o policiamento inexiste na área, o que aumenta a sensação de insegurança. O condomínio se tornou uma vitrine de assaltantes, que vêm e escolhem o que querem roubar. Se ele quer celular, se ele quer carro, eles vão lá e levam o que querem. Os bandidos agem durante o dia, a tarde e a noite e a insegurança é tão grande que é difícil encontrar alguém que não tenha sido vítima da violência nesse conjunto de edifícios. No conjunto todas obras iniciadas são sempre paralisadas por falta de recursos e pela inércia dos síndicos. O fechamento do terreno do conjunto de prédios anda a passos de tartaruga e sempre acaba ficando só na promessa dos síndicos eleitos. As eleições para síndico acontecem a cada 4 anos, os candidatos são muitos, mas a participação dos moradores tem diminuído a cada pleito, o que acaba favorecendo uma má escolha do novo administrador do local. Por isso, a gestão de cada síndico eleito é sempre um fiasco total, não conseguindo agradar nem a 10% dos moradores. E assim, os anos vão se passando e nada melhora para os moradores do Ignêz Andreazza e a qualidade de vida só piora, insegurança aumenta e desvalorização dos imóveis é também uma constante. O conjunto habitacional é uma cidade dentro de outra. Apesar de ter uma população maior que muitos municípios pernambucanos, não recebe o FPM Fundo de Participação do Município, embora todos os órgãos públicos tenham o Ignêz Andreazza como uma boa fonte de recursos. A população é tão grande, que uma estação de tratamento exclusiva da Compesa foi montada para atender a demanda, mas, ela sempre funcionou precariamente. Faltam lá um espaço de lazer revitalizado, uma melhora na manutenção e iluminação das áreas externas com mais pavimentação e um sistema de drenagem, além de uma estação coletora de lixo eficiente no conjunto. No conjunto, são quase 80 funcionários entre efetivos e terceirizados distribuídos pelos setores da administração, segurança (funcionando precariamente) e zeladoria. Além da limpeza e manutenção, que mesmo deixando muito a desejar, compõe uma onerosa folha de pagamento que consome todos os parcos recursos arrecadados dos moradores, segundo consta na prestação de contas da atual administração e, por conta disso, acaba não sobrando nada para investir em melhoramentos no condomínio. Uma verdadeira empresa preste a falir, certamente. Uma bomba preste a explodir na mão de quem estiver à frente da sua gestão. Estranho mesmo é que não faltam candidatos nas próximas eleições para síndico, inclusive a atual síndica, que concorre à reeleição. Será que existe alguém no Ignês Andreazza que conseguirá reorganizar a administração dos 23 blocos e representar bem os mais de 14 mil moradores que compõem o conjunto, para assim poder fazer as correções de todas as falhas que o conjunto hoje apresenta? Será que essa pessoa existe e ela conseguirá contar com o apoio da maioria dos moradores para mudar a cara do condomínio? Será que tudo continuará do mesmo jeito, após a eleição que se avizinha, com um síndico novo ou a continuidade do antigo? Com a palavra o morador do Ignês Andreazza e órgãos competentes. Fotos. Adroaldo Figueiredo, Recife/PE.
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14 de dezembro de 2011
Descaso sem fim

Em 2002, cerca de sessenta familias foram obrigadas a abandonar seus apartamentos do conjunto residencial Maria Guiomar, na rua Antônio Valdevino Costa, no bairro do Bongi, por conta de erro de construção que causou rachaduras nos prédios do condomínio. Até hoje, esperam um decisão da justiça, em casa de parentes e amigos (um verdadeiro transtrono). São dezenas de imóveis nesta mesma situação no Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes na mesma situação. A quem apelar?
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9 de julho de 2011
Descaso sem fim

Em 2002, cerca de sessenta familias foram obrigadas a abandonar seus apartamentos do conjunto residencial Maria Guiomar, na rua Antônio Valdevino Costa, no bairro do Bongi, por conta de erro de construção que causou rachaduras nos prédios do condomínio. Até hoje, esperam um decisão da Justiça, em casa de parentes e amigos ( um verdadeiro transtrono ). São dezenas de imóveis nesta mesma situação no Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes na mesma situação. A quem apelar?
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